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E-mail falso sobre saques do FGTS é usado para roubar senha

Arquivo chamado “CronogramaFGTS” inicia vários downloads e instala um vírus que verifica quais plugins de bancos estão instalados na máquina da vítima

Empresa fabricante de antivírus ESET detectou na semana passada um golpe online que utiliza um e-mail falso, que promete apresentar o cronograma para saques das contas inativas do FGTS, para roubar dados bancários de clientes de nove instituições financeiras.

Segundo a empresa, o e-mail contém um anexo chamado “CronogramaFGTS” que, ao ser aberto, inicia vários downloads e instala um vírus que verifica quais plugins de bancos estão instalados na máquina da vítima. Assim, todas as vezes que o usuário abre sua conta bancária pelo computador, o vírus captura suas senhas e chaves de segurança e envia para os cibercriminosos. A ESET ressalta que essa praga eletrônica não afeta smartphones.

O calendário oficial para a retirada do dinheiro ainda não foi divulgado pelo governo. A expectativa é que o anúncio seja feito ainda neste mês, e que os saques comecem a partir de março, levando em conta a data de aniversário do trabalhador. Serão liberados R$ 30 bilhões para cerca de 10,1 milhões de pessoas.

Para o presidente da ESET Brasil, Camillo Di Jorge, os criminosos aproveitam temas de grande interesse do público para aplicar golpes que atingem milhares de pessoas rapidamente. “Na ânsia de obter informações sobre o FGTS, os usuários muitas vezes não verificam o remetente, links e arquivos para download contidos na mensagem”, explica.

A ESET afirma que já notificou o servidor responsável por enviar os e-mails para suspender a propagação do código malicioso.

Fonte: http://vejasp.abril.com.br/cidades/e-mail-falso-sobre-saques-do-fgts-e-usado-para-roubar-senha/

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Sementes de romã, lentilha e outros rituais gastronômicos da ceia de Ano Novo

Réveillon deriva do verbo francês réveiller, que significa revelar, despertar, acordar. “Para boa parte dos povos a virada do ano traz a intenção de renovação, de fechamento de um ciclo e início de outro”, explica Sandro Dias, professor de história da gastronomia do Senac. E, segundo ele, tanto no passado quanto no presente os rituais e as superstições envolvendo os alimentos são referências dessa transição.

“As comidas carregam a simbologia da fartura”, diz o escritor e antropólogo Raul Lody. Os grãos, por exemplo, remetem à quantidade e multiplicidade. “Arroz, lentilha, feijão, milho: todos, no imaginário popular, simbolizam a fertilidade”, completa Lody. O peixe também é um clássico na ceia de ano-novo. “Em diversas culturas ele faz alusão à partilha e purificação”.

São costumes seculares, difíceis de serem identificados em uma linha cronológica. O que se sabe é que seus significados nasceram ou da mitologia ou da tradição cristã, além dos ciclos naturais, como a época das colheitas. Isso porque muitos povos europeus cultivavam rituais pela fecundidade da terra e pela fartura de alimentos – afinal, em outros tempos não era nada fácil sobreviver a geadas, tempestades ou períodos de seca.

As tradições que inspiram os rituais gastronômicos do réveillon não contam, obviamente, com nenhuma comprovação científica. De qualquer modo, é difícil achar alguém que nunca tenha se rendido a uma das “simpatias”, mesmo que por pura diversão. Na contagem regressiva para a chegada do próximo ano, confira curiosidades sobre as comidinhas de ano-novo. Na dúvida, não custa nada tentar uma delas.

Peixes
“Eles simbolizam a purificação por meio de seu habitat, a água. Além de serem férteis e se reproduzirem graças a uma infinidade de ovas, os peixes quase nunca andam sozinhos”, anota Dias. “Quem os consome espera obter todas essas sortes”. O bacalhau, clássico nas ceias brasileiras, é uma herança da colonização portuguesa que, além da simbologia religiosa, durante muitos anos foi a base da alimentação lusa por ser barato e de fácil conservação nos períodos de estiagem. “Com o passar do tempo veio a escassez e ele passou a ser um peixe nobre, consumido em ocasiões especiais”.

