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Não confunda salsa com coentro! Aprenda como usar ervas para temperar

É inegável: o aroma das ervas frescas levanta qualquer prato, seja um trivial arroz com feijão polvilhado com salsinha ou uma pizza finalizada com folhinhas de manjericão. Na cozinha do dia a dia, é sempre interessante ter algumas variedades de ervas frescas sempre à mão, de preferência plantadas em vasinhos. Dessa forma, além de estarem sempre no auge do frescor, o desperdício é muito menor do que quando compramos as ervinhas em maços e acabamos não usando tudo de uma vez.

O tipo de erva fresca utilizado no Brasil varia muito de região para região. Há os que amam o coentro, de personalidade forte, indispensável na cozinha nordestina. De norte a sul, a salsa e a cebolinha são bastante comuns, compondo o famoso cheiro-verde. Manjericão, alecrim e tomilho são muito usados nos pratos de origem italiana, trazendo não apenas perfume, mas também sabor. A seguir, conheça algumas variedades mais usadas na nossa cozinha e descubra sugestões de preparo típicas para aproveitar o melhor de cada uma delas.

 

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Salsa

Salsa ou salsinha (Petroselinum sativum), de folha lisa ou crespa (menos comum), é uma das ervas mais versáteis. Seu sabor delicado, com toques sutis de anis, combina com quase tudo: bolinhos, ensopados, recheios de tortas, sopas. Os talos são indicados para aromatizar caldos. Já as folhas, por serem resistentes, podem ser muito bem picadas com uma faca afiada sem perder seu bonito tom verde escuro, uma delícia na finalização de pratos como filés grelhados, sopas quentes e frias, purê e salada de batatas.

Uma receita muito simples com esse ingrediente é a alichela, patê que combina muita salsinha picada, filés de aliche, alho e pedacinhos de pimenta vermelha, para comer com pão. A salsa é clássica também no preparo de bolinhos de bacalhau, trazendo um frescor bem-vindo em contraste ao salgado do peixe. Combina particularmente bem com frutos do mar, manteiga e alho. É mais saborosa se consumida fresca.

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Cebolinha verde

No feijão, em bolinhos, picada bem fininha, a cebolinha verde (Allium fistulosum) – ou, em sua variedade francesa, a ciboulette – tem um sabor que lembra o da cebola, mas muito mais delicado e fresco. É da mesma família da cebola, do alho e do alho-poró, por isso a semelhança no paladar. Fica particularmente saborosa crua, na finalização de pratos, especialmente sopas, como a de feijão. No picadinho, a cebolinha verde também é item fundamental, assim como em recheios de coxinhas e tortas, como a de palmito e a de frango.

Na cozinha oriental, um pouco de cebolinha verde crua, finamente fatiada, levanta o sabor de cogumelos salteados, quadradinhos de tofu com gengibre ralado e o clássico caldo missoshiro. Pode ser usada tanto a parte branca como o talo verde.

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Alecrim

É difícil resistir a batatas assadas com dentes de alho inteiros e ramos de alecrim. Esta erva (Rosmarinus officinalis), muito usada na cozinha italiana, é bastante resistente ao calor, liberando todo o seu perfume quando aquecida. Mas cuidado: é um ingrediente de forte personalidade. Se usado em exagero, traz um sabor desagradável ao prato.

Em combinações com frango, cordeiro e carne de porco, o alecrim é imbatível. As folhinhas pontudas podem ser usadas cruas, picadas finamente, para compor manteigas temperadas. Ao forno, um ou dois ramos já são suficientes para trazer perfume a uma assadeira de batatas ou a um frango inteiro. Por ter folhas um pouco duras, recomenda-se tirar os ramos do prato antes de servir. Pode-se usar também a versão seca da erva.

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Coentro

As folhas do coentro (Coriandrum sativum) são o tipo de ingrediente que divide opiniões. De um lado, há os que adoram seu aroma pungente, de personalidade marcante, colocando-o até na salada de alface. De outro, há os que não suportam nem passar perto de seu perfume, rejeitando a mínima folhinha.

