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Sobras da ceia de Natal; Bem Estar dá dicas de reaproveitamento

Reaproveitar alimentos é sempre o mais indicado, mas é preciso observar as condições de higiene e as formas de armazenamento.

 

Pernil, maionese, tender, panetone, o Natal acabou, mas e a comida, sobrou muita coisa? No Bem Estar desta terça-feira (26), a nutricionista Isabela Pimentel explica como aproveitar as sobras com saúde. As frutas, por exemplo, basta lavar novamente antes de guardar. O endocrinologista João Eduardo Salles explica a relação delas com o triglicérides.

Reaproveitar alimentos é sempre legal, principalmente quando pensamos no combate ao desperdício. No entanto, quando falamos em Natal ou Ano Novo temos dois problemas: as ceias nem sempre são preparadas com as melhores condições de higiene e as comidas ficam expostas na mesa por muito tempo, além de terem sido feitas pela manhã. É muito arriscado reaproveitar esses alimentos.

Frutas

É clássico no Natal aquela mesa linda com muitas frutas típicas, mas sempre sobra muita coisa e elas são boas opções para continuar no clima natalino até o próximo ano. As frutas podem ser congeladas e depois virar gelinho, suco ou smoothie, se batidas com iogurte.

O endocrinologista João Salles faz, entretanto, um alerta sobre o consumo de frutas exagerado, principalmente para os diabéticos. Muitos pacientes trocam a refeição por frutas ou comem muitas porções nessa época do ano, mas isso não é saudável. A frutose, o açúcar da fruta, aumenta a glicemia no sangue e ajuda na formação de triglicérides. O ideal é seguir a recomendação de 3 a 5 porções diárias, sendo que uma porção equivale a uma fruta média ou uma fatia de uma fruta grande.

Outro ponto para ficar atento é o xarope de milho, um concentrado de frutose que está presente em diversos alimentos como refrigerantes, sucos de caixinha, condimentos (catchup e mostarda), frutas em conserva, geleias, bolos e pudins.

Carnes

Só podemos reaproveitar a sobra limpa, ou seja, aquele pedaço de carne que não foi levado à mesa. Fica a dica para a próxima ceia, cortar metade da picanha, por exemplo, e deixar uma parte na geladeira para ficar mais conservada e com menos chance de contaminação. Depois de preparadas, no dia seguinte, as carnes podem compor uma salada fresca, um omelete ou risoto.

Doces

A palavra-chave é COMPARTILHAR!!! Ganhou 5 panetones? Dê para os familiares, vizinhos, amigos e fique com apenas um. Porque quanto mais se tem à vista, mais vai comer. Sobrou pavê, pudim, rabanada? Faça marmita para os parentes levarem uma parte. Congelar doces não é uma boa porque ao invés de comer por uma semana, a pessoa vai comer por um mês inteiro.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/sobras-da-ceia-de-natal-bem-estar-da-dicas-de-reaproveitamento.ghtml
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Alimentação adequada das crianças no verão

Durante as férias, a rotina muda, mas é preciso tomar alguns cuidados com a saúde do seu filho. Confira a coluna do nutrólogo Mauro Fisberg.

As férias escolares estão no auge! Sinônimo de muita diversão, passeios, viagens, praia, piscina, tarde com os amigos, horários flexíveis e consumo freqüente de comidas nada saudáveis. Tudo sai da rotina – afinal são as férias! Mas quando se trata da alimentação da criançada, é preciso tomar alguns cuidados, mesmo nos dias de folga. Aqui, sugerimos algumas medidas para que o verão passe sem contratempos:

1.Procure ter um horário para seu filho acordar, fazer as refeições, se divertir e dormir.

2.Garanta refeições fracionadas: café da manhã, almoço, café da tarde e jantar. Nunca deixe de preparar um café da manhã completo antes de sair de casa, pois dessa forma você garante nutrientes necessários no período da manhã.

3.Um ponto muito importante durante o verão é a hidratação. Caso esteja na praia ou na piscina, aumente a ingestão de água ou sucos de fruta naturais, vitaminas com leite e frutas, água de coco e picolé de frutas. O risco de desidratação aumenta no verão e as crianças muitas vezes não têm vontade de parar de brincar para beber algo, mesmo que sintam sede.

