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Frutas recomendadas para diabetes

Saber quais são as frutas mais recomendadas para diabetes é importante para evitar os picos de glicemia, que podem ocorrer ao consumir grandes quantidades de frutas ou sucos, especialmente quando são ricas em carboidratos, como banana, figo e tamarindo.

A melhor escolha é consumir a fruta fresca, principalmente aquelas ricas em fibras ou que podem ser consumidas com casca, como maçã, pera e laranja, pois a fibra ajuda a diminuir a velocidade que o açúcar é absorvido, mantendo a glicemia controlada.

Frutas recomendadas para diabetes

Frutas permitidas na diabetes

Todas as frutas podem ser consumidas pelos diabéticos, desde que em pequenas quantidades para não estimular o aumento do açúcar no sangue. Além disso, a melhor opção são aquelas frescas com bagaço e casca, podendo também serem utilizadas frutas congeladas ou enlatadas sem adição de açúcar na calda.

Em geral, recomenda-se consumir de 3 a 5 unidades por dia, lembrando que 1 fruta fresca média contém cerca de 15 g de carboidratos, o que também é encontrado em 1/2 copo de suco ou em 2 colheres de sopa de frutas secas.

Veja na tabela a seguir a quantidade de carboidratos presentes nesses alimentos:

Fruta (100 g) Quantidade de carboidrato
Abacate, 1 unidade média 25,8 g
Abacaxi, 1 fatia média 9,2 g
Banana prata 10,4 g
Goiaba vermelha 22,1 g
Laranja baía, crua 20,7 g
Maçã 21,6 g
Mamão papaya, 1 unidade média 32,2 g
Melancia, 1 fatia média 16,2 g
Pera 17,6 g
Tangerina 12,9 g
Uva, 1 cacho pequeno 23,1 g

Também é importante lembrar que o suco contém mais açúcar do que a fruta fresca e menos fibras, o que faz com que a sensação de fome volte logo e o açúcar no sangue aumente mais rapidamente após a ingestão. Além disso, antes do exercício também é importante fazer uma refeição adequada para evitar que os níveis de açúcar fiquem muito baixos. Saiba mais em: O que o diabético deve comer antes do exercício.

Frutas que devem ser controladas

Algumas frutas devem ser consumidas com moderação pelos diabéticos por conterem mais carboidratos ou por terem menos fibras, o que facilita a absorção do açúcar no intestino. Os principais exemplos são ameixa em calda enlatada, açaí polpa, banana, jaca, pinha, figo e tamarindo.

Uma dica para evitar o aumento da glicemia é consumir as frutas juntamente com alimentos ricos em fibras, como aveia em flocos, biscoito integral ou na sobremesa de refeições que contenham salada, como o almoço ou o jantar. Veja outros alimentos que se deve evitar em: Alimentos ricos em açúcar.

Posso comer frutos secos?

Os frutos secos, como castanhas, amêndias e nozes, devem ser consumidos em pequenas quantidades, pois eles têm um teor de carboidratos mais elevado que a versão fresca. Além disso, ales também são ricos em gordura, o que em excesso pode favorecer o aumento do peso, e por isso recomendam-se apenas de 2 a 3 unidades desses alimentos por dia, nos lanches ou após as refeições principais.

Assista ao vídeo a seguir e saiba como ter uma alimentação equilibrada para controlar melhor a glicemia.

Fonte: https://www.tuasaude.com/frutas-recomendadas-para-diabetes/

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Sorvete é um alimento nutritivo indicado até para quem está de dieta

Vamos falar um pouco dessa delícia gelada que faz muitos paladares se renderem à ele devido a variedade de sabores e o refresco provocado no seu consumo, pois o alimento é um ícone na estação Verão, tempos de altas temperaturas conforme registram os termômetros por todo o país. Os maiores consumidores são as crianças, mas os adultos também não ficam atrás. Aí vem a dúvida. Será que este alimento é nutritivo e saudável?

Segundo a nutricionista Luiza Faria, o sorvete não é apenas uma guloseima, pois contém em sua composição um mix de proteínas, cálcio (fabricado à base de leite), carboidratos, vitaminas entre outros ingredientes como frutas, nozes e cacau, que o faz muito nutritivo.

A única recomendação contrária ao consumo do sorvete é a sua ingestão moderada, afinal ele é rico em calorias. Sua composição leva gordura, por isso devemos observar e não deixar que haja um excesso de consumo, mas de um modo geral quando comparado à outras sobremesas, ele é muito mais vantajoso.

Existem até sorvetes terapêuticos com centelha asiática, com erva cidreira, ginseng e valeriana, indicados para combater celulite, stress, impotência e outros problemas de saúde. No Brasil, apenas uma sorveteria em São Paulo tem essa novidade disponível.  Especialistas de Harvard dizem até que o sorvete pode ajudar a engravidar pois além de ser ricos em ferro, cálcio e vitamina D, integram hormônios do leite que estimulam à ovulação, e ainda hormônios que combatem a tensão pré-menstrual.