Aos que pertencem ao time dos adoradores de coentro, as comidas típicas do Norte e do Nordeste brasileiros são uma festa para os sentidos. Suas folhas bem verdes e macias – muitas vezes confundidas com as da salsa – são ingrediente fundamental de moquecas, bobós, baião-de-dois, cozidos. O sabor do coentro é bastante fresco e combina particularmente bem com peixes e frutos do mar. Fica excelente no preparo de ceviches e em molhos crus, como a guacamole, preparada com abacate, tomates e cebolas. Porém, é uma erva delicada, que fica escura quando muito picada. Para preservar todo o seu frescor, melhor adicioná-la pouco antes de servir.

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Tomilho

Assim como a salsa, o tomilho (Thymus vulgaris) é uma erva muito indicada para aromatizar caldos, por seu sabor marcante, mas não enjoativo. É bastante comum em pratos da culinária francesa, em molhos, ensopados, assados e como tempero integrante de carnes marinadas. Ao forno, também aromatiza bem batatas, batatas-doces e legumes, bastando poucos ramos para emprestar seu perfume. É encontrado também na variedade tomilho-limão, com sabor e aroma bastante cítricos. Suas folhinhas delicadas ficam saborosas em manteigas temperadas.

Deve-se tomar cuidado para não exagerar na dose, pois o tomilho pode dominar o prato, deixando o sabor de outras ervas em segundo plano. Combina muito bem com aves, cordeiro, carne bovina, legumes e cogumelos. Também pode ser usado seco, embora seu sabor seja melhor nas folhas frescas.

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Sálvia

A sálvia (Salvia officinalis) é uma erva austera, de sabor fechado e intenso. Faz um casamento perfeito com manteiga e carnes curadas ou defumadas, como presunto cru, mas também combina com aves. O clássico italiano “saltimbocca alla romana” é um bom exemplo: finas fatias de filé mignon (ou vitela), presunto e folhas de sálvia são presas juntas, com um palito, antes de serem fritas em azeite ou manteiga.

Suas folhas verdes e aveludadas, quando grandes, podem ser empanadas e fritas, servidas como aperitivo. As menores ficam ótimas ligeiramente salteadas na manteiga antes de guarnecer carnes grelhadas. Uma simples massa cozida e finalizada com manteiga de sálvia e parmesão ralado compõe um jantar prático e muito saboroso. A sálvia também combina particularmente bem com abóbora.

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Louro

Feijão sem louro (Laurus nobilis) não tem graça. Esta folha bem verde, que pode ser usada tanto fresca quanto seca, é um coringa no preparo de grãos e ensopados. Perfumada, aromatiza caldos, marinadas, molhos de tomate e carnes assadas, e combinam muito bem com lentilhas, feijão branco, grão-de-bico. Não pode faltar louro na típica feijoada brasileira. Como suas folhas são bem duras e grandes, recomenda-se tirá-las do prato depois do cozimento. Não é necessário exagerar, ou o louro pode trazer um sabor amargo ao preparo. Uma ou duas folhas já bastam. Se utilizar a versão moída, tenha parcimônia, pois fica mais fácil errar a dose.
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Manjericão

Erva clássica da cozinha italiana, o manjericão (Ocimum basilicum), também conhecido como basílico, é item fundamental em inúmeras preparações, especialmente as que levam tomates e queijo, como a tradicional salada caprese e a pizza marguerita. O molho pesto, feito com bastante manjericão, azeite, queijo parmesão e pinoles (ou nozes) é extremamente fácil e muito versátil: basta bater tudo no processador, até obter um purê grosso, e empregar em massas cozidas, pizzas, saladas, carnes, ovos duros, etc. A melhor opção para o manjericão é usá-lo fresco, com as folhas bem verdes. Dessa forma, ele mostra toda a sua força de sabor e aroma, com seus toques mentolados e frescos. Seco, perde um pouco da graça.
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Hortelã

