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E-mail falso sobre saques do FGTS é usado para roubar senha

Arquivo chamado “CronogramaFGTS” inicia vários downloads e instala um vírus que verifica quais plugins de bancos estão instalados na máquina da vítima

Empresa fabricante de antivírus ESET detectou na semana passada um golpe online que utiliza um e-mail falso, que promete apresentar o cronograma para saques das contas inativas do FGTS, para roubar dados bancários de clientes de nove instituições financeiras.

Segundo a empresa, o e-mail contém um anexo chamado “CronogramaFGTS” que, ao ser aberto, inicia vários downloads e instala um vírus que verifica quais plugins de bancos estão instalados na máquina da vítima. Assim, todas as vezes que o usuário abre sua conta bancária pelo computador, o vírus captura suas senhas e chaves de segurança e envia para os cibercriminosos. A ESET ressalta que essa praga eletrônica não afeta smartphones.

O calendário oficial para a retirada do dinheiro ainda não foi divulgado pelo governo. A expectativa é que o anúncio seja feito ainda neste mês, e que os saques comecem a partir de março, levando em conta a data de aniversário do trabalhador. Serão liberados R$ 30 bilhões para cerca de 10,1 milhões de pessoas.

Para o presidente da ESET Brasil, Camillo Di Jorge, os criminosos aproveitam temas de grande interesse do público para aplicar golpes que atingem milhares de pessoas rapidamente. “Na ânsia de obter informações sobre o FGTS, os usuários muitas vezes não verificam o remetente, links e arquivos para download contidos na mensagem”, explica.

A ESET afirma que já notificou o servidor responsável por enviar os e-mails para suspender a propagação do código malicioso.

Fonte: http://vejasp.abril.com.br/cidades/e-mail-falso-sobre-saques-do-fgts-e-usado-para-roubar-senha/

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Quer uma vida mais saudável em 2017? Saiba como cumprir essa meta

Que tal incluir na sua lista de metas para 2017 ter uma vida mais saudável? Mas não vale apenas deixá-la no papel, como muitas outras promessas de Ano-Novo, é preciso colocá-la em prática, de preferência ainda nos primeiros dias do ano. A começar com o agendamento de uma consulta com um clínico para realizar um check-up completo e ter a real noção dos cuidados a serem tomados no decorrer dos meses seguintes.

“Nessa primeira consulta, o médico vai avaliar os seus antecedentes para avaliar possíveis riscos a determinadas doenças. Os exames solicitados, geralmente, estão focados no histórico pessoal, bem como familiar”, explica Carolina Castro, endocrinologista do Hospital Israelita Albert Einstein. Segundo ela, os check-ups também são baseados na lista das doenças que mais matam.

A primeira delas as cardiovasculares. Cerca de 17,5 milhões de pessoas morrem todos os anos vítimas de doenças como ataques cardíacos e derrames, segundo a Organização Mundial da Saúde. Para evitá-las, como aponta Castro, é preciso atenção redobrada em basicamente quatro aspectos:

1. Colesterol
Um tipo de gordura presente na corrente sanguínea que desempenha funções essenciais para o funcionamento do organismo, como regeneração de tecidos, produção de hormônios, entre outros. O grande problema está em seu excesso.

O LDL (lipoproteína de baixa densidade) –conhecido como colesterol ruim– são nanomoléculas mais simples que, em grande quantidade no organismo, ficam depositadas nas artérias, formam placas, entopem as veias e causam problemas cardiovasculares. Já o HDL (lipoproteína da alta densidade) –conhecido como o colesterol bom– leva o LDL de volta para o fígado, para o colesterol “ruim” ser excretado.

Por isso, na maioria dos casos, ter uma grande quantidade dele circulando no sangue é algo bom para a saúde do corpo. Mas estudos revelam que nem sempre ter níveis elevados de HDL no organismo protegem a pessoa de desenvolver doenças cardíacas.

Vale lembrar ainda que há pesquisas que apontam não só a gordura, mas também o açúcar como os grandes vilões do colesterol. “O conceito de que você precisa de açúcar para viver é propaganda que a indústria do açúcar usou para as pessoas não acharem que poderia ser perigoso consumi-lo. O açúcar não é perigoso por causa das suas calorias, mas porque a bioquímica da molécula é perigosa”, afirma o endocrinopedriatra e pesquisador Robert Lustig, da Universidade da Califórnia (EUA).

2. Diabetes
Ao todo, 415 milhões de adultos viviam com diabetes em 2015. A previsão, segundo a Federação Internacional do Diabetes, é de que esse número chegue a 642 milhões em 2040 – uma proporção de um adulto diabético para cada dez adultos no planeta.

