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Conheça alimentos que melhoram o humor e a disposição

Por outro lado, dietas com baixo teor de carboidrato favorecem desânimo

Cada vez mais a ciência vem provando que a composição dos alimentos que você come pode afetar o funcionamento do seu cérebro modificando seu humor, incluindo o estado de alerta e até a percepção à dor.

O que há nos alimentos que conferem tais poderes? A habilidade de alterar a produção e liberação de neurotransmissores, mensageiros químicos que carregam informações de uma célula nervosa para outra. Vamos ver na prática como isso funciona.

1. Aumente seu estado de alerta com proteínas: alimentos ricos em proteínas, quando digeridos, se quebram em aminoácidos. Um aminoácido, conhecido como tirosina, pode aumentar a produção de dopamina e adrenalina que são neurotransmissores capazes de aumentar a energia e o estado de alerta.

Alimentos ricos em proteínas incluem peixes, carnes, aves e ovos. Se não for possível ingerir esses alimentos, tente alimentos ricos em proteínas que também contém quantidades significativas de carboidratos como legumes, queijos, leite ou tofu.

2. Para relaxar e diminuir o estresse, coma carboidratos: a ingestão de carboidratos leva ao aumento nos níveis de insulina que auxiliam na “limpeza” de aminoácidos do sangue, menos do triptofano.

Este aminoácido, uma vez no cérebro, aumenta a produção de serotonina que é um neurotransmissor capaz de reduzir a sensação de dor, diminuir o apetite, produzir sensação de calma e até induzir ao sono.

Dietas com baixo teor de carboidratos, por vários dias, podem fazer com que o humor fique mais depressivo. Alimentos saudáveis ricos em carboidratos incluem pães e biscoitos integrais, massa integral, arroz, cereais e frutas. Ah, e não vamos esquecer do chocolate.

3. Ácido fólico também é importante para o humor: deficiência de ácido fólico tem sido associada a depressão em alguns estudos, por levar a queda nos níveis de serotonina no cérebro. Quantidades pequenas como 200 microgramas já são suficientes para melhorar o humor e pode ser obtida numa xícara de chá de espinafre cozido ou um copo de suco de laranja.

4. Falta de selênio pode causar mau humor: especula-se que o selênio possa ter alguma função neurológica desconhecida, mas seu mecanismo de ação ainda é um mistério. Sabe-se que indivíduos que sofrem de carência de selênio são mais irritados, ansiosos e depressivos, e a suplementação normaliza o humor. Alimentos ricos em selênio são as oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas), atum, semente de girassol, cereais integrais.

5. Coloque ovos em sua dieta e melhore sua memória e concentração. A colina é uma vitamina do complexo B que está presente em alimentos ricos em colesterol como ovos e fígado. A falta deste componente pode causar comprometimentos da memória e da capacidade de concentração, pois é precursor do neurotransmissor acetilcolina. Não deixa de ser uma boa desculpa para incluir no seu plano alimentar, sem excessos, é claro.

6. Vitamina B6: também é um ingrediente necessário na produção de seretonina, portanto, alimentos ricos nessa vitamina podem auxiliar no bom humor. Alguns exemplos ricos em B6 e carboidratos são: bananas, batatas, uva passa, cereais integrais.

7. Cálcio: sabe-se que ajuda a reduzir irritabilidade e nervosismo em mulheres na TPM (tensão pré-mentrual). O ideal é ingeri-lo com regularidade, em torno de 1200mg por dia. Alimentos ricos em cálcio são leite, iogurte e queijos.

8. Camomila: já era usada desde 1800 para acalmar crises histéricas. Atualmente é usada também para diminuir a ansiedade. Devido a seu efeito anti ? espasmódico auxilia também no alívio de cólicas e problemas digestivos. Para potencializar o efeito calmante, adicione um pouco de mel, devido aos benefícios do carboidrato.

9. Magnésio: está envolvido também na regulação de serotonina e, portanto, no controle do humor. Alimentos ricos são cereais integrais e frutas secas.

Fonte: Dra. Alessandra Rascovski Gobbi
ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA – CRM 80126/SP

http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/11830-conheca-alimentos-que-melhoram-o-humor-e-a-disposicao

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Conheça os benefícios dos diferentes tipos de azeite

Pense duas vezes antes de recusar o azeite na salada da próxima vez

O azeite é muito saudável para o nosso organismo, mas tem gente que não conhece seus diversos benefícios, muito menos a diferença de um azeite para outro. O azeite de oliva, por exemplo, é a prova de que existe gordura saudável.