Porco
Os porcos são animais polêmicos na história da civilização. Enquanto algumas culturas consideram sua carne impura, outras o tratam como animal resistente, parrudo e que busca oportunidades – já que “fuça” para frente. Por isso, é bem-vindo na ceia de ano-novo. “Os camponeses italianos fazem uma festança para celebrar mais um ano de trabalho. O pé de porco com lentilhas é um prato tradicional de boa sorte”, relata Dias. Segundo ele, os alemães também prezam a carne suína na virada e degustam costelinhas e joelho de porco com lentilhas e chucrute. “No México o forte é o menudo, sopa feita com miúdos de porco condimentados”.

Lentilha e outros grãos
Eles trazem a expectativa da fertilidade na maioria das culturas. “São a base da alimentação na história da civilização”, diz Lody. O arroz, o trigo e o feijão alimentam nações por gerações. Para os orientais, o mais simbólico deles é o arroz, considerado o grão da vida. “Chineses, japoneses e indus consomem o arroz em diversas receitas na esperança de prosperidade”, afirma Dias. No caso da lentilha, diz a lenda que ela deve ser o primeiro alimento a ser ingerido na ceia para que não falte dinheiro e saúde durante o ano. Isso porque as sementes esverdeadas, da família das leguminosas, incham e dobram de tamanho depois de cozidas.

Romã, uvas e outras frutas
Repletas de sementes ou nascidas em cachos, elas trazem a ideia de multiplicidade e fartura. “A uva é nobre em muitas culturas. É a fruta que dá o vinho de Baco, o deus mitológico dos excessos, da fartura e das festividades”, explica Lody. A romã, por sua vez, carrega a simbologia religiosa. “Para os judeus, comer essa fruta no ano-novo judaico é questão de virtude e, ao comer algumas de suas sementes, o homem estaria reforçando suas qualidades”. O peso religioso da romã também aparece no catolicismo. No dia de Reis, costuma-se comer algumas sementinhas e guardá-las na carteira para ter sorte e riqueza ao longo do ano”, descreve Lody. Para o escritor, as frutas também ganham espaço nas ceias devido à sazonalidade, como é caso do figo. “É natural que se busquem alimentos mais abundantes e acessíveis neste período. As frutas da estação pautam e alimentam as tradições”, completa.

Frutas secas e castanhas
Elas sempre estiveram associadas à fartura e à sorte por serem alimentos resistentes, possíveis de ser armazenados durante muitos dias para garantir a alimentação. “Nozes, castanhas, avelãs suportavam o inverno rigoroso no hemisfério norte e as frutas secas eram a forma mais eficaz de conservação durante os períodos de tempo ruim”, justifica Lody. Outro aspecto apontado pelo professor Dias diz respeito ao tom lúdico dos doces à base de frutas: “Ao comê-los na virada espera-se que se tenha um ano de igual doçura. Os judeus costumam degustar maçãs embebidas em mel, sem contar a infinidade de sobremesas de tradição ocidental”, completa Dias.

Cordeiro
As citações bíblicas comprovam o apelo religioso do cordeiro para os católicos. “É um animal considerado puro e, por isso, é permitido até mesmo no período da quaresma, em que os fiéis não podem comer carne vermelha ou de animais de sangue quente”, explica Dias

Louro
De origem greco-romana, o louro é símbolo de sucesso e vitória. “Ser laureado significa ser reconhecido. Os atletas gregos que venciam recebiam uma coroa de louros como prêmio”. Além disso, são folhas de uma árvore resistente e que dão frutos em bagas volumosas. Guardar umas folhas de louro na carteira na virada é promessa de sucesso e fartura ao longo do ano.

Fonte: http://receitas.ig.com.br/comidinhas-da-sorte/n1237899251780.html

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Dicas para fazer uma ceia de Natal sem gastar muito dinheiro

Se você anda sem dinheiro, veja algumas dicas para ter uma ceia de Natal maravilhosa, sem gastar muito.

As dicas para fazer uma ceia de natal sem gastar muito dinheiro são ideais para as pessoas que querem economizar nas compras e não contrair dívidas para o ano que está prestes a começar. O segredo para poupar está na escolha dos itens, na pesquisa e na antecipação.

