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PIS: Caixa desmente saque de R$ 3,2 mil para quem tem dois anos em carteira

Banco disse que as condições de saque do PIS não sofreram alterações; saques vão até 30 de junho; veja todas as datas

A Caixa Econômica Federal (CEF) esclareceu que é falsa a notícia publicada nesta segunda-feira (28) em diversos sites com o título “Se você tem 02 anos de registro em carteira, você pode ter R$ 3.284,00 para receber do Governo”.
As condições do saque, com relação ao PIS (Programa de Integração Social), não sofreram nenhuma alteração e permanecem conforme calendário anual estabelecido pelo CODEFAT – Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador.

Critérios para o saque:
? Estar cadastrado no PIS há pelo menos cinco anos;
? Ter recebido remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante o ano-base;
? Ter exercido atividade remunerada para Pessoa Jurídica, durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração;
? Ter seus dados informados pelo empregador (Pessoa Jurídica) corretamente na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).

Calendário
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Fonte: http://economia.ig.com.br/2016-03-29/pis-caixa-desmente-saque-de-r-32-mil-para-quem-tem-dois-anos-em-carteira.html

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Caixa anuncia lucro de R$ 7,2 bilhões e medidas para crédito imobiliário

Fatia de financiamento de imóvel usado sobe de 50% para 70%. Banco também vai voltar a financiar segundo imóvel.

A Caixa Econômica Federal anunciou na manhã desta terça-feira (8) ter registrado lucro líquido de R$ 7,2 bilhões em 2015, valor 0,9% superior ao obtido no ano anterior. O banco também apresentou medidas de estímulo ao crédito imobiliário, com aumento da cota de financiamento de imóveis usados e reabertura do financiamento do segundo imóvel.
Segundo a presidente da Caixa, Miriam Belchior, o banco vai aumentar a cota de financiamento de imóveis usados, que deverá alavancar o mercado como um todo. De acordo com a Caixa Econômica, hoje é possível financiar até 50% do valor do imóvel usado – fatia que vai passar a 70%.

“A cota de financiamento de imóveis é um dos fatores que mais impactam a demanda. Quanto maior a cota, maior o número de interessados”, afirmou.
O limite de financiamento para imóveis usados foi reduzido pela Caixa em maio de 2015, quando passou de 80% para 50%. Na ocasião, o banco justificou a medida afirmando que pretendia focar no crédito habitacional de moradias novas.

A mudança vale apenas para imóveis usados financiados com recursos da poupança – ficam de fora da mudança o crédito para a habitação popular, como o programa Minha Casa Minha Vida, e os financiamentos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Nestas modalidades, o financiamento não havia sofrido restrições em 2015.
Pelas novas regras, os financiamentos com recursos da poupança (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) terão uma elevação do limite do valor total financiado de 50% para 70% do valor do imóvel no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 40% para 60% para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), pelo Sistema de Amortização Constante (SAC).

Segundo imóvel
De acordo com Miriam Belchior, a Caixa também vai reabrir o financiamento imobiliário para o segundo imóvel. “Serão as mesmas condições de financiamento do primeiro imóvel. Ele (o tomador de crédito) poderá ter dois imóveis financiados ao mesmo tempo”. A restrição estava em vigor desde 17 de agosto do ano passado.
“Com essas medidas, a Caixa vai elevar a quantidade de contratações neste ano em mais 64 mil unidades, 13% em relação ao total antes previsto”, disse Miriam.

Resultados
Segundo a Caixa, os principais destaques do resultado do ano passado foram as receitas originadas pelo relacionamento com clientes nas contas correntes e cestas de serviços, que cresceram 30,7%, pelos cartões de crédito em 12% e pelos convênios e cobrança em 10,1%.
A carteira de crédito avançou 11,9% em 12 meses e alcançou saldo de R$ 679,5 bilhões, representando 20,9% do mercado. O crédito habitacional continuou a ser o principal destaque do crédito, com evolução de 13% no ano e saldo de R$ 384,2 bilhões. O valor representa 67,2% do mercado do país.

“Em 2015 tivemos ano desafiador, com repercussões no nível de atividade e arrefecimento no nível de crédito, mas alcançamos um lucro maior do que o de 2014…Fizemos melhoria de processos e redução de desperdícios que resultaram em uma economia de R$ 2,8 bilhões durante o ano passado. Nossas despesas administrativas, por exemplo, cresceram menos que inflação”, citou a presidente da instituição, Mirian Belchior.