Em geral, os azeites trazem vantagens especiais para o nosso corpo. Será que você saberia dizer quais são elas? Conheça-as abaixo para poder fazer a melhor escolha de acordo com suas necessidades:

Azeite de oliva extravirgem

É um azeite de alta qualidade e que proporciona muitos benefícios à saúde. O processo utilizado para extraí-lo é o “com pressão”, em que não há aquecimento. É o azeite mais saudável, pois possui antioxidantes e acidez de até 1%. É recomendável para molhos de salada e pratos quentes.

Além de tudo, o consumo regular do azeite extravirgem é benéfico em outros aspectos: não acumula gordura na barriga, protege dos raios ultravioletas, melhora a digestão, reduz dores e inflamações e, ainda por cima, colabora na absorção de cálcio pelos ossos.

Azeite virgem

O azeite de oliva virgem passa quase pelo mesmo processo, mas tem até 2% de acidez e possui um sabor mais leve. É preparado num processo mais maduro das prensagens das olivas e de seus demais óleos. É ideal para pratos frios.

Azeite de oliva puro

O azeite “natural”, cuja embalagem apresenta apenas a descrição “azeite” é uma mistura de azeite refinado e azeite virgem, de acordo com Eryn Balch, da Associação de Azeite de Oliva da América do Norte. Isso ocorre porque, às vezes, a qualidade original do azeite de oliva não é tão boa quanto a do extravirgem ou a do virgem, então ele precisa ser refinado para remover os odores e sabores ruins, além de ser misturado com o azeite virgem.

Devido ao calor presente no processo de extração, esse tipo de azeite possui menos antioxidantes, mas contém as mesmas gorduras monoinsaturadas dos outros tipos de azeite. Essa variedade costuma ser recomendável para frituras.

Azeite de oliva light

Mesmo que o nome sugira ser algo menos calórico, esse tipo de azeite possui a mesma quantidade de calorias e a mesma quantidade de gorduras que os outros tipos de azeite. O nome dele está mais relacionado ao gosto do que às suas propriedades. É recomendável usá-lo para grelhar alimentos e também para frituras.

Qual desses azeites é o mais saudável?

Essa questão é complicada de se responder. Todos esses azeites possuem quase as mesmas quantidades de calorias e gorduras. Os que promovem mais benefícios para a saúde são o azeite extravirgem e o virgem. De acordo com a FitSugar, o extravirgem possui níveis mais elevados de vitamina A, vitamina E, clorofila e magnésio. Entretanto, o cozimento deles pode destruir uma parte dos componentes benéficos.

De acordo com reportagem publicada no jornal Food Research International, cozinhar com azeite de oliva pode degradar os antioxidantes ativos, sendo melhor usar óleo vegetal, que é mais barato.

Além de tudo, há outra questão muito importante, pois o azeite extravirgem que consumimos pode não ter as propriedades que se pensa. Alguns anos atrás, estudos comprovaram que uma das maiores marcas do azeite extravirgem nos EUA não reconhecia as normas estabelecidas pelo registro europeu. A Comissão de Comércio Internacional dos EUA publicou uma reportagem dizendo que as normas internacionais do azeite extravirgem abordavam qualidades forçadas para fortalecer a comercialização. Então é sempre bom reforçar os cuidados com as informações que a indústria nos passa, para que assim não sejamos enganados.

Fonte: Living Green Magazine
http://www.ecycle.com.br/component/content/article/62-alimentos/3084-conheca-os-beneficios-dos-diferentes-tipos-de-azeite-virgem-extravirgem-comum-light-saudavel-beneficios-oliva-.html

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Como montar uma lancheira saudável (e possível!)

Voltam as aulas e, com elas, aquele drama: o que colocar na lancheira do seu filho? Conversamos com especialistas, que deram dicas valiosas e elaboraram um cardápio com sugestões prontinhas para sete dias

Antes de levar as crianças para a escola é aquela correria. Nem sempre dá tempo de preparar os lanches mais nutritivos para garantir que seu filho coma bem no período em que estará fora de casa. Sem falar que às vezes a criatividade simplesmente se esgota. Os petiscos repetitivos começam a cansar e as ideias de como tornar aquela pequena refeição mais atrativa – sem perder o valor nutricional – não vêm. Se essas situações fazem parte da sua rotina, não se preocupe. Milhões de pais e mães se reconhecem nelas.