Faltando menos de um mês para o Natal, muitos já estão pensando em como fazer uma ceia divertida e com fartura, sem gastar muito. Mesmo com o 13º salário, existem pessoas que ainda ficam “apertadas”, com as dívidas de final de ano como IPTU, IPVA, a decoração para o Natal, a viagem para ver a família e ainda com a compra dos presentes. Quem sofre com isso é a ceia, feita por último.

Confira a seguir algumas dicas para fazer uma ceia de natal sem gastar muito dinheiro:

Antecipe as compras

Comece adiantando suas compras. Em vez de deixar o peru para a última hora, procure comprá-lo o quanto antes. Outra dica é pesquisar e aproveitar as ofertas oferecidas por supermercados, por isso, fique atento às promoções. Para preservar o prato principal, procure congelá-lo, assim não há o risco de gastar com dois perus.

Faça substituições inteligentes

Na hora de comprar as frutas, troque as tradicionais por outras que sejam da época como abacaxi, melancia, laranja, banana e limão. Procure comprá-las perto da véspera, para não correr riscos de perder as frutas.

Se o dinheiro anda curto, porque não trocar o peru pelo frango? O gosto é quase o mesmo , o que muda realmente é o tamanho. Para deixá-lo com uma cara melhor, capriche na receita. Prefira molhos que podem ser feitos sem gastar muito, como molhos de laranja ou mesmo farofas. Fuja de receitas que levem vinhos e outras coisas caras. Troque também o champanhe pela cidra.

Faça o cálculo da comida

Para evitar desperdício, procure fazer o cálculo aproximado da quantidade de comida que cada convidado irá consumir na ceia.

Escolha um prato principal

Para economizar, mais ainda, opte por apenas um prato principal, que seja especificamente carne. Para deixar a mesa com cara de fartura e super colorida, o que engana o estômago, procure investir em alimentos naturais, como verduras e legumes.

Aposte em uma sobremesa barata

Na hora de sobremesa do Natal, economize fazendo você mesma! Procure comprar os ingredientes e seguir uma receita fácil e barata.  Uma ótima dica de sobremesa para ceias, que têm muitas pessoas, é apostar no sorvete de palito. Além de ser super saboroso, é barato e todos poderão repetir. Porém, se a ceia não for com muitas pessoas, a dica é comprar um panetone e recheá-lo. Essa é uma sobremesa típica do Natal e, o melhor de tudo, barata e fácil de ser feita. Outra sobremesa econômica e fácil de fazer é a rabanada. Além de agradar a todos os paladares, você poderá usar aquele pão amanhecido do café da manhã.

Decore com legumes e frutas

Procure fazer um arroz com legumes para deixar a mesa mais bonita, ao invés de acrescentar passas, que são caras nessa época. Outra dica é acrescentar uma farofa de banana, ao arroz. O gostinho fica delicioso e ainda deixa a comida muito mais bonita e leve.

Deixe para servir as bebidas depois da ceia. (Foto: Divulgação)

Invista nas saladas e aperitivos

Ofereça primeiramente os pratos de salada, ou mesmo petiscos, que podem ser feitos com maionese e pão. Assim poderá servir o prato principal e todos já estarão com menos apetite.

Sirva as bebidas na hora certa

Para economizar nas bebidas, deixe-as para servir depois da ceia.  Antes, ofereça sucos ou refrigerantes. As bebidas devem ser oferecidas com a sobremesa. Ou mesmo em um único brinde, antes da ceia. É bom lembrar que bebidas alcoólicas não devem ser oferecidas para menores de 18 anos, por isso prefira dar as crianças e jovens refrigerantes e sucos.

Use as dicas para fazer uma ceia de natal sem gastar muito dinheiro ao seu favor e organize uma festa mais econômica.

Fonte: http://www.mundodastribos.com/dicas-para-fazer-uma-ceia-de-natal-sem-gastar-muito-dinheiro.html

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Precisa de dinheiro e curte cozinhar? Veja passo-a-passo como vender comida

Marmita, trufa, pão de mel, congelados. Vender comida pode ser uma opção para quem está sem emprego ou precisando de uma renda extra. O setor de alimentação fora de casa teve alta de 6,2% nas vendas em 2015 e estima um crescimento de 7,7% para este ano, segundo dados do Instituto Foodservice Brasil, que reúne os principais representantes do setor.

