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Os melhores alimentos integrais para servir aos filhos

Além de arroz e do pão com farinha integral, o que mais as crianças podem comer e se beneficiarem com esses alimentos que não passaram por processo de beneficiamento

Os alimentos integrais de origem vegetal já fazem parte do nosso cotidiano, como as frutas. Mas você sabe quais outros alimentos integrais precisam entrar nas compras do supermercado e serem oferecidos aos filhos?
Aqui vai uma lista deles:

  • Arroz integral
  • Feijão (qualquer tipo)
  • Grão de bico
  • Lentilha
  • Farinha de trigo integral
  • Aveia
  • Quinoa
  • Pão
  • Pipoca
  • Massa integral
  • Todas as frutas

Se a sua família não está acostumada aos sabor dos grãos integrais, vá introduzindo esses alimentos aos poucos. Porém, é importante oferecer toda semana, até todos se acostumarem. É uma delícia!

Patricia

Fonte: Patrícia Cerqueira.
Patrícia é jornalista, atuou principalmente em saúde e educação, em veículos como Crescer, Marie Claire, Folha de S.Paulo e Época. Escreve sobre alimentação infantil e da família desde 2009, quando montou o blog Comer para Crescer. Mantém um diário virtual, o Comida Boa Muda Tudo, onde escreve suas reflexões e descobertas a respeito da culinária e do comportamento do ser humano à mesa, durante as refeições. Mãe do Samuel, 14 anos, e do Miguel, 10 anos.
http://disneybabble.uol.com.br/br/rede-babble/sa%C3%BAde-e-bem-estar/os-melhores-alimentos-integrais-para-servir-aos-filhos

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O bacana do arroz e do feijão

A dupla mais famosa da culinária brasileira é rica em minerais e poderosa na energia. Saiba o que tem dentro desses grãos

Fico triste em ler notícias mostrando que a família brasileira tem comido cada vez menos feijão porque o preparo é demorado. É realmente de entristecer que o nosso cotidiano tenha se transformado tanto a ponto de afastar o brasileiro de um dos alimentos que nos define e nos identifica. Na minha casa não pode faltar arroz e feijão. Todo dia o casal mais brasileiro dos brasileiros está à mesa por aqui porque nós gostamos e também porque descobri que arroz e feijão são alimentos tão bacanas para a nossa saúde que não dá para dispensar do prato ou trocar eles por uma comidas preparadas industrializadas. Pelo menos, não sempre.

Feijão é um alimento bacanérrimo. Em 1/2 xícara de chá do carioquinha tem 64% das necessidades diárias de fibra. No feijão branquinho, 53% das necessidades diárias de fibra.

O arroz também é super-ultra-bacana. Em meia xícara de chá do tipo agulhinha, por exemplo, tem (preste atenção):

– 13% de carboidrato (energia boa)
– 22% de manganês
– 8% de zinco
– 7% de fósforo
– 6% de vitaminas B3 e de B6
– 8% de zinco e vitamina B5

Dá trabalho para fazer arroz e feijão? Eu não acho. Para o arroz, a gente suja apenas uma panela. E para feijão também, se ele for cozido já temperado.

Demora? Não. Em 30 minutos qualquer arroz, inclusive o integral, fica pronto aqui em casa. O feijão, de fato, leva mais tempo. Eu o deixo de molho durante duas horas antes de cozinhar. Como já sei disso, costumo preparar em grande quantidade e congelar.

O sabor enjoa? Se souber variar o tempero, não.

Então, que tal voltar a ter essa dupla poderosa, cheia de minerais super importantes para o bom funcionamento do organismo, à mesa com frequência?

Beijos com aroma de arroz e feijão fresquinho,
Patricia

Fonte: Patrícia Cerqueira.
Patrícia é jornalista, atuou principalmente em saúde e educação, em veículos como Crescer, Marie Claire, Folha de S.Paulo e Época. Escreve sobre alimentação infantil e da família desde 2009, quando montou o blog Comer para Crescer. Mantém um diário virtual, o Comida Boa Muda Tudo, onde escreve suas reflexões e descobertas a respeito da culinária e do comportamento do ser humano à mesa, durante as refeições. Mãe do Samuel, 14 anos, e do Miguel, 10 anos.
http://disneybabble.uol.com.br/br/cozinhar/o-bacana-do-arroz-e-do-feij%C3%A3o

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Você conhece o Slow Food?

