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Benefícios do Alho

O alho é um antibiótico natural extremamente eficaz à nossa saúde. Ele é um antimicrobiano com efeitos benéficos ao coração e circulação, além de possuir propriedades antissépticas, diuréticas e de combate à febre.

Ele ajuda, por exemplo, a evitar resfriados e na evolução da arteriosclerose. Por isso, é indicado nas afecções catarrais agudas e crônicas, como as bronquites que dificultam a respiração, tuberculose e pneumonia. Se o alho for preparado sob a forma de essência, também ajuda a aliviar os estados asmáticos e funciona como depurativo do sangue. As aplicações de preparados à base de alho estimulam o crescimento dos cabelos.

Propriedades do Alho

O alho possui um valor nutricional riquíssimo; é composto de vitaminas (A, B1, B2, B6, C, E), aminoácidos, adenosina, sais minerais (ferro, selênio, enxofre, silício, iodo e cromo), enzimas e compostos biologicamente ativos como a alicina.

A alicina é um potente antibiótico, muito eficaz na eliminação de micróbios e bactérias que causam doenças respiratórias e digestivas. Além do mais, se trata de um antibiótico seletivo: por ser natural, elimina as bactérias nocivas sem causar dano àquelas que são boas para nosso organismo.

Ele tem substâncias com potencial antimicrobiano, antiviral e anticoagulante. Possui ação diurética, expectorante,  antifúngico, antiespasmódico,  vasodilatador,   imunoestimulante e broncodilatador.

Alho na Prevenção de Doenças

O alho é um elemento muito efetivo na prevenção de muitas doenças e males cardiovasculares. Assim, por exemplo, o alho ajuda a reduzir a pressão arterial, graças à estimulação da produção de ácido sulfídrico — o qual relaxa os vasos sanguíneos e melhora o fluxo de sangue no organismo. Além do mais, ajuda a prevenir e reduzir o enrijecimento das artérias, algo que se ocorrer pode dificultar a circulação sanguínea.

O alho é igualmente excelente para a digestão. Ainda que em algumas pessoas possa gerar gases e não se recomende para quem tem acidez o problemas gástricos avançados, o consumo de alho em geral beneficia o sistema digestivo uma vez que ajuda a processar melhor os alimentos ingeridos.

Assim, o alho colabora na eliminação de resíduos do organismo, ajuda a prevenir inflamações estomacais e intestinais e inclusive pode eliminar bactérias que causam danos no intestino sem afetar aquelas que ajudam no processo de digestão.

Como mencionado no princípio, o alho é também um excelente diurético, facilita a eliminação de líquidos e toxinas. Para alcançar esse efeito no organismo, basta seguir um protocolo bem simples: misture quatro dentes de alho moídos em um litro de água e consuma diariamente dois copos dessa mistura, durante duas semanas. Para voltar a consumir a mesma bebida deve-se esperar pelo menos uma semana.

Finalmente, muitos estudos sugerem que há uma relação entre o consumo regular de alho e a redução do risco de adquirir diferentes tipos de câncer, devido a suas propriedades antibacterianas e o bloqueio da formação de substâncias cancerígenas. O alho parece ter resultados especialmente bons na prevenção de distintos tipos de câncer que afetam o trato gastrointestinal. A explicação poderia estar em seu teor de enxofre, que demonstra efeitos positivos na luta contra esse tipo de problema.

Como Consumir o Alho?

Benefícios do Alho

Para preservar o que o alho tem de melhor, ele não deve ser aquecido. Se possível, opte por ele cru, amassado no pão, triturado no molho ou na maionese. Quando ele é cozido, frito, refogado, ele perde um pouco das propriedades, mas continua sendo benéfico. Além do mais, o alho frito é uma delícia!

Outra forma de ingerir o alho cru e aproveitar seus benefícios é preparar uma água de alho: esmague um dente de alho e coloque 200 ml de água. Deixar descansar por algumas horas, e tome uns golinhos da água durante o dia.

O alho pode ser usado para reforçar o sistema imunológico, mas o ideal é ter a orientação de um especialista. O excesso também é contraindicado para quem já toma anticoagulantes e para quem tem problemas gastrointestinais com alho. As gestantes não devem comer em excesso, assim como pessoas que passarão por cirurgias.

É sempre importante saber das propriedades e benefícios que os alimentos trazem para a nossa saúde.  Mas atenção, mesmo o alho tendo todos esses benefícios e propriedades medicinais, se você sentr qualquer sintoma estranho, é importante procurar um nutricionista pois você pode ter algum tipo de intolerância. Nada de se “automedicar com alho” e esperar milagres!

 

Fonte: http://belezaesaude.com/alho/

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Delícias Juninas: Moça da Roça

Moça da Roça

Ingredientes:
2 latas de milho verde (escorridos)
1 lata de leite Condensado
2 vezes a mesma medida (lata) de leite
1 pedaço de pau de canela
Canela em pó a gosto

Modo de Preparo:
Bater no liquidificador o milho verde com duas xícaras (chá) de água. Passar pela peneira e reservar.
Bater novamente no liquidificador o suco de milho, o leite condensado e o leite até a mistura ficar bem homogênea.
Levar ao fogo baixo com a canela em pau, mexendo sempre até ferver (cerca de 5 minutos).
Distribuir em canecas ou copos com alça, polvilhar a canela em pó e sirva a seguir.

