Open post

BNDES lançará crédito a juro baixo para pequenos negócios ainda este mês

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) apresentou na última quarta-feira (3) uma proposta de linha de crédito para capital de giro dedicada a empresas de pequeno porte, que faturam até R$ 360 mil por ano – estão nessa faixa 78% das microempresas brasileiras.

O objetivo é que ao final de fevereiro já estejam disponíveis empréstimos com taxas de até 18% ao ano. Vale lembrar que a esse percentual serão acrescidos os custos cobrados pelos operadores financeiros, que são os bancos comerciais que oferecem as linhas de crédito do BNDES.

Os empréstimos dessa linha devem ter garantia de 80% dos fundos garantidores (FGI – Fundo Garantidor para Investimentos, FGO – Fundo Garantidor de Operações e Fampe – Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas) e teto anual de R$ 30 mil por tomador.

Burocracia reduzida para os pequenos

A instituição orientará os gestores a reduzir a burocracia envolvida nessas operações, dispensando a apresentação de alguns documentos por parte dos tomadores de crédito.
“Queremos uma operação autossustentável, com foco no pequeno. Não é subsídio nem assistencialismo”, afirmou o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, entidade na qual foi feito o anúncio do BNDES, após reunião com a presença também de representantes da ABDE (Associação Brasileira de Instituições Financeiras de Desenvolvimento), Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

No encontro, no entanto, não houve consenso sobre as taxas finais que serão praticadas pelos bancos comerciais junto aos pequenos empreendedores.

Os participantes do encontro se comprometeram a realizar novos cálculos e orientar os sistemas de tecnologia da informação das instituições financeiras para viabilizar o novo produto. Um próximo encontro para debater o crédito aos pequenos empreendimentos foi marcado para o dia 17 de fevereiro, na sede do Sebrae.

Na reunião de terça-feira (2), o banco de desenvolvimento já havia anunciado que o prazo de amortização do Cartão BNDES será ampliado de 48 para 60 meses. Outros ajustes estão sendo acertados para aumentar a atratividade do cartão, sem onerar o cliente final, a exemplo do uso do FAMPE como garantidor.

Fonte: http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2016/02/04/bndes-lancara-credito-a-juro-baixo-para-pequenos-negocios-ainda-este-mes.htm

Open post

Conheça 9 maneiras de se proteger contra o zika vírus

A epidemia de zika já atingiu pelo menos 20 Estados brasileiros e tem se espalhado pela América Latina de maneira rápida e alarmante. O vírus, que é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, está sendo relacionado aos cerca de 3,4 mil casos suspeitos de microcefalia sendo investigados no Brasil (no momento, 270 casos foram confirmados) e, por isso, o governo federal anunciou até uma força tarefa para combater o mosquito envolvendo uma megaoperação do Exército.

“É uma pandemia em andamento”, disse Anthony Fauci, especialista em doenças infecciosas do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos.

Não há vacinas ainda para prevenir o zika, mas é possível fazer algumas coisas para “fugir” do vírus.

As duas principais formas de prevenção ao zika – e às outras doenças causadas pelo Aedes aegypti, como dengue e chikungunya – são acabar com os focos do mosquito (locais de água parada) e usar repelente para evitar a picada.

A seguir, dicas de como se prevenir da doença:

1) Elimine todos os focos de água parada

As autoridades brasileiras têm afirmado que a principal forma de combater o zika é acabar com o mosquito que transmite o vírus. Para fazer isso, é necessário eliminar todos os possíveis focos de reprodução do Aedes aegypti.
O mosquito precisa da água parada para colocar seus ovos, então qualquer lugar que possa acumular o mínimo de água pode virar um foco da doença.
Isso inclui vasos de plantas, que às vezes ficam com água acumulada no prato, potes de água de animais domésticos, garrafas – elas devem sempre ser mantidas para baixo, assim como baldes -, e até poças de água da chuva no quintal ou na calçada. Privadas sem tampa também podem ajudar a proliferar o mosquito – é sempre preferível deixá-las com a tampa abaixada.
Os ovos do Aedes aegypti podem ficar até um ano em local seco apenas à espera de um pouco de água para que as larvas possam sair e virar mosquitos. Por isso, é preciso cuidado para não deixar a água acumular em nenhum lugar da casa.
É recomendável também limpar calhas várias vezes por semana e cobrir os reservatórios de água e piscinas, a não ser que eles sejam devidamente clorados (o cloro impede a reprodução dos mosquitos).

