Open post

Delícias Juninas: Moça da Roça

Moça da Roça

Ingredientes:
2 latas de milho verde (escorridos)
1 lata de leite Condensado
2 vezes a mesma medida (lata) de leite
1 pedaço de pau de canela
Canela em pó a gosto

Modo de Preparo:
Bater no liquidificador o milho verde com duas xícaras (chá) de água. Passar pela peneira e reservar.
Bater novamente no liquidificador o suco de milho, o leite condensado e o leite até a mistura ficar bem homogênea.
Levar ao fogo baixo com a canela em pau, mexendo sempre até ferver (cerca de 5 minutos).
Distribuir em canecas ou copos com alça, polvilhar a canela em pó e sirva a seguir.

Agora é só servir!
Ficar uma delícia!

Essa receita é da nossa funcionária:
Viviane Pugliesi dos Santos – Setor Administrativo.

func

Quer ver sua receita publicada aqui também? Então envie para nós.

Open post

Poupança é investimento mais seguro que o Tesouro Direto?

Quando se fala em segurança no investimento, a primeira aplicação que vem à mente de muito investidor é a poupança. Mas será que a poupança é realmente o investimento mais seguro que existe?

Não existe investimento sem risco, afirmam Alexandre Cabral, professor de Finanças da FIA (Fundação Instituto de Administração); Clodoir Vieira, professor de Finanças do Centro Universitário Senac; Eric Trevisani, planejador financeiro da Trevisani Adviser e Mauro Calil, especialista em investimentos do Banco Ourinvest.
“A poupança tem garantias privadas, enquanto o Tesouro tem garantias públicas”, afirma Calil. “Sendo assim, o Tesouro é mais seguro que a poupança, pois o governo tem a capacidade de aplicar impostos para cobrir suas despesas, enquanto o setor privado não pode se financiar desse modo”, diz.

Tesouro tem garantia do governo

A poupança é garantida pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), uma entidade privada, sem fins lucrativos, que administra um mecanismo de proteção aos correntistas, poupadores e investidores. Ele permite recuperar os depósitos num banco em caso de quebra.

Essa garantia é de até R$ 250 mil por CPF, por banco. Esse valor inclui tudo: conta-corrente, poupança, CDBs, LCIs etc.

Assim, se alguém concentra todas as suas aplicações em um único banco, e ele quebra, só se consegue recuperar os R$ 250 mil. Se tiver mais que isso, é vantajoso separar os investimentos em outros bancos. Aí é esse limite por banco.Clique aqui para ver mais informações sobre o FGC.

Mauro Calil explica que, mesmo se o banco for público, a garantia também é privada. “E se um banco público quebrar, nada garante que o governo vai resolver, pois não há lei ou regulamentação que preveja tal situação de socorro”, diz.

A garantia dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto é o Tesouro Nacional, ou seja, o governo. “É mais provável uma instituição privada quebrar do que o governo. Além disso, se o governo quebrar, isso também vai afetar as instituições privadas”, diz Trevisani.

Ele explica que se uma crise econômica depreciar todo o patrimônio público, nem a poupança nem o Tesouro estarão 100% seguros. “Ao comparar os investimentos não estamos falando sobre a qualidade da garantia, mas sim sobre o seu tamanho. Na poupança, a garantia é limitada a R$ 250 mil. No Tesouro, é sem limite”, diz.

Poupança é simples e rápida

Comparando a poupança com o Tesouro Direto nos quesitos rentabilidade, liquidez (facilidade de transformar o investimento em dinheiro), simplicidade e incidência de taxas e impostos, a poupança se sai melhor em todos, menos na rentabilidade.

Quando se investe na poupança, é possível sacar o dinheiro no mesmo dia. No Tesouro Direto, o dinheiro é depositado no dia seguinte.

Quem investe na poupança também não precisa se lembrar de reinvestir o dinheiro.  Uma vez depositado na caderneta, ele irá render sempre. “A poupança é imbatível quando se fala em liquidez e simplicidade”, afirma Clodoir Vieira.