Agora é só servir!
Ficar uma delícia!

Essa receita é da nossa funcionária:
Viviane Pugliesi dos Santos – Setor Administrativo.

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Delícias Juninas: Chá de Amendoim

Chá de Amendoim

Ingredientes:
500gr de amendoim
3 litros de leite
2 latas de leite condensado
6 canelas em pau
10 cravos
6 colheres de sopa de açúcar

Modo de Preparo:
Torre todo amendoim numa panela, até que ele solte toda a pele. Esfregue com as mãos para que solte toda a pele.
Após o amendoim estar limpo e sem pele, triture (pode ser no liquidificador) até ficar bem fininho. Reserve.
Numa panela grande doure o açúcar até ficar em ponto de caramelo. Em seguida junte todos os ingredientes,
deixando ferver por 20 minutos. Pronto. Ficou uma delícia!
Sirva sempre quente!

Essa receita é da nossa funcionária:
Maria de Fátima do Nascimento – Loja Diplomata.

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Não confunda salsa com coentro! Aprenda como usar ervas para temperar

É inegável: o aroma das ervas frescas levanta qualquer prato, seja um trivial arroz com feijão polvilhado com salsinha ou uma pizza finalizada com folhinhas de manjericão. Na cozinha do dia a dia, é sempre interessante ter algumas variedades de ervas frescas sempre à mão, de preferência plantadas em vasinhos. Dessa forma, além de estarem sempre no auge do frescor, o desperdício é muito menor do que quando compramos as ervinhas em maços e acabamos não usando tudo de uma vez.

O tipo de erva fresca utilizado no Brasil varia muito de região para região. Há os que amam o coentro, de personalidade forte, indispensável na cozinha nordestina. De norte a sul, a salsa e a cebolinha são bastante comuns, compondo o famoso cheiro-verde. Manjericão, alecrim e tomilho são muito usados nos pratos de origem italiana, trazendo não apenas perfume, mas também sabor. A seguir, conheça algumas variedades mais usadas na nossa cozinha e descubra sugestões de preparo típicas para aproveitar o melhor de cada uma delas.

 

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Salsa

Salsa ou salsinha (Petroselinum sativum), de folha lisa ou crespa (menos comum), é uma das ervas mais versáteis. Seu sabor delicado, com toques sutis de anis, combina com quase tudo: bolinhos, ensopados, recheios de tortas, sopas. Os talos são indicados para aromatizar caldos. Já as folhas, por serem resistentes, podem ser muito bem picadas com uma faca afiada sem perder seu bonito tom verde escuro, uma delícia na finalização de pratos como filés grelhados, sopas quentes e frias, purê e salada de batatas.

Uma receita muito simples com esse ingrediente é a alichela, patê que combina muita salsinha picada, filés de aliche, alho e pedacinhos de pimenta vermelha, para comer com pão. A salsa é clássica também no preparo de bolinhos de bacalhau, trazendo um frescor bem-vindo em contraste ao salgado do peixe. Combina particularmente bem com frutos do mar, manteiga e alho. É mais saborosa se consumida fresca.

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Cebolinha verde

No feijão, em bolinhos, picada bem fininha, a cebolinha verde (Allium fistulosum) – ou, em sua variedade francesa, a ciboulette – tem um sabor que lembra o da cebola, mas muito mais delicado e fresco. É da mesma família da cebola, do alho e do alho-poró, por isso a semelhança no paladar. Fica particularmente saborosa crua, na finalização de pratos, especialmente sopas, como a de feijão. No picadinho, a cebolinha verde também é item fundamental, assim como em recheios de coxinhas e tortas, como a de palmito e a de frango.

Na cozinha oriental, um pouco de cebolinha verde crua, finamente fatiada, levanta o sabor de cogumelos salteados, quadradinhos de tofu com gengibre ralado e o clássico caldo missoshiro. Pode ser usada tanto a parte branca como o talo verde.

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Alecrim

É difícil resistir a batatas assadas com dentes de alho inteiros e ramos de alecrim. Esta erva (Rosmarinus officinalis), muito usada na cozinha italiana, é bastante resistente ao calor, liberando todo o seu perfume quando aquecida. Mas cuidado: é um ingrediente de forte personalidade. Se usado em exagero, traz um sabor desagradável ao prato.

Em combinações com frango, cordeiro e carne de porco, o alecrim é imbatível. As folhinhas pontudas podem ser usadas cruas, picadas finamente, para compor manteigas temperadas. Ao forno, um ou dois ramos já são suficientes para trazer perfume a uma assadeira de batatas ou a um frango inteiro. Por ter folhas um pouco duras, recomenda-se tirar os ramos do prato antes de servir. Pode-se usar também a versão seca da erva.