2) Use repelente

Para evitar ser picado pelo mosquito, a melhor estratégia é passar repelente em todas as partes expostas do corpo.
O Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) recomenda a utilização de repelentes à base de n,n-Dietil-meta-toluamida (DEET) ou icaridina.
A orientação é que se aplique o repelente regularmente, seguindo as instruções na própria embalagem. Caso se utilize também o filtro solar, é importante passar o repelente depois porque o protetor pode “mascarar” seus efeitos.
Mulheres grávidas também podem utilizar o repelente – mas é sempre bom conversar com o médico para ver qual seria o mais adequado. Por conta do risco de microcefalia, é importante que as grávidas em especial façam muito uso do repelente para evitar a picada do mosquito.

3) Use roupas compridas

A orientação dos especialistas – principalmente para mulheres grávidas – é que utilizem roupas que deixem poucas partes do corpo expostas ao mosquito. Calças, blusas de manga comprida e roupas grossas para evitar que ao picada por cima delas – o que pode ser um desafio em meio ao verão de altas temperaturas no Brasil.
Há também algumas roupas especiais que contêm permetrina, um inseticida sintético incorporado ao tecido, mas isso só está disponível para comprar em alguns países.

4) Casa “à prova de mosquito”

Sempre que possível, especialistas recomendam dormir atrás de “barreiras físicas”, como portas fechadas, janelas vedadas e telas de mosquito.
Durante a noite, um mosquiteiro pode oferecer uma proteção extra. Mas é bom lembrar que o Aedes aegypti costuma agir mais durante o dia, então o cuidado deve ser permanente.
Há também os sistemas de repelentes ligados na tomada e de nebulização de mosquito, com bicos que borrifam inseticida – que são amplamente utilizados apesar de serem polêmicos, já que podem afetar abelhas, borboletas e outros insetos.

5) Lixo

O lixo doméstico também pode se tornar um terreno fértil para os mosquitos – porque é fácil acumular água nele.
Especialistas alertam para que pessoas em áreas de risco tomem precauções extras ao manusear o lixo. É importante mantê-lo em sacos plásticos sempre fechados.
Pneus velhos e materiais de construção devem ser removidos de quintais – eles são um foco muito comum das larvas do mosquito.

6) Fumacê

A técnica do “fumacê” tem sido bastante utilizada em algumas das regiões mais afetadas do país. Ela consiste em levar caminhonetes com “mangueirões” que soltam jatos de inseticidas em casas ou edifícios para matar os mosquitos adultos.
Essa é uma das medidas de emergência que estão sendo consideradas para acabar com o mosquito nos locais de competições olímpicas no Rio de Janeiro.

7) Estratégias de controle do mosquito

Uma das estratégias adotadas para controlar a proliferação do Aedes aegypti foi desenvolver um mosquito macho geneticamente modificado com a proteína TTA.
A transmissão da dengue, da zika e da chikungunya é feita pela fêmea. E os mosquitos que nascerem dos cruzamentos com esses transgênicos irão morrer antes de chegar à vida adulta.
Jacobina, no interior na Bahia, chegou a utilizar essa estratégia e conseguiu reduzir as ocorrências de dengue em 90%. Piracicaba (SP) adotou a mesma medida no ano passado.
Outros tentaram soluções mais inesperadas, como fez a cidade de Itapetim, em Pernambuco. Eles criaram um “exército natural” de peixes de pequeno porte de água doce e colocá-lo em caixas d’água e cisternas que abrigam larvas do mosquito. O peixe come os ovos e os impede de se desenvolver.