Vamos por partes. Além de preparar alguns alimentos com antecedência, você pode congelar outros. As lancheiras térmicas são ótimas aliadas para aumentar as opções, já que permitem um melhor acondicionamento da comida. “O importante é combinar três grupos alimentares ao preparar o lanche: construtores (proteínas como queijos, iogurtes, leite e carnes, caso do atum e o frango, por exemplo), reguladores (frutas, legumes e verduras) e energéticos (carboidratos, como pães, biscoitos e bolos)”, explica a nutricionista Elaine de Pádua, da DNA Nutri (SP). Outro detalhe importante: a cultura da boa alimentação vem de casa. “Não adianta os pais acharem que as crianças vão gostar de comer lanches saudáveis na escola se eles se alimentam mal em casa. Os adultos devem dar o exemplo”, ressalta Danile Leal Barreto Sampaio, nutricionista do Hospital Sírio-Libanês (SP).

Antes de planejar o recheio da lancheira na volta às aulas, confira as dicas das especialistas:

Para beber
Sucos são uma grande dúvida. É difícil mandar os naturais, porque muitos perdem o gosto e os micronutrientes se não são ingeridos na hora. Para evitar que isso aconteça, escolha frutas com menor velocidade de oxidação, como goiaba, acerola, abacaxi e maracujá. Com o passar do tempo, a bebida perde mesmo uma parte das vitaminas, mas, ainda assim, é mais saudável que as versões industrializadas. Para armazenar e transportar, prefira as garrafas térmicas. Nessas condições, os sucos dessas frutas podem ser consumidos em média até 3 horas após o preparo. Outra opção são os sucos de polpa, o suco de uva integral, que é vendido em garrafas no supermercado, e a água de coco pasteurizada. Hoje também há alguns sucos de caixinha integrais mais saudáveis. Só é preciso ficar atento aos rótulos e escolher produtos livres de corantes, acidulantes, sódio e açúcar. De qualquer forma, eles devem ser consumidos com moderação.

Fuja do comum
Se o seu filho não tem comido as frutas que você coloca na lancheira, que tal variar? Muitas vezes, os pais mandam maçã ou banana por conta da praticidade e as crianças enjoam. Uva, morango, manga, melão ou melancia picados, em potes vedados, ajudam a diversificar o cardápio.

Nada de embutidos
Parece prático, mas um sanduíche com frios, como o peito de peru, não é um aliado da saúde. Isso porque esses alimentos são processados e apresentam conservantes, corantes, realçadores artificiais de sabor e uma quantidade muito alta de sódio. Além de acostumar o paladar das crianças com o excesso de sal, o exagero pode ocasionar uma série de problemas a curto e a longo prazo. A hipertensão é o principal deles.

Sobra do bem
Fez milho para o jantar e sobrou? Raspe um pouco e coloque num potinho vedado. Vira um lanche nutritivo e ainda ajuda a economizar seu tempo. O mesmo acontece com alimentos como tomate-cereja e cenoura baby.

Pão turbinado
As bisnaguinhas costumam ser a primeira escolha dos pais apressados, pelo formato e pela fácil aceitação das crianças. No entanto, há alternativas mais saudáveis e sem tantos conservantes, como os pãezinhos de mandioca ou de cenoura encontrados na maioria dos supermercados e padarias. Eles também são pequenos, só que mais saborosos e, como são feitos com ingredientes mais saudáveis, aumentam o valor nutricional do lanche.

Uma semana, um patê
Patês são ótimos recheios para os sanduíches. Você pode prepará-los usando ricota, queijo tipo cottage ou cream-cheese como base. Basta colocar no processador com seus ingredientes favoritos. Pode ser salsinha, atum, cenoura… Se colocados em um pote fechado na geladeira, duram quatro ou cinco dias, ou seja, rendem mais de uma lancheira. Para levar os lanches recheados à escola, embrulhe-os em papel-alumínio ou papel-filme, que ajudam a conservar o sabor.

Beliscar com saúde
Frutas desidratadas, mix de castanhas e cereais sem açúcar também são boas sugestões. Você pode colocar num saquinho ou num pote fechado. É prático e faz bem.

Bolo saudável
Os bolos são boas fontes de carboidratos, desde que preparados de maneira saudável, com menor quantidade de farinha branca, por exemplo. Pode ser de cenoura, limão, coco, laranja e até o de chocolate (feito com cacau em pó). No preparo, dá para substituir parte da farinha de trigo refinada por integral, aveia ou biomassa de banana verde. O açúcar comum pode ser trocado pelo mascavo.

Iogurte no freezer
Produtos lácteos são fontes de proteína, mas também estragam com facilidade. Você pode mandar iogurte na lancheira sem correr esse risco. É só deixar o produto no freezer por algumas horas, o suficiente para congelar. Um pouco antes de ir para a escola, retire-o e coloca na lancheira. Até a hora do recreio, ele vai estar descongelado e fresco para o consumo.