O desencadeamento do diabetes tipo 1 é geralmente repentino e dramático e pode incluir sintomas como: sede excessiva; rápida perda de peso; fome exagerada; cansaço inexplicável; muita vontade de urinar; má cicatrização; visão embaçada; falta de interesse e de concentração; vômitos e dores estomacais, frequentemente diagnosticados como gripe.

Os mesmos sinais podem ser observados em pessoas com diabetes tipo 2, mas, geralmente, eles se apresentam de forma menos evidente. Em crianças com diabetes tipo 2, os sintomas podem ser moderados ou até mesmo ausentes.

3. Pressão alta
Silenciosa, a pressão alta é uma doença perigosa e que atinge cerca de 17 milhões de pessoas no país, segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão.

É importante frisar que um dos principais fatores de risco para a hipertensão é a hereditariedade. Quem tem pai ou mãe com a doença tem 30% mais chances de vir a ter pressão alta.  Se os dois genitores têm o mal, esse percentual bate na casa dos 50%.

Ainda assim há muitas outras causas que podem colaborar para o desenvolvimento da doença, como fumar, beber, não praticar atividades físicas, estar acima do peso, se alimentar mal e viver estressado.

Outro grande vilão, bastante presente no prato do brasileiro, é o sal. Isso porque, por um processo chamado osmose, ele aumenta a retenção de água pelo organismo, o que pode elevar a pressão nas paredes das artérias. Além disso, o sódio contido no sal pode causar o estreitamento dos vasos sanguíneos ao inibir a ação do óxido nítrico, que é uma substância dilatadora.

4. Obesidade
Obesidade tem uma série de causas, fatores genéticos, ambientais, emocionais. Filhos de pais obesos, por exemplo, têm maior chance de serem obesos na vida adulta. É preciso saber, no entanto, que estar acima do peso não é necessariamente ser obeso.

Excesso de peso é quando alguém que tem um IMC (Índice de Massa Corpórea) entre 25 e pouco menos de 30. Obeso é alguém que tem um IMC acima de 30. Para calcular este índice, deve-se dividir o peso (em quilos) pela altura (em metros) ao quadrado. Por exemplo: para uma pessoa com 1,70 m de altura e 70 kg, o IMC é 70/ (1,70 x 1,70) ou seja, 24,2.

Outros cuidados com a saúde

Além dos cuidados redobrados com esses aspectos de sua saúde, a endocrinologista do Hospital Israelita Albert Einstein também diz ser essencial ficar atento ao câncer, segunda doença que mais mata no mundo.

“Portanto, o recomendado é que as mulheres mantenham todos os exames ginecológicos em dia, assim como visitem um dermatologista para cuidar da pele. Aos homens de acima de 40 ano, a consulta a um urologista se faz mais do que necessária”, aponta Castro.

A especialista também sugere uma visita ao oftalmologista, que poderá avaliar os possíveis riscos de glaucoma, a “principal causa de cegueira”.  Procurar um dentista é uma outra sugestão para que você consiga entrar o ano com a boca mais saudável e com tudo em cima.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2016/12/31/quer-uma-vida-mais-saudavel-em-2017-saiba-como-comecar-a-cumprir-essa-meta.htm

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Precisa de dinheiro e curte cozinhar? Veja passo-a-passo como vender comida

Marmita, trufa, pão de mel, congelados. Vender comida pode ser uma opção para quem está sem emprego ou precisando de uma renda extra. O setor de alimentação fora de casa teve alta de 6,2% nas vendas em 2015 e estima um crescimento de 7,7% para este ano, segundo dados do Instituto Foodservice Brasil, que reúne os principais representantes do setor.

Não basta ter familiaridade com a cozinha. Pode parecer simples, mas começar um negócio nessa área exige planejamento: é preciso definir o cardápio, escolher os fornecedores, fazer uma programação de compras, organizar os gastos fixos e variáveis, etc. “Se não houver planejamento antes de começar, o risco de o negócio não dar certo é maior”, diz o professor de MBA da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Marcus Quintella Cury.

Confira abaixo o passo-a-passo.

Definir o produto

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O primeiro passo é decidir que tipo de produto quer oferecer, afirma o consultor do Sebrae-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo) Leonardo Paiva. “O setor de comida pronta tem inúmeros mercados. É preciso saber quem será seu cliente e definir o que vai propor.”

Começar o planejamento

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Para começar a estruturar o negócio, Cury sugere responder a algumas perguntas:

  • Há mercado na área em que quero investir?
  • O meu produto resolve o problema de alguém?
  • Quais são os meus concorrentes diretos e indiretos?
  • O que vou precisar para abrir esse negócio?
  • Onde vou produzir o meu produto?
  • O que preciso comprar para isso?
  • Quanto vou vender por dia?
  • Quanto os clientes estão dispostos a pagar?