8) Evitar viagens

Para os que vivem fora das áreas mais afetadas, é aconselhável evitar ir para regiões com maior incidência do mosquito e da doença – Pernambuco, Paraíba e Bahia são os Estados brasileiros mais afetados por enquanto, com mais casos de microcefalia reportados.
Alguns governos chegaram até a recomendar que a população não viaje para os países que estão sofrendo mais com o problema. Nos Estados Unidos, por exemplo, a CDC pediu às mulheres grávidas que evitem viajar para a América Latina e para o Caribe por enquanto.
“Até que se saiba mais a respeito da doença, mulheres grávidas devem considerar adiar viagens para quaisquer áreas onde a transmissão do zika vírus está endêmica”, afirmou um dos representantes do CDC.
A Organização Mundial da Saúde, porém, não adotou a mesma recomendação. “Baseado em evidências concretas, a OMS não está recomendando nenhuma restrição de viagem ou de negócios relacionada ao zika vírus. Como medida de precaução, alguns governos podem fazer recomendações de saúde pública para a população local baseados em suas avaliações próprias.”

9) Impedir a propagação

Se uma pessoa está infectada, precauções extras deveriam ser tomadas para evitar a propagação ainda maior da doença para outras pessoas. Isso porque o vírus fica no sangue e pode ser passado para os outros por meio de picadas.
Sendo assim, mesmo que a pessoa já tenha tido a confirmação de que está com zika, ela deve seguir passando repelente principalmente na primeira semana e tomar os devidos cuidados para evitar outras picadas – que poderão contaminar outras pessoas por intermédio do mosquito picador.
Além disso, apesar de não haver nenhuma confirmação oficial de que há risco de transmissão sexual do zika (e de isso estar sendo estudado), alguns especialistas recomendam o uso de camisinha pelo menos por duas semanas durante a recuperação da doença.

Open post

Escolher escola do filho exige equilíbrio e sensibilidade

A escolha da escola onde matricular o filho é uma das decisões mais complexas que os pais precisam tomar. É necessário que sejam analisados vários pontos, que vão desde qualidade da educação ao preço ofertado pelas instituições.
A educação infantil reflete nas decisões e resultados futuros que podem repercutir em toda a família. O principal ponto de partida é estabelecer o que se espera do colégio.
Determinar fatores importantes, como proximidade, espaço físico, opção de período (matutino, vespertino ou integral) e oferta de cursos extracurriculares, ajuda a filtrar aprocura.
Cada família tem as próprias peculiaridades a considerar. “Verifico a missão e os valores da escola, e se tem princípios religiosos, pois sou católica. Estrututa, acessibilidade, referências e indicação também contam”, pontua a esteticista Luziane Ribeiro, 28, mãe de Lara, 3.
A analista de atendimento Fabiana Souza, 32, também estabelece critérios para a escolha: “Toda mãe faz uma série de buscas e visitas. Seja pela escola próxima de casa, do trabalho, o método de ensino, os docentes e a segurança”, declara a mãe de João Victor, 4.
A orientadora pedagógica Érika Dourado alerta para a superoferta de pré-escolas, que prometem o desenvolvimento das crianças. “A disputa, muitas vezes, ultrapassa o limite ético e descamba para a propaganda barata”, adverte Érika.
Ela ainda alerta para o fato de que crianças menores não estão preparadas para aprender da mesma forma que as mais velhas: “A pré-escola deve ser, sobretudo, um ambiente seguro e estimulante, supervisionado por profissionais preparados”.
Conversar com a equipe pedagógica a respeito da metodologia e propostas é fundamental.
“Outra dica é visitar o site institucional, pois costuma ser uma boa vitrine do trabalho desenvolvido ao longo do ano. A relação estabelecida entre os alunos e os profissionais é outro fator importante a ser observado”, exemplifica Érika.
Fabiana conta que mantém sempre um diálogo com a coordenação, seja por visitas à escola ou recados na agenda do filho.
“É importantíssimo esse estreitamento entre ambos. Afinal, é a equipe pedagógica que vai auxiliar. A conversa deve ser franca. Desde o comportamento do meu filho ao desempenho nas atividades”, acredita a analista de atendimentos.
Fabiana diz, ainda, que foram essas conversas que a ajudaram a desenvolver o lado social do filho, que era uma criança retraída.
Também deve ser considerada a busca de referências com outros pais, para compreender um pouco mais sobre a instituição escolhida para matricular as crianças. Parentes e amigos costumam ser bons indicadores, por compartilhar opiniões parecidas.