Não basta ter familiaridade com a cozinha. Pode parecer simples, mas começar um negócio nessa área exige planejamento: é preciso definir o cardápio, escolher os fornecedores, fazer uma programação de compras, organizar os gastos fixos e variáveis, etc. “Se não houver planejamento antes de começar, o risco de o negócio não dar certo é maior”, diz o professor de MBA da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Marcus Quintella Cury.

Confira abaixo o passo-a-passo.

Definir o produto

Getty Images

O primeiro passo é decidir que tipo de produto quer oferecer, afirma o consultor do Sebrae-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo) Leonardo Paiva. “O setor de comida pronta tem inúmeros mercados. É preciso saber quem será seu cliente e definir o que vai propor.”

Começar o planejamento

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Para começar a estruturar o negócio, Cury sugere responder a algumas perguntas:

  • Há mercado na área em que quero investir?
  • O meu produto resolve o problema de alguém?
  • Quais são os meus concorrentes diretos e indiretos?
  • O que vou precisar para abrir esse negócio?
  • Onde vou produzir o meu produto?
  • O que preciso comprar para isso?
  • Quanto vou vender por dia?
  • Quanto os clientes estão dispostos a pagar?

    Escolher ingredientes e fornecedores

    Thinkstock

    Os iniciantes no negócio acabam escolhendo a zona cerealista e atacados para comprar os ingredientes, já que os produtos nesses locais costumam ser mais baratos, diz Letícia Menegon, coordenadora da Incubadora de Negócios ESPM. Outra opção é procurar fornecedores que façam a entrega dos itens.

    Ao fazer as próprias compras, é preciso observar a validade dos produtos e as condições de higiene e manipulação. Também é necessário verificar as condições da embalagem: elas têm a função de proteger o alimento e, quando violadas, podem permitir alguma contaminação.

    Ela afirma que nem sempre vale a pena optar pelo ingrediente mais barato; às vezes, diz Menegon, vale a pena investir um pouco na qualidade mais para agradar a clientela. “Às vezes, a diferença quando se compra em grande quantidade é tão pequena que compensa investir mais para o cliente retornar.”

    Pensar na embalagem

    Divulgação

    O ideal é que a embalagem seja descartável, podendo ser de alumínio ou a vácuo, dependendo do produto e da prática do mercado, diz Menegon.

    É o empreendedor quem decide se coloca o logotipo e o nome da empresa no pacote –lembrando que, quando mais incrementada for, mais cara ficará. Há algumas informações básicas, porém, que devem constar na embalagem, de acordo com a Coordenação de Vigilância em Saúde:

    • Nome do produto;
    • Lista de ingredientes;
    • Quantidade do produto em volume ou peso;
    • Identificação de origem: razão social e endereço do fabricante e do distribuidor (se houver);
    • Identificação do lote;
    • Identificação do prazo de validade (se for menos que três meses, colocar dia e mês; se for mais que três meses, colocar o mês e o ano);
    • Informações nutricionais, como calorias, carboidratos, sódio etc. (é preciso contratar os serviços de um nutricionista ou engenheiro de alimentos para isso);
    • Modo de conservação (local seco e arejado, refrigerado, congelado etc.).

    Calcular quanto produzir

    Shutterstock

    Para definir quanto precisará produzir, o ideal é analisar os concorrentes, segundo Paiva, do Sebrae-SP. Estudos na região em que pretende atuar ou pesquisas de mercado também podem ajudar na hora de fazer essa estimativa.

    Essa projeção precisa ser realista, diz ele. “É melhor ter uma surpresa de que eu tenho muito movimento e preciso ampliar ou colocar uma capacidade extra do que eu ter uma estrutura ociosa e fazer um investimento que depois não consigo recuperar.”

    Saber como entregará o produto

    iStock/Getty Images/DarynaKhozieieva

    Paiva conta que a entrega do produto pode ser feita com uma infraestrutura própria do empreendedor, com seu carro, ou pode ser terceirizada, contratando motoboys, por exemplo.

    Mesmo se o próprio empreendedor for cuidar da entregar, é preciso pensar em como o transporte será feito: precisa ter um local adequado para levar a comida até o cliente, como caixas térmicas e embalagens apropriadas, diz Menegon.