    Escolher ingredientes e fornecedores

    Thinkstock

    Os iniciantes no negócio acabam escolhendo a zona cerealista e atacados para comprar os ingredientes, já que os produtos nesses locais costumam ser mais baratos, diz Letícia Menegon, coordenadora da Incubadora de Negócios ESPM. Outra opção é procurar fornecedores que façam a entrega dos itens.

    Ao fazer as próprias compras, é preciso observar a validade dos produtos e as condições de higiene e manipulação. Também é necessário verificar as condições da embalagem: elas têm a função de proteger o alimento e, quando violadas, podem permitir alguma contaminação.

    Ela afirma que nem sempre vale a pena optar pelo ingrediente mais barato; às vezes, diz Menegon, vale a pena investir um pouco na qualidade mais para agradar a clientela. “Às vezes, a diferença quando se compra em grande quantidade é tão pequena que compensa investir mais para o cliente retornar.”

    Pensar na embalagem

    Divulgação

    O ideal é que a embalagem seja descartável, podendo ser de alumínio ou a vácuo, dependendo do produto e da prática do mercado, diz Menegon.

    É o empreendedor quem decide se coloca o logotipo e o nome da empresa no pacote –lembrando que, quando mais incrementada for, mais cara ficará. Há algumas informações básicas, porém, que devem constar na embalagem, de acordo com a Coordenação de Vigilância em Saúde:

    • Nome do produto;
    • Lista de ingredientes;
    • Quantidade do produto em volume ou peso;
    • Identificação de origem: razão social e endereço do fabricante e do distribuidor (se houver);
    • Identificação do lote;
    • Identificação do prazo de validade (se for menos que três meses, colocar dia e mês; se for mais que três meses, colocar o mês e o ano);
    • Informações nutricionais, como calorias, carboidratos, sódio etc. (é preciso contratar os serviços de um nutricionista ou engenheiro de alimentos para isso);
    • Modo de conservação (local seco e arejado, refrigerado, congelado etc.).

    Calcular quanto produzir

    Shutterstock

    Para definir quanto precisará produzir, o ideal é analisar os concorrentes, segundo Paiva, do Sebrae-SP. Estudos na região em que pretende atuar ou pesquisas de mercado também podem ajudar na hora de fazer essa estimativa.

    Essa projeção precisa ser realista, diz ele. “É melhor ter uma surpresa de que eu tenho muito movimento e preciso ampliar ou colocar uma capacidade extra do que eu ter uma estrutura ociosa e fazer um investimento que depois não consigo recuperar.”

    Saber como entregará o produto

    iStock/Getty Images/DarynaKhozieieva

    Paiva conta que a entrega do produto pode ser feita com uma infraestrutura própria do empreendedor, com seu carro, ou pode ser terceirizada, contratando motoboys, por exemplo.

    Mesmo se o próprio empreendedor for cuidar da entregar, é preciso pensar em como o transporte será feito: precisa ter um local adequado para levar a comida até o cliente, como caixas térmicas e embalagens apropriadas, diz Menegon.

    Legalizar-se

    Getty Images/iStockphoto

    Após o planejamento, é preciso pensar em legalizar o negócio. “Mesmo um negócio pequeno, que o empreendedor abra em casa, deve partir para a legalidade”, aconselha Cury.

    Se a ideia é começar pequeno, a opção pode ser o MEI (Microempreendedor Individual). Essa alternativa exige menos pagamento de impostos e é direcionada para quem recebe até R$ 60 mil por ano ou R$ 5.000 por mês. O futuro empreendedor passa a ter um CNPJ, o que facilita para emitir notas e negociar com fornecedores. Para saber mais, clique aqui: http://zip.net/bftsVJ (endereço encurtado e seguro).

    Se o rendimento for maior, entre R$ 60 mil e R$ 360 mil por ano, a opção é abrir uma microempresa com auxílio de um contador.

    Obter licenças sanitárias

    Think Stock

    Para trabalhar com comida, é preciso obter licenças sanitárias. “Para quem manipula alimento é essencial ter as licenças”, diz Cury. Na cidade de São Paulo, por exemplo, é necessário ter o Cadastro Municipal de Vigilância em Saúde (CMVS), um registro de identificação do estabelecimento e equipamentos no órgão de vigilância em saúde do município.

    De acordo com a Coordenação de Vigilância em Saúde, para vender alimentos em vias e áreas públicas, é preciso, ainda, pedir o Termo de Permissão de Uso (TPU) na subprefeitura da região e, depois, solicitar o Cadastro Municipal de Vigilância em Saúde (CMVS).

    Se a produção for feita em um apartamento, o empreendedor deve verificar as normas de seu condomínio para saber se a atividade é autorizada. Se partir para outro local, terá que emitir um alvará de funcionamento na Prefeitura da cidade. O corpo de bombeiros também poderá participar do processo de vistoria.