Qualidade x preço

No momento da procura, é substancial que a mensalidade se adapte à realidade financeira do responsável. A orientadora pedagógica pondera que, nem sempre, o alto custo de uma mensalidade significa boa qualidade educacional.
“Opte por uma escola em que o seu filho sinta-se bem com a convivência entre os colegas e a equipe escolar. Bons resultados na aprendizagem refletem a qualidade acadêmica”, aconselha Érika Dourado.
Luziane concorda: “Mesmo com a crise, não dá para abrir mão da qualidade do ensino. Esse é um ponto essencial. Mas o preço pode ser pesquisado, sim”, pensa.

Familiarização

É normal que a garotada tenha medo do desconhecido. Crianças que estão iniciando a idade escolar levam mais tempo para se desligar da presença dos pais. O ambiente escolar precisa transmitir segurança e conforto para elas.
“Antes de iniciar meu filho na escola, eu o levei para conhecer e se familiarizar. Acredito que o diálogo e a paciência andam juntas. Ele precisa sentir que aquele ambiente é o novo, mas não ruim”, esclarece Fabiana.
A orientadora explica que existe um período de adaptação nos primeiros dias.
Porém, se a família dos alunos e a escola perceberem que existem divergências entre as expectativas de ambos, aí é o momento de conversar.

Fonte: http://atarde.uol.com.br/educacao/noticias/1739895-escolher-escola-do-filho-exige-equilibrio-e-sensibilidade#sthash.FQTqXChG.dpuf

Open post

Dengue chega a 1,59 milhão de casos no Brasil em 2015 em balanço parcial

Governo ainda não terminou de compilar dados da doença em ano recorde.
Aedes também espalhou vírus chikungunya por 10 estados e zika por 19.

O Ministério da Saúde ainda não terminou de compilar todos os casos de dengue registrados em 2015, mas até 5 de dezembro o número de vítimas do vírus havia chegado a 1,59 millhão.
No último boletim epidemiológico divulgado pelo governo sobre a doença, as regiões Sudeste e Centro-Oeste apareceram com as maiores taxas de disseminação da doença. São Paulo e Goiás tiveram até o período, respectivamente, incidências de 2.438 e de 1.640 casos por 100 mil habitantes.

Os quatro municípios recordistas na permanência da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti são paulistas:

Onda Verde: 17.966 casos/100 mil
Rio Claro: 10.237 casos/100 mil
Sorocaba: 8.647 casos/100 mil
Campinas: 5.746 casos/100 mil

Antes de dezembro, 2015 já havia se tornado o ano com maior número de casos registrados de dengue e de mortes provocadas pela doença. Até 5 de dezembro, 839 pessoas haviam morrido em decorrência da dengue, um aumento de 80% em relação a 2014.

O ano de 2015, ainda em outubro, já havia superado o ano recorde de casos de dengue, que era de 1,45 milhão, em 2013. Em 2014, ocorreram 589 mil casos, ou seja, um aumento de 169% só até a primeira semana de dezembro.

Zika, chikungunya e febre amarela
O Ministério da Saúde ainda não conseguiu concluir os números de 2015 sobre chikungunya e sobre zika, outros dois vírus transmitidos pelo Aedes aegypti, mas confirmou a gravidade das endemias.

A chikungunya teve mais de 17 mil casos suspeitos, mas só 374 foram confirmados por diagnóstico laboratorial. Outros 6.350 foram confirmados por critério clínico e 8.926 não tiveram resultado conclusivo.

A maior parte dos municípios com casos de transmissão autóctones (não importados) está concentrada na Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco.

Como não existe teste sorológico para o zika, dados epidemiológicos são escassos, mas o Ministério da Saúde diz que ele já está presente em 18 estados do país. Houve confirmação de ao menos um caso em Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso, Pará, Amazonas, Amapá, Rondônia e Roraima.

A febre amarela, outra doença transmitida pelo Aedes aegypti, é considerada uma endemia sob controle, mas teve um caso suspeito em 2015, no Rio Grande do Norte. O Ministério da Saúde confirmou o caso em 29 de dezembro, mas o episódio havia ocorrido em junho e culminou com a morte da paciente. O caso continua sob investigação.


 

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/01/dengue-chega-159-milhao-de-casos-no-brasil-em-2015-em-balanco-parcial.html

Posts navigation

1 2 3 10 11 12 13 14 15 16 17 18