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Supermercados terão que manter limpos os carrinhos de compra

A higienização de carrinhos de compras usados por clientes dos supermercados e de mouse dos computadores disponibilizados nas lan houses pode passar a ser uma obrigação dos estabelecimentos comerciais especificada no Código de Defesa do Consumidor (CDC – Lei 8.078/1990).

Pesquisa mostra que carrinhos de supermercado e mouses são os objetos fornecidos a clientes mais contaminados por bactérias, o que motivou o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) a apresentar projeto (PLS 445/2015) que obriga a higienização desses utensílios pelos donos dos estabelecimentos. A proposta aprovada nesta terça-feira (29), em decisão terminativa, na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA).

A obrigação de higienização determinada no projeto, no entanto, não é restrita a esses dois tipos de objetos, mas alcança todos os equipamentos e utensílios disponibilizados ao consumidor no fornecimento de um produto ou serviço. O texto estabelece ainda que o fornecedor ficará obrigado a informar, “de maneira ostensiva e adequada, quando for o caso, sobre o risco de contaminação”.

O Código do Consumidor determina, como explica o autor da proposta, que produtos e serviços colocados no mercado não podem acarretar riscos à saúde dos consumidores, mas excepciona riscos considerados “normais e previsíveis em decorrência de sua natureza e fruição”.

Como exemplo de exceção, Crivella cita os medicamentos, que podem ter efeitos colaterais nocivos. Mas para o autor e para o relator na CMA, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), o risco de contaminação por falta de higienização de equipamentos disponibilizados aos consumidores não se enquadra nas exceções.

Para eles, a norma prevista no PLS 445/2015 contribui para aumentar a proteção da saúde dos usuários e atende princípio do reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor.

Se não for apresentado recurso para votação em Plenário, a matéria segue para a Câmara dos Deputados.

(fonte: Agência Senado)

Fonte: Portal Terra

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Consumidor não quer mudar de marca

Apesar da crise, em categorias como iogurtes, carnes e biscoitos, mais da metade dos brasileiros está disposta a manter seu produto preferido

Embora esteja com o orçamento apertado, a maioria dos brasileiros não está disposta a mudar de marcas. E isso é ainda mais perceptível em categorias que considera importante, como aponta pesquisa da empresa Sonne, em parceria com a Vertude. Foram ouvidas 1,8 mil pessoas em todo o País.

Segundo o levantamento, 58% afirmam que não querem trocar a marca de iogurte. Em biscoitos, o percentual sobe para 61% e, em carnes, para 74%. “Os consumidores, quando têm preferência por uma marca, dificilmente a substituem. Menos de 30% das pessoas costuma realizar a troca, mesmo em um momento de crise”, afirma Maximiliano Bovaresco, sócio-diretor da Sonne.

De acordo com ele, o brasileiro prefere não arriscar justamente por estar com o bolso mais apertado. Para Bovaresco, em iogurtes, por exemplo, a qualidade justifica a fidelidade à marca de mais de 80% dos compradores de Danone e Nestlé.

Fonte: Valor Econômico

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Conheça o supermercado sem embalagens?

Original e consciente

Imagine um supermercado sem nenhuma embalagem descartável. Lá, o macarrão não vem em um pacote. O suco não é vendido com a caixa. O xampu? Não, não tem frasco. Sacolinha plástica? Nem pensar!

Sim, ele existe. E é um sucesso.

O Original Unverpack é um novo supermercado, criado em Berlim, na Alemanha. Como o nome indica, é muito original – e sem embalagens. Por lá, produtos regionais têm passe livre. Mas frascos e potes descartáveis definitivamente não.

O conceito foi idealizado por duas mulheres, Milena e Sara, ao longo de dois longos anos.

Cientes de que anualmente 16 milhões de toneladas de embalagens vagam pelos lixos da Alemanha, as duas visionárias decidiram abrir um supermercado que aumenta a consciência sobre esse problema e propõe alternativas práticas.

Mas afinal, como é possível comprar um azeite, por exemplo, sem usar nenhuma embalagem descartável? Substituindo-a por potes de vidro, latas, sacolas, cestos e assim por diante.

Funciona assim: você leva as suas próprias embalagens e completa com os produtos que desejar. Na hora de pagar, é só pesar. E pode ficar tranquilo que você só vai pagar pelo peso do produto.

Esqueceu a sua cesta em casa? Não tem problema, no Original Unverpack há muitos recipientes reutilizáveis à venda. Quer saber a procedência do produto? A tabela nutricional? Se tem glúten? O Original Unverpack disponibiliza materiais com todas as essas informações.

A marca está revolucionando comportamentos enraizados há décadas, introduzindo uma nova experiência de consumo, baseada na sustentabilidade.

O sucesso dos primeiros três meses de funcionamento comprova a existência de uma demanda latente por marcas que levem em consideração toda a cadeia produtiva.

Um estudo realizado pela Interbrand, aponta que nós estamos entrando na Era do Você, uma era na qual as marcas devem se adaptar e se reorganizar a partir dos dados e das demandas dos indivíduos.

A Era do Você também pode ser ilustrada como a era da personalização, na qual o consumidor é o ator principal.

As marcas precisam olhar para os seus consumidores e descobrir insights genuínos para criarem experiências relevantes e personalizadas para as suas comunidades.

O Original Unverpack é um ótimo exemplo de como as marcas devem atuar na Era do Você: lendo e compreendendo as necessidades das comunidades para criar uma experiência atende os desejos dos indivíduos.

Veja nas imagens o funcionamento do supermercado.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/conheca-o-supermercado-sem-embalagens

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Falta de tempo e alta no preço muda hábito do consumidor e cria oportunidades aos supermercados

Rotina movimentada e alta nos preços de alguns alimentos faz com que consumidores adotem novos hábitos em sua alimentação e cria oportunidade para o Mercado atacadista de alimentação.

Sem tempo para sentar à mesa e comer com calma, o brasileiro que, nos anos 70 tinha uma média de duas horas por refeição, hoje não passa mais que 15 minutos. Junto à isso temos a ala no preço dos produtos industrializados que fez com que o consumidor começasse a optar por alimentos mais saudáveis, trocando o snacks e refrigerantes por frutas e cereais.

Essa mudança de hábitos fez com que o supermercados passassem a repensar a maneira como lidar com a arquitetura física do varejo, oferecendo alimentos complementares, facilitando a busca do consumidor e permitindo que ele passe menos tempo nas lojas. Além disso, oferecer preços mais atraentes os supermercadista tem hoje a missão de reinventar suas ofertas, lançar novos  serviços e estar mais atento às variáveis que influenciam Mercado, como tecnologia, otimização dos recursos, capacitação profissional, sustentabilidade e mudanças demográficas.

O atual panorama do setor exige atenção ao cliente, que passou a consumir alimentos mais saudáveis e práticos. Todas as classes estão em busca de mais praticidade no dia a dia e passaram a optar por produtos que oferecem melhor qualidade. Essa mudança de perfil é revelada em uma pesquisa divulgada pela APAS (Associação Paulista de Supermercados): nos últimos anos, alimentos frescos ganharam importância na cesta do brasileiro. A análise observou um crescimento no consumo de produtos de açougue, hortifrúti e padaria. 11% dos entrevistados afirmaram que, se os preços dos alimentos subissem, passariam a comprar mais frutas e/ou vegetais frescos ou congelados, enquanto 10% optariam por cereais a granel. Isso representa uma nova oportunidade de negócios para varejistas do setor.

 

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