    Colocar os planos em prática

    Getty Images/iStockphot/SteveAllenPhoto

    Com os documentos em ordem, o empreendedor já pode colocar em prática seu planejamento. Paiva aconselha seguir uma padronização desde o começo. Se o produto é um bolo, por exemplo, deverá haver uma ficha técnica de custo, com o preço de cada item da receita, e outra ficha de produção, com as medidas exatas de cada ingrediente.

    “O responsável pelo alimento não deve só saber cozinhar. Precisará reproduzir as receitas e caminhar para uma organização melhor, uma padronização.”

    Testar um projeto-piloto

    Getty Images/iStockphoto/monkeybusinessimages

    Se o empreendedor estiver inseguro pode fazer testes antes de começar oficialmente. Uma das opções apontadas por Paiva é organizar um projeto-piloto e convidar algumas pessoas para experimentar os produtos. “Isso deve estar previsto no orçamento. É melhor custar mais e abrir um negócio mais seguro do que ter falhas ao longo do caminho.”

    Fazer divulgação e pós-venda

    Thinkstock/Getty Images

    Tudo pronto, e agora? É preciso pensar na divulgação do negócio e no pós-venda. Uma opção é usar as redes sociais de forma integrada para contar mais sobre o produto e atrair clientes.

    Em um primeiro momento, a empresa pode ter uma página no Facebook, diz Menegon. Criar um site é um pouco mais caro. Para ela, vale a pena divulgar os preços na internet, pois esse pode ser um fator de decisão do cliente. Deixar fotos elaboradas dos produtos e o contato visível também ajuda.

    O empreendedor também pode usar aplicativos como o WhatsApp para ajudar na comunicação com os clientes e até para combinar os pedidos.

    Além disso, acompanhando os comentários nas redes sociais, o empreendedor pode descobrir onde tem que melhorar e quais as preferências dos clientes. “Se souber coletar as informações, tem chances de minimizar os riscos”, afirma Paiva.

    Aperfeiçoar-se

    Getty Images/iStockphoto/ene

    Se na hora H o negócio não sair como planejado, o empreendedor pode fazer modificações. “Alguns negócios funcionam na tentativa e erro. Tem que ir aperfeiçoando. É um planejamento permanente para sempre melhorar o processo de produção e venda”, diz Cury.

    Fonte: Thâmara Kaoru – Colaboração para o UOL, em São Paulo
    http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2016/09/27/precisa-de-dinheiro-e-curte-cozinhar-veja-passo-a-passo-como-vender-comida.htm

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Quem tem direito à licença-paternidade de 20 dias? Entenda a mudança na lei

A presidente Dilma Rousseff sancionou lei que aumenta a licença-paternidade de cinco para 20 dias. Mas nem todos os trabalhadores têm direito ao período maior, apenas os que são funcionários de locais que fazem parte do Programa Empresa Cidadã.

Segundo a Receita Federal, atualmente há 2,9 milhões de empregados em empresas do programa, contando homens e mulheres. O Brasil tem 39,6 milhões de trabalhadores com carteira assinada, de acordo com dados de janeiro do Ministério do Trabalho.

A medida de aumentar a licença-paternidade para alguns trabalhadores foi publicada nesta quarta-feira (9) no Diário Oficial, e já está valendo. Entenda o que mudou.

O que muda?

Agora a licença-paternidade passa de cinco para vinte dias. Mas, para ter direito ao período ampliado, a empresa em que o pai trabalha precisa estar vinculada ao Programa Empresa Cidadã, do governo.

Se a empresa não fizer parte do programa, o pai tem direito a cinco dias apenas.

Todos os pais têm direito a 20 dias?

Não. Apenas os funcionários de empresas que fazem parte do Programa Empresa Cidadã.

O que é o Programa Empresa Cidadã?

Empresa Cidadã é um programa do governo. Ele foi criado em 2008, e já dava isenção de impostos para empresas que aceitem aumentar de quatro para seis meses a licença-maternidade de suas funcionárias.

A ampliação vale para quem adota?

Sim. Homens que adotarem filhos poderão ter a licença ampliada. Isso já valia para as mães.

Quais são as obrigações dos pais?

Para ter o benefício, o pai deve comprovar participação em “programa ou atividade de orientação sobre paternidade responsável”. Mas o texto não dá detalhes sobre quais seriam esses programas ou atividades.

Além disso, durante a licença, os pais não podem exercer nenhum trabalho remunerado, ou perdem o direito.

Como a empresa pode entrar no programa?

Para entrar no Programa Empresa Cidadã, a empresa deve se inscrever no site da Receita Federal: http://zip.net/bds0RW (endereço encurtado e seguro).

 

Fonte: http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2016/03/09/quem-tem-direito-a-licenca-paternidade-de-20-dias-entenda-a-mudanca-na-lei.htm

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