O banco ainda anunciou que, mesmo diante das adversidades, a carteira de crédito da Caixa cresceu 11,9% em 12 meses. O crédito habitacional avançou 13% no ano e saldo de R$ 384,2 bilhões.
A Caixa afirma ter injetado, em 12 meses, R$ 732,7 bilhões na economia brasileira por meio de “contratações de crédito, distribuição de benefícios sociais, investimento em infraestrutura própria, entre outros”.
Na avaliação da presidente, este ano traz grandes desafios, mas o banco vem se planejando para “potencializar a capacidade de negócios com mais eficiência e menos custos”.
Em 2015, a base de clientes da instituição somou 82,9 milhões de correntistas e poupadores em 2015, um aumento de quase 6% em 12 meses. A carteira de pessoas físicas atingiu 80,7 milhões, e a de pessoas jurídicas, 2,2 milhões.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2016/03/lucro-da-caixa-economica-sobe-para-r-72-bilhoes-em-2015.html

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Veja os erros mais comuns que costumam levar à malha fina do IR

Das declarações retidas em 2015, 29% foram por omissão de rendimentos. Dedução indevida e valores errados de despesas médicas estão na lista.

Dados da Receita Federal mostram que a omissão de rendimentos e números errados ou incompatíveis nos valores declarados com despesas dedutíveis estão entre as principais razões que costumam levar o contribuinte à malha fina. Em 2015, 617.695 contribuintes caíram na malha fina, segundo a Receita, o que corresponde a 2,1% do total de documentos entregues.

Os 6 erros mais comuns

Veja a seguir os 6 erros mais comuns no preenchimento da declaração do imposto de renda, segundo as estatísticas de declarações retidas em malha fina da Receita no ano passado:

1º – Omissão de rendimentos do titular ou seus dependentes
180.755 declarações retidas (29,3% do total)

2º – Dedução indevida de despesas com previdência oficial ou privada
148.334 declarações retidas (24% do total)

3º – Valores incompatíveis de despesas médicas
129.587 declarações retidas (21% do total)

4º – Informações declaradas divergentes da fonte pagadora (não comprovação do Imposto de renda retido na fonte pela empresa, inclusive ausência de DIRF)
43.886 declarações retidas (7,1% do total)

5º – Omissão de rendimentos de aluguéis
34.863 declarações retidas (5,6% do total)

6º Pensão alimentícia com indícios de falsidade
32.998 declarações retidas (5,3% do total)

Outros cuidados

O prazo de entrega vai até o dia 29 de abril. Para não cair na malha fina, é importante também que o contribuinte tome outros cuidados na hora do preenchimento.
O especialista Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil lista outros12 erros comuns que também podem trazer problemas ao contribuinte:

1 – Não lançar na ficha de rendimentos tributáveis os rendimentos provenientes de resgate de previdências privadas, quando não optantes pela plano regressivo de tributação;
2 – Informar, no caso de contribuintes com mais de 65 anos, rendimentos isentos com valor superior ao limite legal. Em caso de declaração em conjunto, se ambos os contribuintes preencherem as condições de isenção, o valor máximo permitido é a soma dos limites de cada um;
3 – Não lançar a pensão alimentícia recebida na ficha de rendimentos tributados recebidos de pessoa física.
4 – Lançar valores na ficha de rendimentos tributáveis diferentes daqueles relacionados nos informes de rendimento das fontes pagadoras;
5 – Lançar valores de rendimentos tributados exclusivamente na fonte na ficha de rendimentos tributados;
6 – Não preencher a ficha de ganhos de capital no caso de venda de bens e direitos;
7 – Não preencher a ficha de ganhos de renda variável se o contribuinte operou em bolsa de valores;
8 – Lançar os mesmos dependentes quando a declaração é feita em separado pelos cônjuges ou companheiros;
9 – Não relacionar os rendimentos (tributáveis, isentos e não tributáveis e tributável exclusivamente na fonte) de dependentes relacionados na declaração;
10 – Não relacionar nas fichas de bens e direitos, dívidas e ônus, ganho de capital e renda variável valores referente a dependentes de sua declaração;
11 – Não relacionar valores de aluguéis recebidos de pessoa física na ficha de recebimento de pessoa física;
12 – Não abater comissões e despesas relacionadas a aluguéis recebidos na ficha de rendimentos recebidos de pessoas físicas.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/imposto-de-renda/2016/noticia/2016/03/veja-os-erros-mais-comuns-que-costumam-levar-malha-fina-do-ir.html

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APAS 2016: Regional ABC reuniu mais de 330 profissionais para apresentação do tema

A Regional ABC sediou o quarto Evento de Lançamento da APAS 2016. Na última quinta-feira, 10 de março, 339 profissionais, entre supermercadistas, fornecedores da indústria, autoridades e imprensa, puderam conhecer o tema “Perspectivas e Oportunidades” e as novidades do maior evento mundial do setor supermercadista – que será realizado entre os dias 02 e 05 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo.

O vice-presidente licenciado da APAS e deputado estadual, Orlando Morando, prestigiou e discursou no Evento de Lançamento.

Clique aqui e confira a galeria de fotos do Evento de Lançamento APAS 2016 – Regional ABC.

Fonte: http://www.portalapas.org.br/m5.asp?cod_pagina=1222&cod_noticia=17497