Sinônimo de frescor, a hortelã (Mentha ssp) é uma erva fundamental para determinados preparos, como o quibe frito, cru ou assado, da cozinha árabe. Dessa mesma culinária, fica perfeito no preparo de tabules, saladas cruas, pepino com iogurte. Também pode ser usado em infusão, adoçado ou não, para beber morno após as refeições. Combina com legumes cozidos e grelhados e dá um toque refrescante ao vinagrete e molhos de salada. Batido com frutas, traz novo vigor ao suco de abacaxi, limão ou de melancia. Prefira as folhas sem machucados e corte-as em fatias finas, com uma faca afiada, sem ficar picando muito. Caso contrário, as folhas ficarão pretas rapidamente. Seca, é bastante usada para infusões e chás.
Fonte: http://comidasebebidas.uol.com.br/listas/nao-confunda-salsa-com-coentro-aprenda-como-usar-ervas-para-temperar.htm
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O que é o Zika vírus?

Causador de uma doença conhecida como febre Kiza, o Zika vírus é uma espécie de vírus pertencente à família Flaviviridae e ao gênero Flavivirus. O Zika vírus é da mesma família dos vírus que provocam a dengue e a febre amarela, tendo sido identificado pela primeira vez no Brasil recentemente, no estado da Bahia, provavelmente trazido por turistas que frequentaram a Copa do Mundo no país, em 2014.

O Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue e da febre chikungunya, é também um dos principais meios de transmissão do Zika vírus. Descoberto em 1947 por cientistas quando de uma pesquisa com macacos rhesus das florestas da Uganda, na África, o contágio em humanos ocorreu somente em 1968 na Nigéria. Foi, no entanto, em 2007, que os primeiros casos de febre Zika foram identificados fora da África e da Ásia, sendo que, no Brasil, o vírus chegou provavelmente da América Central.

Até agora a febre Zika tem se demonstrado relativamente suave e de tratamento efetivo, entretanto, não se sabe ainda o verdadeiro potencial do vírus, já que é praticamente uma doença desconhecida por aqui. Diante dos sintomas da condição, recomenda-se procurar imediatamente por ajuda médica, tanto para o tratamento como para a prevenção de transmissão.

Como se dá a transmissão?

A febre zika, provocada pelo Zika vírus, é provocada quando da picada de um mosquito infetado com o vírus. A transmissão é, portanto, vetorial, através da picada de mosquitos pertencentes ao gênero Aedes. O mosquito transmissor da dengue pode transmitir também a febre zika, por isso, mais do que nunca, é preciso um combate efetivo à multiplicação destes mosquitos.

Recentemente comprovou-se que o Zika vírus pode também ser transmitido sexualmente entre seres humanos. O tempo entre a picada e os primeiros sintomas dura, em média, 10 dias, sendo de extrema importância procurar por ajuda diante dos primeiros sintomas.

Sintomas da febre Zika

A febre Zika é uma doença infecciosa causada pelo Zika vírus presente em mosquitos do gênero Aedes. O tempo entre a picada e o surgimento dos sintomas tende a demorar 10 dias, sendo que, os sinais são bastante parecidos com os da dengue, no entanto, mais brandos.

Os sintomas da febre Zika duram, em média, de 4 a 7 dias e envolvem dores de cabeça, pintinhas vermelhas na face e no tronco, conjuntivite e artralgia, ou seja, dores nas articulações. Geralmente, os primeiros sintomas são de uma leve dor de cabeça acompanhada de febre, machas vermelhas e dor nas costas. Passados 2 ou 3 dias, a febre desaparece, assim como as erupções cutâneas. Não existe ainda vacina ou qualquer droga preventiva com relação à febre Zika, no entanto, até agora ela tem se demonstrado bastante amena.

Diagnóstico

Os sintomas da febre Zika são bastante similares aos sintomas da dengue. Diante dos primeiros sinais é altamente indicado procurar por um médico, de forma a avaliar o que vem causando os sintomas e de dar início a um tratamento. Além disto, é preciso que medidas preventivas sejam tomadas, com o intuito de evitar novas transmissões.

O diagnóstico da condição é basicamente clínico e por meio de sorologia, através da identificação de anticorpos. É preciso fazer um diagnóstico diferencial da dengue devido às similaridades dos sintomas, de forma a tomar as providências mais cabíveis para cada caso.