Tem algumas opções no mercado que oferecem sorvetes diet, que pelo fato de não conterem açucares, são ideais para portadores da diabetes. Já a variação light tem menos caloria, sendo indicada para quem deseja emagrecer. Muitas pessoas não dispensam aquele tira-gosto após o almoço, por isso o sorvete é uma boa pedida. Os picolés de frutas também são boas alternativas, pois não são tão calóricos, sendo à base de água.

Uma grande questão que se deve considerar na hora de consumir os sorvetes são os acompanhamentos oferecidos nas sorveterias, são chocolates, farofa doce, granulados, marshmallows, caldas quentes, bolachas, entre outras inúmeras coberturas que agregam caloria à porção.

As versões saudáveis são sempre mais indicadas, mas a moderação é sempre uma consideração a ser lembrada. O sorvete é usado com bolos (Petit Gateau), com pavê, com pizzas doces, com refrigerantes entre outras versões.

Para não deixar ninguém passando vontade, seguem algumas sugestões à base de sorvete para se preparar em casa e servir para a família e amigos:

Receitas:

Drinque com sorvete (Almond Joey)

Ingredientes:

50ml de Amaretto

30 ml de de mix de coco

30 ml de licor de chocolate

2 bolas de sorvete de creme.

Preparo: Bata todos os ingredientes no liquidificador com uma ou duas pás de gelo até adquirir uma textura cremosa. Coe e sirva em seguida

Pavê com sorvete:

Ingredientes:

2 latas de leite condensado

1 colher de chá de manteiga

1 xícara de leite

5 colheres de chocolate em pó

1 creme de leite

2 litros de sorvete de creme

2 pacotes de cookies com gotas de chocolate.

Preparo: misture o leite condensado, o leite, a mantega e o chocolate em uma panela ao fogo brando. Não deixe de mexer até engrossar a mistura. Desligue o fogo e acrescente o creme de leite. Deixe esfriar. Reserve quatro cookies. Em uma fôrma de 24 cm de diâmetro com aro removível, coloque camadas de cookie esfarelados intercalando com camadas de sorvete. Termine com o sorvete. Deixe no freezer de um dia para o outro. Para servir, desenforme e por cima polvilhe o restante dos biscoitos esfarelados.

Bom apetite

Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/sorvete-e-um-alimento-nutritivo-indicado-ate-para-quem-esta-de-dieta/115540/#ixzz4UuKCuaT7

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Sobras da ceia de Natal; Bem Estar dá dicas de reaproveitamento

Reaproveitar alimentos é sempre o mais indicado, mas é preciso observar as condições de higiene e as formas de armazenamento.

 

Pernil, maionese, tender, panetone, o Natal acabou, mas e a comida, sobrou muita coisa? No Bem Estar desta terça-feira (26), a nutricionista Isabela Pimentel explica como aproveitar as sobras com saúde. As frutas, por exemplo, basta lavar novamente antes de guardar. O endocrinologista João Eduardo Salles explica a relação delas com o triglicérides.

Reaproveitar alimentos é sempre legal, principalmente quando pensamos no combate ao desperdício. No entanto, quando falamos em Natal ou Ano Novo temos dois problemas: as ceias nem sempre são preparadas com as melhores condições de higiene e as comidas ficam expostas na mesa por muito tempo, além de terem sido feitas pela manhã. É muito arriscado reaproveitar esses alimentos.

Frutas

É clássico no Natal aquela mesa linda com muitas frutas típicas, mas sempre sobra muita coisa e elas são boas opções para continuar no clima natalino até o próximo ano. As frutas podem ser congeladas e depois virar gelinho, suco ou smoothie, se batidas com iogurte.

O endocrinologista João Salles faz, entretanto, um alerta sobre o consumo de frutas exagerado, principalmente para os diabéticos. Muitos pacientes trocam a refeição por frutas ou comem muitas porções nessa época do ano, mas isso não é saudável. A frutose, o açúcar da fruta, aumenta a glicemia no sangue e ajuda na formação de triglicérides. O ideal é seguir a recomendação de 3 a 5 porções diárias, sendo que uma porção equivale a uma fruta média ou uma fatia de uma fruta grande.

Outro ponto para ficar atento é o xarope de milho, um concentrado de frutose que está presente em diversos alimentos como refrigerantes, sucos de caixinha, condimentos (catchup e mostarda), frutas em conserva, geleias, bolos e pudins.

Carnes

Só podemos reaproveitar a sobra limpa, ou seja, aquele pedaço de carne que não foi levado à mesa. Fica a dica para a próxima ceia, cortar metade da picanha, por exemplo, e deixar uma parte na geladeira para ficar mais conservada e com menos chance de contaminação. Depois de preparadas, no dia seguinte, as carnes podem compor uma salada fresca, um omelete ou risoto.