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Coentro

As folhas do coentro (Coriandrum sativum) são o tipo de ingrediente que divide opiniões. De um lado, há os que adoram seu aroma pungente, de personalidade marcante, colocando-o até na salada de alface. De outro, há os que não suportam nem passar perto de seu perfume, rejeitando a mínima folhinha.

Aos que pertencem ao time dos adoradores de coentro, as comidas típicas do Norte e do Nordeste brasileiros são uma festa para os sentidos. Suas folhas bem verdes e macias – muitas vezes confundidas com as da salsa – são ingrediente fundamental de moquecas, bobós, baião-de-dois, cozidos. O sabor do coentro é bastante fresco e combina particularmente bem com peixes e frutos do mar. Fica excelente no preparo de ceviches e em molhos crus, como a guacamole, preparada com abacate, tomates e cebolas. Porém, é uma erva delicada, que fica escura quando muito picada. Para preservar todo o seu frescor, melhor adicioná-la pouco antes de servir.

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Tomilho

Assim como a salsa, o tomilho (Thymus vulgaris) é uma erva muito indicada para aromatizar caldos, por seu sabor marcante, mas não enjoativo. É bastante comum em pratos da culinária francesa, em molhos, ensopados, assados e como tempero integrante de carnes marinadas. Ao forno, também aromatiza bem batatas, batatas-doces e legumes, bastando poucos ramos para emprestar seu perfume. É encontrado também na variedade tomilho-limão, com sabor e aroma bastante cítricos. Suas folhinhas delicadas ficam saborosas em manteigas temperadas.

Deve-se tomar cuidado para não exagerar na dose, pois o tomilho pode dominar o prato, deixando o sabor de outras ervas em segundo plano. Combina muito bem com aves, cordeiro, carne bovina, legumes e cogumelos. Também pode ser usado seco, embora seu sabor seja melhor nas folhas frescas.

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Sálvia

A sálvia (Salvia officinalis) é uma erva austera, de sabor fechado e intenso. Faz um casamento perfeito com manteiga e carnes curadas ou defumadas, como presunto cru, mas também combina com aves. O clássico italiano “saltimbocca alla romana” é um bom exemplo: finas fatias de filé mignon (ou vitela), presunto e folhas de sálvia são presas juntas, com um palito, antes de serem fritas em azeite ou manteiga.

Suas folhas verdes e aveludadas, quando grandes, podem ser empanadas e fritas, servidas como aperitivo. As menores ficam ótimas ligeiramente salteadas na manteiga antes de guarnecer carnes grelhadas. Uma simples massa cozida e finalizada com manteiga de sálvia e parmesão ralado compõe um jantar prático e muito saboroso. A sálvia também combina particularmente bem com abóbora.

Reprodução/en.r8lst

Louro

Feijão sem louro (Laurus nobilis) não tem graça. Esta folha bem verde, que pode ser usada tanto fresca quanto seca, é um coringa no preparo de grãos e ensopados. Perfumada, aromatiza caldos, marinadas, molhos de tomate e carnes assadas, e combinam muito bem com lentilhas, feijão branco, grão-de-bico. Não pode faltar louro na típica feijoada brasileira. Como suas folhas são bem duras e grandes, recomenda-se tirá-las do prato depois do cozimento. Não é necessário exagerar, ou o louro pode trazer um sabor amargo ao preparo. Uma ou duas folhas já bastam. Se utilizar a versão moída, tenha parcimônia, pois fica mais fácil errar a dose.
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Manjericão

Erva clássica da cozinha italiana, o manjericão (Ocimum basilicum), também conhecido como basílico, é item fundamental em inúmeras preparações, especialmente as que levam tomates e queijo, como a tradicional salada caprese e a pizza marguerita. O molho pesto, feito com bastante manjericão, azeite, queijo parmesão e pinoles (ou nozes) é extremamente fácil e muito versátil: basta bater tudo no processador, até obter um purê grosso, e empregar em massas cozidas, pizzas, saladas, carnes, ovos duros, etc. A melhor opção para o manjericão é usá-lo fresco, com as folhas bem verdes. Dessa forma, ele mostra toda a sua força de sabor e aroma, com seus toques mentolados e frescos. Seco, perde um pouco da graça.
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Hortelã

Sinônimo de frescor, a hortelã (Mentha ssp) é uma erva fundamental para determinados preparos, como o quibe frito, cru ou assado, da cozinha árabe. Dessa mesma culinária, fica perfeito no preparo de tabules, saladas cruas, pepino com iogurte. Também pode ser usado em infusão, adoçado ou não, para beber morno após as refeições. Combina com legumes cozidos e grelhados e dá um toque refrescante ao vinagrete e molhos de salada. Batido com frutas, traz novo vigor ao suco de abacaxi, limão ou de melancia. Prefira as folhas sem machucados e corte-as em fatias finas, com uma faca afiada, sem ficar picando muito. Caso contrário, as folhas ficarão pretas rapidamente. Seca, é bastante usada para infusões e chás.
Fonte: http://comidasebebidas.uol.com.br/listas/nao-confunda-salsa-com-coentro-aprenda-como-usar-ervas-para-temperar.htm

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