Tratamento

Atualmente, o tratamento da febre Zika tem se baseado somente na amenização dos sintomas, sendo que os incômodos deixam de existir espontaneamente na grande maioria das vezes em até, no máximo, 1 semana do contato com o vírus.

Para que as dores sejam amenizadas, assim como a febre e as erupções cutâneas, medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos costumam ser receitados. Importante destacar que, diante dos primeiros sintomas, é imprescindível buscar por ajuda médica e não realizar automedicação, pois o uso incorreto de certos fármacos pode piorar a condição e até mesmo colocar a vida em risco.

Prevenção

O Zika vírus é transmitido para seres humanos através da picada do mosquito contaminado. O mosquito da dengue é o transmissor da condição e, evitar a sua proliferação, é o meio mais eficaz de prevenir novos casos da doença.

A prevenção pode ser feita evitando deixar água parada em locais que possam ser propícios para a multiplicação dos mosquitos como latas, copos plásticos, pneus, vasos de plantas, garrafas ou caixa d’água, por exemplo. Portanto, é de extrema importância não deixa a água da chuva acumular nestes locais. Além disto, lixos devem ficar bem tampados e o uso de repelente faz-se ótima medida preventiva. Instalar redes de proteção nas portas e janelas da residência também pode ajudar a prevenir a presença do mosquito transmissor. Diante dos primeiros sintomas não deixe de procurar ajuda médica e fique atento ao seu entorno, de forma a evitar a multiplicação do mosquito causador da dengue e da febre Zika.

Fonte: http://www.saudemedicina.com/zika-virus/

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O que comer (e o que evitar) para dormir bem

Leite morno ajuda a adormecer? E queijo, provoca pesadelos? Saiba o que é mito e o que é verdade.

Uma em cada três pessoas sofre de insônia em algum momento da vida, e a maioria tem problemas menores para dormir de vez em quando.
A dificuldade para adormecer ou para manter o sono – ou ambas – se deve a vários fatores, que incluem estresse, preocupações e alimentos ingeridos, item que é motivo para várias questões:
Por que algumas bebidas e comidas te dão sono enquanto outros te despertam? É verdade que comer peso dá pesadelos? Ou que leite morno ajuda a dormir?
Separamos os fatos da ficção para ver se algumas mudanças na dieta podem levar a boas noites de sono.

Carboidratos x proteínas

O que devemos consumir para dormir bem: carboidratos ou proteínas? A resposta, aparentemente, é: ambos.
A chave é algo que se chama triptófano, um aminoácido que é o precursor de serotonina e da melatonina, os químicos indutores de sono no cérebro.
O triptófano está presente em pequenas quantidades em quase todos os alimentos proteicos e em quantidades mais altas em iogurte, leite, aveia, banana, tâmaras, frango, ovo e milho.
Para que o triptófano tenha efeito, é preciso cruzar a barreira de sangue do cérebro (seu sistema de segurança). Para conseguir isso, ele tem de competir com outros aminoácidos.
Segundo alguns estudos, combinar alimentos ricos em triptófano com carboidratos dá uma vantagem a esse aminoácido.
Os carboidratos estimulam a liberação de insulina, que ajuda a tirar outros aminoácidos do fluxo sanguíneo, dando mais chances ao triptófano de chegar ao cérebro.
Ainda é preciso investigar mais, e é importante levar em conta que a quantidade de triptófano nos alimentos é relativamente pequena e que, por isso, talvez isso tenha um efeito modesto.

A verdade sobre as bebidas do sono
Chá de ervas

O chá de camomila é conhecido como um bom remédio para problemas de dormir. Pesquisas apontam que ele aumenta o nível de glicina, um relaxante muscular, no corpo.
O de valeriana, por sua vez, costumava ser receitado contra a insônia na Roma antiga. A crença era de que a bebida reduzia o tempo levado para dormir e melhorava a qualidade do sono. A passiflora também demonstrou sua capacidade de melhorá-lo.
Acredita-se que ambas aumentam os níveis de ácido gama-aminobutírico (GABA) no cérebro, uma substância que ajuda a regular as células nervosas e diminui a ansiedade.