7 opções de cardápio
elaborado por Elaine de Pádua, nutricionista, da DNA Nutri

1ª OPÇÃO
1 porção de fruta
+ 1 sanduíche integral recheado com patê de ricota e atum (o patê também pode ser de ervas finas ou tomate seco. Se preferir, recheie com muçarela de búfala e manjericão)
+ 1 água de coco (pode ser de caixinha, mas leia o rótulo e procure por versões sem conservantes ou aromatizantes artificiais)

2ª OPÇÃO
1 potinho (pequeno) com salada de frutas preparada com três frutas diferentes (se quiser, acrescente amêndoas em lascas)
+ 1 pedaço de bolo caseiro (de cenoura, coco, laranja, cacau ou maçã)
+ 1 iogurte

3ª OPÇÃO
1 porção de fruta
+ mix de oleaginosas, como castanhas do Pará, nozes, amêndoas, macadâmias, avelãs, pistache (você pode variar as opções diariamente)
+ 1 unidade de mini wrap saudável preparado com patê de cenoura, frango desfiado e alface (o alface pode ser substituído por agrião ou rúcula)
+ 1 suco de frutas natural na garrafinha térmica

4ª OPÇÃO
1 porção de salada de frutas com uma colher (sobremesa) de nozes moída
+ 1 unidade de pão de queijo
+ 1 água de coco (pode ser de caixinha, mas leia o rótulo e procure por versões sem conservantes ou aromatizantes artificiais)

5ª OPÇÃO
1 porção de fruta picada com raspas de chocolate meio amargo (equivalente a 1 colher de sobremesa)
+ 1 potinho de milho cozido
+ 1 unidade de suco da maçã (se for de caixinha, procure versões integrais, sem conservantes ou aromatizantes artificiais)

6ª OPÇÃO
1 iogurte com 1 colher (sobremesa) de granola sem adição de açúcar (você pode mandar a granola num saquinho ou pote à parte)
+ 1 porção de fruta
+ 3 cenourinhas baby

7ª OPÇÃO
1 porção de biscoito de polvilho integral (em média 10 unidades)
+ 1 suco de acerola com mamão caseiro na garrafa térmica

Fontes: Elaine de Pádua, nutricionista da DNA Nutri (SP), Danile Leal Barreto Sampaio, nutricionista do Hospital Sírio-Libanês (SP), e Larissa Baldini Mattar, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo (SP).
http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Alimentacao/noticia/2015/02/lancheira-saudavel-e-possivel.html

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Carnes magras: saiba quais são os cortes mais saudáveis para incluir no cardápio

Saiba quais são os cortes mais indicados para comer carne sem sair da dieta

Embora muitas pessoas pensem que as carnes de origem animal são necessariamente calóricas, engana-se quem pensa que comer carne faz mal. O alimento é fonte de minerais, vitaminas e outros nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo, como ferro, zinco, sobre e selênio.

Além disso, mesmo para quem quer emagrecer, a carne tem benefícios: rico em proteínas, o alimento é importante para a construção de músculos, para o fortalecimento e recuperação das fibras musculares. Para não sair da dieta, a dica é escolher os cortes mais magros de cada tipo de carne.

Carnes vermelhas mais magras

Entre os cortes menos calóricos de carne vermelha, destacam-se o patinho, maminha, lagarto, filé mignon, coxão mole e coxão duro. Já entre as mais gordurosas – e que portanto deve ser consumidas de maneira restrita – estão o acém, alcatra, cupim, picanha, costela e fraldinha.

Dica: na hora de preparar o alimento, evite fritá-lo em óleo ou acrescentar muito sal ou temperos prontos. Além disso, procure retirar toda a gordura aparente da carne antes de consumir.

Carnes suínas mais magras

Os cortes suínos menos gordurosos são o lombo, filé mignon, patinho, lagarto, coxão duro e coxão mole. Por outro lado, o perfil e a costela são os mais calóricos e precisam ser evitados. Os embutidos, como a linguiça e o toucinho também devem ser consumidos moderadamente, já que além de gordurosos, são ricos em sódio.

Carnes brancas mais magras

As carnes de aves, no geral, são as mais magras – desde que você retire toda a pele antes de consumir. Para quem gosta de peixes, os mais indicados para não escorregar na dieta são badejo. Corvina, dourado, carpa, pescado, linguado e truta. Outras espécies, como salmão, sardinha, anchova e atum têm maior índice de gorduras que, no entanto, são saudáveis e trazem benefícios à saúde do coração especialmente.

Fonte: http://www.mulher.com.br/10699/carnes-magras-saiba-quais-sao-os-cortes-mais-saudaveis-para-incluir-no-cardapio

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