4.Dê preferência a alimentos leves, como verduras, legumes, grelhados, assados e refogados. Evite frituras e condimentos em excesso. Esteja atento, também, à procedência dos alimentos. Procure fazer as refeições em locais confiáveis.

5.Para minimizar as chances de contaminação alimentar, fique atento a frutos do mar, sorvetes, raspadinhas, bebidas e à refrigeração adequada dos alimentos (como não deixar a maionese fora da geladeira).

6.Abuse de alimentos frescos, saladas, verduras e legumes, frutas e sucos. Também não se esqueça dos alimentos que dão energia, como massas, o tradicional arroz com feijão e diferentes carnes. Aproveitar a oportunidade para experimentar receitas novas e combinações não tradicionais.

7.Em relação às guloseimas, nada proibições – só é preciso ter bom senso. Salgadinhos, refrigerantes, balas, chocolates e outros devem ser consumidos sem exageros – e não devem substituir as refeições. O consumo exagerado faz com que as crianças engordem muito nas férias.

8.Não trate a comida como algo sério e sem-graça. Os alimentos devem ser apresentados de forma agradável, com sabor adequado, tempero correspondente à idade e com a capacidade de agradar sem deixar a qualidade nutricional de lado. Mudar o aspecto de um alimento pode ser divertido, desde que a criança não seja enganada.

9.Caso fique em casa nas férias, se possível, faça com que a criança mantenha uma atividade física. Evite que ela passe muito tempo na frente da TV, do computador e do videogame.

10.Por fim, e também muito importante, garanta uma proteção solar adequada. Deixe que elas tomem sol apenas nos horários indicados e não se esqueça do protetor solar.

*Artigo escrito em parceria com a nutricionista Abykeyla Mellisse Tosatti, da Nutrociência Assessoria em Nutrologia

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI115852-15995,00.html

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Alimentos: Alternativas saudáveis aos altos preços

De março do ano passado até março deste ano, os preços dos alimentos chegaram à mesa do consumidor com aumento de de mais de 30%. O IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) revela que os preços subiram 6,34% até março deste ano, contudo, estudos de economistas da Universidade de São Paulo revelam que os preços de frutas, legumes, verduras e alguns cereais, dentre eles, arroz e feijão, acumularam altas de 33,36%.

O preço do tomate, por exemplo, um dos frutos que mais figuravam no prato dos brasileiros, mais que dobrou de preço no período de um ano, com alta de 105,87%. A batata virou outra vilã na alimentação e passou a pesar do bolso, já que ficou 86,51% mais cara.  Com este cenário, fica a dúvida: como driblar a inflação e não faltar alimentos essenciais para manter uma boa nutrição em dia? Se por um lado, comerciantes e feirantes tentam adotar medidas de controle de preços, os consumidores buscam alternativas para não deixar cair a qualidade nutricional dos pratos no dia a dia.

Uma alternativa para substituir frutas que estão caras é optar pelas frutas da estação, como é o caso da goiaba, da ameixa e da uva. E como é possível substituir alimentos caros por aqueles que ofereçam as mesmas vitaminas, minerais e nutrientes por um preço mais em conta? O Mais Equilíbrio fez uma lista de opções de legumes e frutas para que você possa economizar e ainda manter-se saudável!

Laranja pera por…

Manga, melão e kiwi, que, assim como a laranja, são fonte de vitamina C. A vitamina C tem poder antioxidante e é essencial para a saúde dos ossos e dos vasos sanguíneos.

Abacaxi por…

Ameixa, que tem grande quantidade de vitamina C, além das vitaminas do complexo B. Assim como o abacaxi, a ameixa é uma fruta que auxilia na digestão e no trato intestinal.

Tomate por…Pepino, que apesar de ter um gosto completamente diferente do tomate, tem o mesmo valor nutricional e contém vitamina C. A cenoura, um legume que está mais em conta, pode substituir o tomate como suprimento de vitamina C, vitamina E e betacaroteno.

Abobrinha por…

Abóbora nacional, fonte de fibras, vitamina C e outros nutrientes fornecidos também pela abobrinha.