O mesmo não acontece no Tesouro Direto. “O Tesouro é complicado; na verdade, ele não é direto, é indireto”, diz Mauro Calil. Ao optar por esse investimento, é preciso procurar um banco ou corretora, escolher o tipo de título no qual quer investir, o prazo de vencimento, e também é preciso fazer novas compras quando o título vence.

“Não é que o Tesouro seja difícil, é a poupança que já está na cabeça das pessoas desde que elas usam fraldas”, afirma Cabral.

Poupança é isenta de taxas e imposto

A poupança não tem qualquer incidência de taxas ou impostos.

No Tesouro Direto, há incidência de Imposto de Renda em função do prazo da aplicação (quanto mais tempo o dinheiro fica investido, menor será a alíquota cobrada). Veja a tabela:

  • Até 180 dias: 22,5%
  • De 181 a 360 dias: 20%
  • De 361 a 720 dias: 17,5%
  • Acima de 720 dias: 15%

Se o dinheiro ficar investido por um prazo inferior a 30 dias, haverá também cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Também existem taxas de custódia e de serviços que são cobradas no Tesouro Direto. Para saber mais sobre essas taxas e o funcionamento do Tesouro Direto,clique neste link.

Em rentabilidade, Tesouro vence

Quando se compara poupança com Tesouro Direto, o último vence na rentabilidade.

O economista Mauro Calil fez uma projeção de rentabilidade para uma aplicação de R$ 1.000, considerando que a taxa de juros básica da economia seja mantida em 14,25% ao ano. Não foi considerada a variação da TR para o cálculo.

Em seis meses:
Poupança: R$ 1.030,00 (rentabilidade de 3%)
Tesouro Direto: R$ 1.055,60 (rentabilidade de 5,56%, já descontado o IR de 22,5%)

Em um ano:
Poupança: R$ 1.061,70 (rentabilidade de 6,17%)
Tesouro Selic: R$ 1.114,00 (rentabilidade de 11,4%, já descontado o IR de 20%)

Em dois anos e um dia:
Poupança: R$ 1.127,20 (rendimento de 12,72%)
Tesouro direto: R$ 1.269,24 (rendimento de 26,92%, já descontado o IR de 15%)

“As pessoas precisam aprender que ganhar dinheiro dá trabalho. Sai muito caro eu escolher a comodidade da poupança em vez do Tesouro, porque isso significa perder dinheiro”, diz Calil.

(Edição de texto: Armando Pereira Filho)

 

Fonte: http://economia.uol.com.br/financas-pessoais/noticias/redacao/2016/06/03/poupanca-e-investimento-mais-seguro-que-o-tesouro-direto.htm

Open post

Delícias Juninas: Chá de Amendoim

Chá de Amendoim

Ingredientes:
500gr de amendoim
3 litros de leite
2 latas de leite condensado
6 canelas em pau
10 cravos
6 colheres de sopa de açúcar

Modo de Preparo:
Torre todo amendoim numa panela, até que ele solte toda a pele. Esfregue com as mãos para que solte toda a pele.
Após o amendoim estar limpo e sem pele, triture (pode ser no liquidificador) até ficar bem fininho. Reserve.
Numa panela grande doure o açúcar até ficar em ponto de caramelo. Em seguida junte todos os ingredientes,
deixando ferver por 20 minutos. Pronto. Ficou uma delícia!
Sirva sempre quente!

Essa receita é da nossa funcionária:
Maria de Fátima do Nascimento – Loja Diplomata.

func

Quer ver sua receita publicada aqui também? Então envie para nós.

Open post

Primeiros testes de “pílula do câncer” são pouco animadores, dizem médicos

Nesta semana, foi divulgado o primeiro teste com animais que conseguiu detectar algum tipo de eficácia da fosfoetanolamina, a “pílula do câncer”, na redução de tumores em cobaias. Até então, os experimentos com animais apontavam para nenhuma ação da substância contra tumores. Especialistas, contudo, avaliam que os resultados obtidos até agora não justificariam a aposta na droga como remédio.