Movimento com mais de 1 milhão de adeptos em mais de 150 países propõe que se coma sem pressa, que se tenha prazer com alimento e evite o desperdício

Se você gosta e cozinha, se preocupa em ter mais alimentos frescos na geladeira do que congelados industrializados no freezer, não é deslumbrada com essa história de produto importado (tipo sal azul, vermelho, verde ou cor de abóbora), tenta encaixar a compra de alimentos orgânicos no orçamento doméstico e detesta refeição que se come em pé? Querida, acho que você pratica slow food!
Não sabia?

Pois é. O movimento chamado Slow Food foi criado na Itália, na década de 80, por Carlo Petrini. Posso dizer que o sujeito era um visionário. Já naquela época, ele anteviu que a forma como as pessoas, as famílias em particular, estavam se alimentando não era a mais adequada, que não daria muito certo, não seria a mais saudável para o nosso organismo.

O movimento nasceu para ser um contraponto ao aumento do fast food e o desaparecimento das tradições familiares, que leva ao desinteresse das pessoas pela origem da comida, seu sabor e como nossas escolhas afetam o meio ambiente.

“O Slow Food opõe-se à tendência de padronização do alimento no mundo e defende a necessidade de que os consumidores estejam bem informados, se tornando co-produtores”, diz o movimento no site brasileiro.

Desde a sua criação, o movimento só ganhou força e cresceu, se espalhando mundo afora, mostrando que há muita gente a fim de desacelerar, descomplicar ecomer comida boa. O Slow Food criou documentos, promoveu congressos, feiras e grupos de discussão. Em 2008, Carlo figurou na lista das 50 Pessoas que Podem Salvar o Mundo feita pelo jornal inglês The Guardian.

Para o movimento, o alimento deve ser bom, limpo e justo. “O que comemos deve ter bom sabor; deve ser cultivado de maneira limpa, sem prejudicar nossa saúde, o meio ambiente ou os animais; e os produtores devem receber o que é justo pelo seu trabalho.”

Eu pratico Slow Food (e também Comfort Food). Muito provavelmente você também! Se ainda não pratica, veja só algumas sugestões:

Vá mais devagar na sua vida

1. Compre ingredientes integrais. Cozinhe-os e coma.

2. Evite comida processada com longas listas de ingredientes. Coma comida de verdade.

3. Plante algo que você possa comer, mesmo que seja na sua janela.

4. Sempre que possível, conheça a história por trás do alimento que você compra.

5 . Compre comida local e descubra o que está em temporada!

Viu. Não é difícil praticar Slow Food! Para saber mais, visite o Slow Food Brasil.



Fonte: Patrícia Cerqueira.
Patrícia é jornalista, atuou principalmente em saúde e educação, em veículos como Crescer, Marie Claire, Folha de S.Paulo e Época. Escreve sobre alimentação infantil e da família desde 2009, quando montou o blog Comer para Crescer. Mantém um diário virtual, o Comida Boa Muda Tudo, onde escreve suas reflexões e descobertas a respeito da culinária e do comportamento do ser humano à mesa, durante as refeições. Mãe do Samuel, 14 anos, e do Miguel, 10 anos.
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Supermercados ingleses reduzem desperdício alimentar em 20.000 toneladas num ano

Asda, Co-operative Food, Marks and Spencer, Morrissons, Sainsbury’s, Teso e Waitrose, os sete principais supermercados britânicos, reduziram o seu desperdício alimentar em 20.000 toneladas no último ano, de 200.000 para 180.000 toneladas.

De acordo com um novo estudo da British Retail Consortium (BRC), o novo número representa apenas 1% do desperdício global britânico, avaliado em 15 milhões de toneladas. O estudo admite ainda que a posição privilegiada destas empresas no centro da cadeia de fornecimento poderá influenciar e potencialmente reduzir não apenas a quantidade de alimentos desperdiçados nas lojas mas também nas casas das pessoas.

“Damos as boas-vindas ao facto de os níveis de desperdício alimentar da indústria do retalho estarem a descer, mas é também importante continuar a focar a nossa atenção e esforços no local onde a maior parte da redução do desperdício alimentar pode ser feita: na cadeia de fornecimento e nas casas dos consumidores”, explicou ao Edie Andrew Opie, director de comida e sustentabilidade da BRC.

“Como indústria temos uma enorme contribuição a fazer e vamos continuar a trabalhar com os fornecedores e clientes para prosseguir os progressos que têm sido conseguidos”, concluiu.

Com as informações Green Savers

Fonte: http://meioambienterio.com/2015/11/11121/supermercados-ingleses-reduzem-desperdicio-alimentar-em-20-000-toneladas-num-ano/

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