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O desafio de escolher os alimentos

Orgânico, convencional, funcional, enriquecido…você fica confuso com tantos rótulos encontrados nos alimentos? Confira o que significa cada um deles e não se confunda em sua próxima compra.

Os alimentos que você escolhe devem ajustar‐se ao seu gosto, personalidade, tradições familiares e culturais, estilo de vida e orçamento. E nos dias atuais, há uma grande variedade, o que pode deixar muita gente confusa na hora de escolher o melhor para a família

A fim de fazer a melhor opção, é importantea conhecer a origem e a qualidade biológica dos alimentos (o potencial que cada um tem para proteger a nossa saúde). Para selecionar os alimentos, portanto, você precisa conhecer mais que os seus nomes, é preciso conhecer as qualidades interiores de cada um, como calorias, nutrientes e não‐nutrientes que eles contêm. Confira, abaixo, os tipos de alimentos encontrados no mercado:

Convencional: produzido com o uso do solo, de adubos químicos altamente solúveis e com o uso de agrotóxicos (inseticidas, fungicidas, acaricidas, bactericidas, nematicidas, herbicidas, entre outros).

Orgânico: conhecido como um produto isento de fertilizantes químicos e agrotóxicos, produzido em solo vivo, com boas condições para que se desenvolva bem e produza um alimento sadio e sem resíduos tóxicos. Para a produção dos orgânicos não é permitido usar agrotóxicos e adubos químicos de alta solubilidade e nenhum produto que deixe resíduo no solo, na água, no animal e nos alimentos. O alimento traz em sua embalagem o “selo verde” como garantia de sua qualidade. Já existem diversos produtos orgânicos no mercado, como sucos, geléias, laticínios, óleos, doces, palmito, pães, biscoitos, molhos, especiarias, cerveja, vinho, cachaça, café, barra de cereais, hortaliças processadas, entre outros. O grande obstáculo desses produtos é preço – em média, 40% mais elevado que os dos produtos convencionais.

Hidropônico: produzido em ambiente protegido (estufas) sem o uso de solo e com o uso de adubos químicos de fácil solubilidade em água. Como o cultivo é feito longe do solo, as plantas não têm contaminantes como bactérias, fungos, lesmas, insetos ou vermes. E, por serem criadas em um ambiente controlado, crescem mais saudáveis.

Funcional: é todo aquele alimento ou ingrediente que, além das funções nutricionais básicas, quando consumido como parte da dieta habitual produz efeitos metabólicos e/ou fisiológicos e/ou benéficos à saúde. Esses alimentos possuem três propriedades principais: reduzem o risco de doenças, modelam funções do sistema imunológico e melhoram ou modulam a disposição e o desempenho físico. Mas fique atento: os alimentos funcionais não são destinados a tratar ou a curar doenças, e sim contribuir para uma melhor qualidade de vida.

Transgênico: é geneticamente modificado. Nesse processo, a planta adquire propriedades de certas bactérias, o que faz com que funcionem como inseticidas naturais ou que resistam a um determinado tipo de herbicida.

Fast-food: alimento geralmente preparado em restaurante e que está disponível em questão de minutos na sua casa ou no próprio local onde é feito.

Diet: é geralmente utilizado em dietas de restrição, e deve ter total ausência de um determinado ingrediente, como carboidrato (sacarose), proteína, gordura ou sódio. É importante que fique bem claro que nem todos os produtos denominados dietapresentam diminuição significativa na quantidade de calorias e, portanto, devem ser evitados pelas pessoas que desejam emagrecer.

Light: alimento com redução mínima de 25% de qualquer de seus atributos, como calorias, açúcar, sal, gordura, carboidrato e colesterol.

Alimento enriquecido: enriquecer/fortificar um alimento consiste em adicionar um ou mais nutrientes essenciais contidos naturalmente ou não no alimento. O objetivo é reforçar o  valor nutritivo e prevenir – ou corrigir – deficiências de um ou mais nutrientes na alimentação da população ou de grupos específicos.