Leite morno
O leite contém melatonina, um hormônio que ajuda a criar o desejo de permanecer dormindo, mas ainda não foi confirmado que tenha um impacto significativo sobre os níveis de melatonina do corpo.
A bebida também contêm triptófano, como mencionamos antes.
Se você acrescentar leite morno a seu cereal, vai receber os benefícios deste indutor de sono, pois terá uma mistura de proteínas e carboidratos que os levarão mais rapidamente ao cérebro.
Chocolate quenteO chocolate quente é uma bebida reconfortante que, em alguns lugares, é tomado tradicionalmente antes de dormir.
Mas ele contém cafeína, que é um estimulante, ainda que as quantidades variem dependendo da marca.
Se você têm dificuldades para se manter dormindo, considere substituir o chocolate por um dos chás mencionados acima ou uma bebida com malte.

Água
Se você não consegue dormir bem durante a noite inteira porque acorda com sede ou vontade de ir ao banheiro, assegure-se de beber líquidos suficientes durante o dia para se manter hidratado durante toda a noite.
A Autoridade de Segurança Alimentícia Europeia aconselha que as mulheres tomem 1,6 litros por dia e os homens, 2 litros.

A última taça
Uma tacinha de algum licor de vez em quando não fará muito mal à sua saúde, mas isso não pode virar um hábito, pois pode provocar problemas sérios – que incluem insônia.
O álcool nos ajuda a continuar dormindo, mas faz com que passemos menos tempo na etapa do sono de movimentos oculares rápidos (MOR), que é a mais satisfatória, e que despertemos durante a noite.
Quando você deve comer?

Ajuste seu relógio interno
Pesquisas recentes mostram que o momento do dia em que você come pode afetar seu sono.
Todos temos um relógio interno que monitora a hora do dia e, pelo que tudo indica, um “relógio alimentício” que monitora horas das refeições.
Um estudo indica que, quando um rato come em horários irregulares, o relógio de seu corpo se desajusta.
Quando a quantidade de comida é limitada, o relógio alimentício anula o do corpo, mantendo o rato acordado até que localize algum alimento.
Os estudos com ratos não são necessariamente indicativos do que acontece com humanos, mas é interessante notar que os padrões de alimentação podem afetar seu sono.

Tenha rotina
Dormir é uma rotina, logo ter padrões regulares de alimentação fará com que seja mais fácil descansar durante a noite.
É uma boa ideia jantar quatro horas antes de se deitar e estabelecer um ritual de tomar chá de ervas antes de ir dormir.
Você é uma pessoa do dia ou da noite?
Pesquisas indicam que ser uma pessoa madrugadora ou noturna é determinado por seu cronotipo.
As horas do dia em que você come variam de acordo com seu cronotipo: os madrugadores quase sempre tomam café da manhã antes de meia hora depois de acordar, enquanto as pessoas noturnas tendem a pular o café da manhã e comer tarde à noite.
Que comidas e bebidas roubam nosso sono?

Queijo
A ideia de que o queijo dá pesadelos acompanha algumas culturas desde pelo menos o século 17. Mas isso faz sentido?
Já foi dito que a grande quantidade de tiramina que há no alimento poderia estar vinculada aos sonhos.
A tiramina afeta a liberação de noradrenalina, produzida na região do cérebro responsável pelo sono MOR – que está relacionada aos sonhos.
Mas muitos outros alimentos contém níveis semelhantes de tiramina e não são vistos como tiranos. Por isso, parece não haver ligação direta entre comer queijo e ter pesadelos.

Café
A cafeína pode interferir no processo de dormir ou evitar que durmamos profundamente.
Todos temos níveis diferentes de tolerância à cafeína, mas se você está sentindo dificuldade para dormir, evite tomar café à noite e talvez até de tarde.
Pesquisas recentes indicam que o café também pode ter impacto no sono ao desacelerar seu relógio biológico.
Um estudo mostrou que tomar um expresso duplo três horas antes de deitar atrasou a produção de melatonina em cerca de 40 minutos.

Açúcar

Um estudo recente indica que uma dieta rica em açúcar não é boa para dormir.
Na pesquisa, o açúcar fez com que participantes acordassem durante a noite.
Há poucos estudos sobre os efeitos do açúcar na qualidade do sono, mas, se você consome muitos alimentos ou bebidas açucaradas antes de dormir, provavelmente experimentará uma entrada de energia que não é ideal para esse momento.