Batata inglesa por…

Batata doce ou inhame. Assim como a batata inglesa, a batata doce e o inhame são ricos em carboidratos, contudo, a batata doce é ainda mais nutritiva que a inglesa, sendo fonte de cálcio, fósforo, potássio, ferro, vitaminas A, C e E, além das do complexo B.

Por Renata Branco

Fonte: http://www.maisequilibrio.com.br/nutricao/alimentos-alternativas-saudaveis-aos-altos-precos-m0316-50727.html

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Corpo humano leva 14 dias para se acostumar com horário de verão

Problemas de falta de atenção, de memória e sono fragmentado podem ocorrer durante adaptação

Um estudo realizado no Brasil concluiu que o corpo humano precisa de ao menos 14 dias para se adaptar totalmente ao horário de verão. Enquanto essa adequação não ocorre, são comuns problemas como falta de atenção, de memória e sono fragmentado.

O horário de verão 2016 começa no Brasil neste dia 16 outubro, e vai até o dia 19 de fevereiro de 2017. Nesse período, o relógio é adiantado em uma hora.

Ele vai vigorar no Distrito Federal e nos Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo

O objetivo é economizar energia elétrica e gerar um ganho de R$ 147,5 milhões, de acordo com estimativa do Operador Nacional do Sistema Elétrico, o órgão governamental que controla o setor. A medida é comum em muitos países.

As primeiras ideias sobre o tema surgiram no fim do século 18 e um de seus maiores defensores foi o patriarca americano Benjamin Franklin. Ele dizia que a mudança no horário era necessária para gerar “economia tanto em velas como em querosene”, segundo o pesquisador Guilherme Silva Umemura.

De acordo com ele, o horário de verão começou a ser adotado na década de 1930 no Brasil. Mas as discussões acadêmicas significativas sobre seu impacto na saúde começaram nos anos de 1970.

O estudo desenvolvido por Umemura no Grupo Multidisciplinar de Desenvolvimento e Ritos Biológicos, vinculado ao Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, se concentrou em como a mudança no relógio influi na temperatura do corpo humano.

“Com a mudança no horário as pessoas são obrigadas a acordar mais cedo e isso gera uma série de modificações fisiológicas no organismo”, afirmou.

Fadiga
Segundo ele, a temperatura do corpo começa a subir mais cedo do que antes do horário de verão. Isso aponta para uma desestabilização entre os ritmos da temperatura corporal e da atividade de repouso.

“Essa dessincronização entre diferentes ritmos gera problemas. Desde problemas fisiológicos como distúrbios de sono.”

“A pessoa fica mais propensa a ter deficits de atenção, pode ter maior fadiga durante o dia, problemas para dormir, fragmentação do sono e até mesmo a diminuição da duração do sono”, disse ele.

A falta de atenção e a fadiga, afirma, podem ser causadores de acidentes de trânsito e acidentes de trabalho.

No começo do horário de verão, de acordo com ele, a maior incidência do sol em horários considerados noturnos faz o organismo atrasar seu ritmo. Isso faz com que a pessoa tenda a ficar mais tempo acordada por sentir sono mais tarde – o que afetaria negativamente o sono noturno

Os grupos mais afetados são os adolescentes e os jovens adultos, segundo o pesquisador.

Adaptação
Porém, na maioria dos casos aos poucos o corpo começa a “se acostumar” com a nova rotina. “No nosso trabalho nós observamos que 14 dias seria o mínimo necessário para a pessoa se adaptar ao horário de verão”, disse Umemura.

Mas, de acordo com ele, embora isso seja menos comum, para algumas pessoas os sintomas podem perdurar até fevereiro, quando ocorre a mudança para o horário normal.

Para chegar a essas conclusões Umemura fez uma pesquisa qualitativa, monitorando dia e noite com aparelhos um grupo de cerca de 20 pessoas – tanto no início como no fim do horário de verão.

A mudança de horário afeta mais quem tem rotinas mais rígidas de trabalho. Mas, para quem tem maior flexibilidade de tempo, o recomendado é tentar minimizar os efeitos da mudança. Uma receita é ir acordando 15 minutos mais cedo diariamente, para que a transição ocorra aos poucos.

 

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/10/corpo-humano-leva-14-dias-para-se-acostumar-com-horario-de-verao-20161015113503522808.html

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