Alimento processado: é aquele submetido a qualquer processo, como moagem, alterações de textura, cozimento ou outros. Depende do composto inicial e do processo, um determinado alimento processado pode ou não ser nutritivo.

Referência consultada: Ornellas, LH. Técnica dietética: seleção e preparo de alimentos. 8ª ed. rev. Ampl.

*Coluna escrita em parceria com a nutricionista Abykeyla Mellisse Tosatti, especializanda em Adolescência para Equipes Multidisciplinares da UNIFESP e colaboradora da Nutrociência

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI112080-15995,00.html

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Alimentação adequada das crianças no verão

Durante as férias, a rotina muda, mas é preciso tomar alguns cuidados com a saúde do seu filho. Confira a coluna do nutrólogo Mauro Fisberg.

As férias escolares estão no auge! Sinônimo de muita diversão, passeios, viagens, praia, piscina, tarde com os amigos, horários flexíveis e consumo freqüente de comidas nada saudáveis. Tudo sai da rotina – afinal são as férias! Mas quando se trata da alimentação da criançada, é preciso tomar alguns cuidados, mesmo nos dias de folga. Aqui, sugerimos algumas medidas para que o verão passe sem contratempos:

1.Procure ter um horário para seu filho acordar, fazer as refeições, se divertir e dormir.

2.Garanta refeições fracionadas: café da manhã, almoço, café da tarde e jantar. Nunca deixe de preparar um café da manhã completo antes de sair de casa, pois dessa forma você garante nutrientes necessários no período da manhã.

3.Um ponto muito importante durante o verão é a hidratação. Caso esteja na praia ou na piscina, aumente a ingestão de água ou sucos de fruta naturais, vitaminas com leite e frutas, água de coco e picolé de frutas. O risco de desidratação aumenta no verão e as crianças muitas vezes não têm vontade de parar de brincar para beber algo, mesmo que sintam sede.

4.Dê preferência a alimentos leves, como verduras, legumes, grelhados, assados e refogados. Evite frituras e condimentos em excesso. Esteja atento, também, à procedência dos alimentos. Procure fazer as refeições em locais confiáveis.

5.Para minimizar as chances de contaminação alimentar, fique atento a frutos do mar, sorvetes, raspadinhas, bebidas e à refrigeração adequada dos alimentos (como não deixar a maionese fora da geladeira).

6.Abuse de alimentos frescos, saladas, verduras e legumes, frutas e sucos. Também não se esqueça dos alimentos que dão energia, como massas, o tradicional arroz com feijão e diferentes carnes. Aproveitar a oportunidade para experimentar receitas novas e combinações não tradicionais.

7.Em relação às guloseimas, nada proibições – só é preciso ter bom senso. Salgadinhos, refrigerantes, balas, chocolates e outros devem ser consumidos sem exageros – e não devem substituir as refeições. O consumo exagerado faz com que as crianças engordem muito nas férias.

8.Não trate a comida como algo sério e sem-graça. Os alimentos devem ser apresentados de forma agradável, com sabor adequado, tempero correspondente à idade e com a capacidade de agradar sem deixar a qualidade nutricional de lado. Mudar o aspecto de um alimento pode ser divertido, desde que a criança não seja enganada.

9.Caso fique em casa nas férias, se possível, faça com que a criança mantenha uma atividade física. Evite que ela passe muito tempo na frente da TV, do computador e do videogame.

10.Por fim, e também muito importante, garanta uma proteção solar adequada. Deixe que elas tomem sol apenas nos horários indicados e não se esqueça do protetor solar.