Álcool
Após uma noite de bebedeira, provavelmente será mais fácil dormir. A má notícia é que o álcool perturba os padrões e ciclos que ocorrem enquanto dormimos.
Ao longo de uma boa noite de sono, a pessoa normalmente tem entre seis e sete ciclos MOR. Após uma noite de bebidas, porém, terá somente uma ou duas.

Pimenta
Acredita-se que comida apimentada provoque indigestão e aumente a temperatura de seu corpo, e a combinação de ambas prejudicam o sono.
Uma pesquisa indica que uma queda na temperatura corporal dispara a sensação de que é hora de ir para a cama. No estudo, os participantes que colocaram molhos picantes na comida demoraram mais para adormecer e dormiram menos que o normal.
Percebeu-se que, nas noites em que eles comeram condimentos, sua temperatura corporal esteve elevada durante o primeiro ciclo de sono.
Curiosamente, banhos quentes podem ajudar a dormir, pois a temperatura de seu corpo cai rapidamente depois deles.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/03/o-que-comer-e-o-que-evitar-para-dormir-bem.html

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H1N1: vacinação na rede pública começa em 30 de abril

100 Clínicas particulares já têm disponível vacina trivalente de 2016.
Campanha de vacinação contra influenza vai de 30 de abril a 20 de maio.

A campanha nacional de vacinação contra influenza começa no dia 30 de abril e vai até 20 de maio, segundo o Ministério da Saúde. Nesta segunda-feira (28), o estado de São Paulo pediu para o governo federal antecipar a campanha diante do aumento de casos de H1N1. O ministério afirmou, porém, que isso não é possível já que o produto só é entregue pelo laboratório produtor nos meses que antecedem o inverno. Na rede privada, a vacina já está disponível.

De acordo com a pasta, até o dia 19 de março, já foram registrados 46 óbitos por H1N1 em todo o país, 10 mortes a mais do que no ano passado inteiro, quando 36 morreram pelo vírus.
Na rede pública, a vacinação contra influenza é destinada a alguns grupos prioritários: crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, idosos, profissionais da saúde, povos indígenas e pessoas portadoras de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade.

Vacina muda todo ano

Enquanto a campanha nacional não começa, algumas cidades do noroeste do estado de São Paulo – onde o número de casos de H1N1 cresceu muito este ano – estão vacinando os grupos prioritários com lotes da vacina de 2015 solicitados ao Ministério da Saúde.

A vacina de gripe é atualizada todos os anos para adequá-la aos vírus circulantes naquela estação e sua composição é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
No entanto, a vacina de 2016 não sofreu mudanças em relação ao H1N1 em comparação à do ano passado, por isso os lotes de 2015 são eficazes contra a H1N1. A proteção contra os outros dois vírus da gripe – H3N2 e Influenza B – fica comprometida

“Como o H1N1 está predominando e com um comportamento mais agressivo, vale a pena fazer isso para bloquear o vírus nessa comunidade, é uma medida de saúde pública válida”, diz a médica Flávia Bravo, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) – Regional RJ. Porém, a população que recebeu a vacina do lote de 2015 deverá se vacinar novamente durante a campanha nacional para garantir também a proteção contra os vírus H3N2 e Influenza B.

Flávia explica que não é possível adiantar a produção da vacina justamente pela variação de sua composição.

Rede particular já tem vacina
Em clínicas particulares, já está disponível a vacina trivalente contra influenza de 2016. Já a vacina tetravalente – que além de proteger contra o H1N1, o H3N2 e a Influenza B também protege contra uma segunda cepa da Influenza B – ainda está começando a ser distribuída.

Segundo Flávia, as sociedades médicas recomendam a vacina para todas as pessoas a partir dos 6 meses de idade. “Quanto mais cedo vacinar, melhor para que quando o vírus começar a circular com força, as pessoas já estejam imunizadas”

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/03/h1n1-vacinacao-na-rede-publica-comeca-em-30-de-abril.html

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