Doces

A palavra-chave é COMPARTILHAR!!! Ganhou 5 panetones? Dê para os familiares, vizinhos, amigos e fique com apenas um. Porque quanto mais se tem à vista, mais vai comer. Sobrou pavê, pudim, rabanada? Faça marmita para os parentes levarem uma parte. Congelar doces não é uma boa porque ao invés de comer por uma semana, a pessoa vai comer por um mês inteiro.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/sobras-da-ceia-de-natal-bem-estar-da-dicas-de-reaproveitamento.ghtml
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O desafio de escolher os alimentos

Orgânico, convencional, funcional, enriquecido…você fica confuso com tantos rótulos encontrados nos alimentos? Confira o que significa cada um deles e não se confunda em sua próxima compra.

Os alimentos que você escolhe devem ajustar‐se ao seu gosto, personalidade, tradições familiares e culturais, estilo de vida e orçamento. E nos dias atuais, há uma grande variedade, o que pode deixar muita gente confusa na hora de escolher o melhor para a família

A fim de fazer a melhor opção, é importantea conhecer a origem e a qualidade biológica dos alimentos (o potencial que cada um tem para proteger a nossa saúde). Para selecionar os alimentos, portanto, você precisa conhecer mais que os seus nomes, é preciso conhecer as qualidades interiores de cada um, como calorias, nutrientes e não‐nutrientes que eles contêm. Confira, abaixo, os tipos de alimentos encontrados no mercado:

Convencional: produzido com o uso do solo, de adubos químicos altamente solúveis e com o uso de agrotóxicos (inseticidas, fungicidas, acaricidas, bactericidas, nematicidas, herbicidas, entre outros).

Orgânico: conhecido como um produto isento de fertilizantes químicos e agrotóxicos, produzido em solo vivo, com boas condições para que se desenvolva bem e produza um alimento sadio e sem resíduos tóxicos. Para a produção dos orgânicos não é permitido usar agrotóxicos e adubos químicos de alta solubilidade e nenhum produto que deixe resíduo no solo, na água, no animal e nos alimentos. O alimento traz em sua embalagem o “selo verde” como garantia de sua qualidade. Já existem diversos produtos orgânicos no mercado, como sucos, geléias, laticínios, óleos, doces, palmito, pães, biscoitos, molhos, especiarias, cerveja, vinho, cachaça, café, barra de cereais, hortaliças processadas, entre outros. O grande obstáculo desses produtos é preço – em média, 40% mais elevado que os dos produtos convencionais.

Hidropônico: produzido em ambiente protegido (estufas) sem o uso de solo e com o uso de adubos químicos de fácil solubilidade em água. Como o cultivo é feito longe do solo, as plantas não têm contaminantes como bactérias, fungos, lesmas, insetos ou vermes. E, por serem criadas em um ambiente controlado, crescem mais saudáveis.

Funcional: é todo aquele alimento ou ingrediente que, além das funções nutricionais básicas, quando consumido como parte da dieta habitual produz efeitos metabólicos e/ou fisiológicos e/ou benéficos à saúde. Esses alimentos possuem três propriedades principais: reduzem o risco de doenças, modelam funções do sistema imunológico e melhoram ou modulam a disposição e o desempenho físico. Mas fique atento: os alimentos funcionais não são destinados a tratar ou a curar doenças, e sim contribuir para uma melhor qualidade de vida.

Transgênico: é geneticamente modificado. Nesse processo, a planta adquire propriedades de certas bactérias, o que faz com que funcionem como inseticidas naturais ou que resistam a um determinado tipo de herbicida.

Fast-food: alimento geralmente preparado em restaurante e que está disponível em questão de minutos na sua casa ou no próprio local onde é feito.

Diet: é geralmente utilizado em dietas de restrição, e deve ter total ausência de um determinado ingrediente, como carboidrato (sacarose), proteína, gordura ou sódio. É importante que fique bem claro que nem todos os produtos denominados dietapresentam diminuição significativa na quantidade de calorias e, portanto, devem ser evitados pelas pessoas que desejam emagrecer.

Light: alimento com redução mínima de 25% de qualquer de seus atributos, como calorias, açúcar, sal, gordura, carboidrato e colesterol.

Alimento enriquecido: enriquecer/fortificar um alimento consiste em adicionar um ou mais nutrientes essenciais contidos naturalmente ou não no alimento. O objetivo é reforçar o  valor nutritivo e prevenir – ou corrigir – deficiências de um ou mais nutrientes na alimentação da população ou de grupos específicos.

Alimento processado: é aquele submetido a qualquer processo, como moagem, alterações de textura, cozimento ou outros. Depende do composto inicial e do processo, um determinado alimento processado pode ou não ser nutritivo.

Referência consultada: Ornellas, LH. Técnica dietética: seleção e preparo de alimentos. 8ª ed. rev. Ampl.

*Coluna escrita em parceria com a nutricionista Abykeyla Mellisse Tosatti, especializanda em Adolescência para Equipes Multidisciplinares da UNIFESP e colaboradora da Nutrociência

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI112080-15995,00.html

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