*Artigo escrito em parceria com a nutricionista Abykeyla Mellisse Tosatti, da Nutrociência Assessoria em Nutrologia

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI115852-15995,00.html

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Benefícios de Ouvir Música

A música faz bem aos ouvidos e à alma. Ela embala nossos sonhos, nos consola nos momentos de tristeza e marcam os melhores momentos da nossa vida. E sempre tem aquela música que é a nossa verdadeira trilha sonora. Mas é bom saber que os benefícios de ouvir música vão muito além de melhorar nosso estado de espírito, a música é uma terapia comprovada por cientistas. E quanto o assunto é relacionamento, a playlist musical faz toda a diferença.

Um estudo feito pelo neurocientista Daniel J. Levitin americano, autor da obra “Este é seu cérebro na música”, reuniu 30 mil pessoas e identificou que ouvir a sua música preferida, por exemplo, pode fazer você se sentir mais amado e melhora sua auto estima, tornando mais fáceis mesmo as atividades mais difíceis de fazer e pode promover uma reunião familiar mais sólida e aconchegante.

Há ainda uma constatação desde estudo que realmente se destaca: 67% dos entrevistados disseram que fazem mais sexo enquanto ouvem música em sua casa. “A verdade é que as pessoas podem estar compartilhando uma casa, mas elas não estão compartilhando atenção mútua. E, nesse sentido, a música é capaz de mudar isso, promovendo a união de todos”, disse Levitin.

“Uma das coisas que acontece quando as pessoas ouvem música em voz alta em conjunto é que seus neurônios disparam de forma síncrona. Ou seja, eles estão disparando na mesma frequência que a pessoa que está na sua companhia. E por razões que não entendemos completamente, isso libera ocitocina (o ‘hormônio do amor’)”, disse Levitin.

Se você ainda não está convencida sobre o poder da música, saiba que a música ajuda a aliviar o estresse e reduz a fome, alivia a dor e auxilia na produção de serotonina, hormônio responsável por causar entusiasmo. Então, toca o som “DJ”!

Por Renata Branco

Fonte: http://www.maisequilibrio.com.br/saude/beneficios-de-ouvir-musica-m0516-50797.html

 

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Alimentação para Mulheres

Em todas as fases da vida é preciso ter uma alimentação balanceada, consumir todos os nutrientes importantes para o bom funcionamento do organismo, além da prática de exercícios regularmente. Mas existem algumas fases que o consumo de certos alimentos pode colaborar com um melhor desempenho do organismo, vejamos algumas:

Dos 30 aos 45 anos

Cálcio

– As mulheres que estão nessa faixa etária devem ficar bem atentas com o consumo de cálcio, nutriente importante na prevenção da osteoporose. Para alcançar a recomendação diária é necessário o consumo de leite e derivados com teor reduzido de gorduras, que são fontes de proteínas, cálcio e contem poucas calorias. Outros minerais também auxiliam na formação e manutenção óssea, como fósforo e magnésio, presentes nos cereais integrais, ovos, legumes e frutas.

Fibras

– É muito comum a queixa de problemas com o funcionamento intestinal. Uma alimentação rica em fibras pode ajudar a resolver essa situação. Para isso é necessário o consumo diário de frutas, verduras, legumes, cereais integrais, acompanhado de uma ingestão adequada de água (1,5 a 2L).

TPM

– Alterações de humor, ansiedade, dores de cabeça e outros sintomas fazem parte desse período de grande desconforto para muitas mulheres que sofrem de TPM, mas saiba que a alimentação pode ajudar a controlar os sintomas. Evite frituras e alimentos gordurosos, refrigerantes, bebida alcoólica, café e chá preto. Consuma castanhas e leite, derivados com baixo teor de gordura.

Inchaço

– Também é comum as mulheres reclamarem muito de inchaço, retenção de líquidos. Beber bastante líquido e diminuir o consumo de sódio podem resolver o problema. Evite os alimentos industrializados: pratos prontos, salgadinhos de pacote, embutidos, sopas de saquinho, sucos em pó, etc. Também diminua o sal.