    Legalizar-se

    Getty Images/iStockphoto

    Após o planejamento, é preciso pensar em legalizar o negócio. “Mesmo um negócio pequeno, que o empreendedor abra em casa, deve partir para a legalidade”, aconselha Cury.

    Se a ideia é começar pequeno, a opção pode ser o MEI (Microempreendedor Individual). Essa alternativa exige menos pagamento de impostos e é direcionada para quem recebe até R$ 60 mil por ano ou R$ 5.000 por mês. O futuro empreendedor passa a ter um CNPJ, o que facilita para emitir notas e negociar com fornecedores. Para saber mais, clique aqui: http://zip.net/bftsVJ (endereço encurtado e seguro).

    Se o rendimento for maior, entre R$ 60 mil e R$ 360 mil por ano, a opção é abrir uma microempresa com auxílio de um contador.

    Obter licenças sanitárias

    Think Stock

    Para trabalhar com comida, é preciso obter licenças sanitárias. “Para quem manipula alimento é essencial ter as licenças”, diz Cury. Na cidade de São Paulo, por exemplo, é necessário ter o Cadastro Municipal de Vigilância em Saúde (CMVS), um registro de identificação do estabelecimento e equipamentos no órgão de vigilância em saúde do município.

    De acordo com a Coordenação de Vigilância em Saúde, para vender alimentos em vias e áreas públicas, é preciso, ainda, pedir o Termo de Permissão de Uso (TPU) na subprefeitura da região e, depois, solicitar o Cadastro Municipal de Vigilância em Saúde (CMVS).

    Se a produção for feita em um apartamento, o empreendedor deve verificar as normas de seu condomínio para saber se a atividade é autorizada. Se partir para outro local, terá que emitir um alvará de funcionamento na Prefeitura da cidade. O corpo de bombeiros também poderá participar do processo de vistoria.

    Colocar os planos em prática

    Getty Images/iStockphot/SteveAllenPhoto

    Com os documentos em ordem, o empreendedor já pode colocar em prática seu planejamento. Paiva aconselha seguir uma padronização desde o começo. Se o produto é um bolo, por exemplo, deverá haver uma ficha técnica de custo, com o preço de cada item da receita, e outra ficha de produção, com as medidas exatas de cada ingrediente.

    “O responsável pelo alimento não deve só saber cozinhar. Precisará reproduzir as receitas e caminhar para uma organização melhor, uma padronização.”

    Testar um projeto-piloto

    Getty Images/iStockphoto/monkeybusinessimages

    Se o empreendedor estiver inseguro pode fazer testes antes de começar oficialmente. Uma das opções apontadas por Paiva é organizar um projeto-piloto e convidar algumas pessoas para experimentar os produtos. “Isso deve estar previsto no orçamento. É melhor custar mais e abrir um negócio mais seguro do que ter falhas ao longo do caminho.”

    Fazer divulgação e pós-venda

    Thinkstock/Getty Images

    Tudo pronto, e agora? É preciso pensar na divulgação do negócio e no pós-venda. Uma opção é usar as redes sociais de forma integrada para contar mais sobre o produto e atrair clientes.

    Em um primeiro momento, a empresa pode ter uma página no Facebook, diz Menegon. Criar um site é um pouco mais caro. Para ela, vale a pena divulgar os preços na internet, pois esse pode ser um fator de decisão do cliente. Deixar fotos elaboradas dos produtos e o contato visível também ajuda.

    O empreendedor também pode usar aplicativos como o WhatsApp para ajudar na comunicação com os clientes e até para combinar os pedidos.

    Além disso, acompanhando os comentários nas redes sociais, o empreendedor pode descobrir onde tem que melhorar e quais as preferências dos clientes. “Se souber coletar as informações, tem chances de minimizar os riscos”, afirma Paiva.

    Aperfeiçoar-se

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    Se na hora H o negócio não sair como planejado, o empreendedor pode fazer modificações. “Alguns negócios funcionam na tentativa e erro. Tem que ir aperfeiçoando. É um planejamento permanente para sempre melhorar o processo de produção e venda”, diz Cury.

    Fonte: Thâmara Kaoru – Colaboração para o UOL, em São Paulo
    http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2016/09/27/precisa-de-dinheiro-e-curte-cozinhar-veja-passo-a-passo-como-vender-comida.htm

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