O teste elaborado pelo CIEnP (Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínico) detectou que doses de 500 mg/kg de fosfo em camundongos com melanoma, um tipo de câncer de pele comum, foram suficientes para reduzir o tamanho do tumor em 34%. Contudo, outra substância, a cisplatina, teve resultados muito mais satisfatórios: 68% do tumor regrediram após o tratamento.

Segundo especialistas, a própria cisplatina já é considerada uma substância pouco eficiente contra o melanoma em humanos. E o teste do CIEnP evidencia que a fosfoetanolamina seria menos eficiente que ela em cobaias –a efetividade em animais muitas vezes não é a mesma que em humanos.

“A cisplatina não é uma substância que a gente utiliza no dia a dia para o tratamento de melanoma”, afirma Rafael Schmerling, oncologista clínico da Beneficência Portuguesa de São Paulo. “Em laboratório ela pode ser interessante, mas em humanos é pouco eficaz.”

O médico comenta que já existem substâncias atualmente, como a vemurafenib e a cobimetinib combinadas, que conseguem fazer com que 70% dos pacientes tenham reduções consideráveis no tumor de melanoma.

“A fosfo mostrou alguma eficácia, mas foi pior que uma substância que já é ruim para melanoma”, comenta Gustavo Fernandes, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.

Resultados pouco significativos

Outro teste feito pelo Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos da Universidade Federal do Ceará avaliou que, apesar de não ser tóxica, a “pílula do câncer” não teria nenhuma eficácia no tratamento do câncer.

Em março, um terceiro relatório do grupo de estudo já indicava que a pílula não tinha efeitos contra o câncer em células em laboratório. Na época, defensores do composto diziam que ele agia no metabolismo de um organismo vivo e, por isso, não teria efeito in vitro.

Para Fernandes, os resultados obtidos até agora não justificariam a continuidade das pesquisas. “Se você desse esses dados para um pesquisador de câncer da Inglaterra, por exemplo, e perguntasse se valeria a pena investir na pesquisa, ele diria que não. Em qualquer lugar do mundo esse assunto estaria encerrado”, avalia.

Contudo, o presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia acredita que é necessário finalizar os estudos clínicos no Brasil por conta do clamor popular. “Não basta ser honesto, tem que parecer. Está em jogo a credibilidade do sistema, da medicina, do ministério, da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. É preciso ir até o final dos testes.”

Pressão da sociedade

A “pílula do câncer”, desenvolvida pelo Instituto de Química da USP (Universidade de São Paulo), em São Carlos, foi usada por cerca de 20 anos sem nunca ter sido testada. Ela era distribuída gratuitamente para pessoas interessadas pela equipe coordenada pelo professor aposentado Gilberto Chierice.

Após diversos protestos e decisões judiciais, uma lei foi aprovada pelo Congresso Nacional permitindo a comercialização e uso da substância mesmo sem registro da Anvisa. Ela foi sancionada pela presidente afastada, Dilma Rousseff. Contudo, oSTF (Supremo Tribunal Federal), em decisão liminar, suspendeu a lei.

Enquanto isso, um grupo de trabalho criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação pesquisa a eficácia da substância contra o câncer. Um laboratório de São Paulo já foi autorizado a produzir a fosfoetanolamina sintética para análises clínicas experimentais.

“A pressão em testar a substância em humanos não é da comunidade científica, é do anseio popular. Todas as drogas precisam ser testadas em células de laboratório para depois serem em humanos. E aí, as pessoas verão como é frustrante, porque em laboratório a droga pode até ter resultados interessantes, mas depois, nos testes em humanos, podem não ter mais”, analisa Rafael Schmerling.

 

Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2016/06/03/testes-feitos-ate-agora-com-fosfo-nao-justificam-remedio-para-cancer.htm

Posts navigation

1 2