Metabolismo

– A partir dessa idade o gasto de energia corporal começa a declinar e o metabolismo pode começar a ficar mais lento. Um dos motivos dessa alteração é a perda muscular progressiva que inicia, os músculos são grandes consumidores de calorias, por este motivo é fundamental a prática de exercícios regulares. Para manter ou adquirir massa muscular a musculação pode ser uma boa opção como modalidade a praticar.

Dos 45 aos 60 anos

Menopausa

– No processo de envelhecimento há uma queda dos níveis de estrogênio ovariano que é conhecida como climatério. A menopausa é a interrupção dos ciclos menstruais, que geralmente acontece nessa faixa etária. A reposição hormonal consegue contrabalançar alguns efeitos da menopausa, mas uma alimentação saudável e exercícios físicos regularmente podem contribuir de forma muito positiva. Algumas recomendações são importantes na alimentação: aumentar o consumo de frutas, verduras e legumes, aumentar também o consumo de fibras que promovem a saciedade, que vai auxiliar na manutenção do peso. A soja e os seus derivados podem ajudar a normalizar os níveis de estrógeno, que é o hormônio responsável por essas alterações hormonais como ditos anteriormente.

Aveia

– A aveia é um cereal altamente nutritivo, além de ser fonte de carboidrato, vitaminas e minerais, é rica em fibras. O tipo de fibra presente na aveia é solúvel, que de acordo com pesquisas podem diminuir os níveis de colesterol no sangue. Essa fibra solúvel chamada ß-glucana é responsável por parte das vantagens nutricionais proporcionadas pelo consumo da aveia, como o bom funcionamento intestinal, a diminuição do colesterol total e LDL (colesterol ruim), e também existem estudos que observaram resultados satisfatórios no controle da pressão arterial e controle da glicemia.

Câncer

– Nesta fase da vida, mais do que nunca, a mulher deve estar atenta ao câncer e se prevenir. Veja os alimentos que podem colaborar na prevenção do câncer:

Hortaliças, frutas e legumes são aliados da redução do risco de câncer de mama e colo de útero. Vegetais alaranjados, como cenoura e abóbora, folhas de cor verde-escuro, como brócolis e espinafre, também previne o câncer de mama. Repolho, brócolis e couve-flor aumentam as defesas orgânicas contra agentes cancerígenos.

Acima de 60 anos

Antioxidantes

– Nesta fase da vida da mulher, vale continuar com os mesmos cuidados das fases anteriores. No entanto, os antioxidantes ganham importância por combaterem os radicais livres que são produzidos pelo organismo por provocando danos celulares. Conheça alguns alimentos antioxidantes: cenoura, linhaça, oleaginosas, frutas cítricas, suco de uva integral, tomate, óleo de coco, soja, brócolis, couve-flor, gérmen de trigo, peixes, etc.

Artrite e Artrose

– A artrite é uma inflamação das articulações que causa dores, perda de movimentos, de massa e de força muscular. Alimentos como vegetais verdes e amarelos (ricos em vitamina C que ajuda a reduzir os danos às células) e ervilhas e feijão (ricos em zinco que melhora o funcionamento do sistema imunológico) podem auxiliar no tratamento. A artrose é uma doença degenerativa no qual ocorrem lesão e perda das cartilagens. É importante procurar manter o peso estável evitando os alimentos ricos em gordura e açúcares, pois o excesso de peso aumenta ainda mais a inflamação.

Absorção

– Com a idade, o corpo fica menos eficiente para absorver e usar alguns nutrientes, por isso o corpo pode precisar de quantidades extras de alguns nutrientes, como o cálcio (leite e derivados, vegetais de folhas verdes escuras), fibras (verduras, legumes, frutas, alimentos integrais), potássio (abacate, tomate, banana, batata, cenoura, beterraba) vitamina B12 (carnes, ovos, fígado), vitamina D (gema de ovo, fígado, peixes) e zinco (carne vermelha, leite de derivados, feijão).

 

Fonte: http://www.maisequilibrio.com.br/nutricao/alimentacao-para-mulheres-2-1-1-672.html

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