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Você conhece o Slow Food?

Movimento com mais de 1 milhão de adeptos em mais de 150 países propõe que se coma sem pressa, que se tenha prazer com alimento e evite o desperdício

Se você gosta e cozinha, se preocupa em ter mais alimentos frescos na geladeira do que congelados industrializados no freezer, não é deslumbrada com essa história de produto importado (tipo sal azul, vermelho, verde ou cor de abóbora), tenta encaixar a compra de alimentos orgânicos no orçamento doméstico e detesta refeição que se come em pé? Querida, acho que você pratica slow food!
Não sabia?

Pois é. O movimento chamado Slow Food foi criado na Itália, na década de 80, por Carlo Petrini. Posso dizer que o sujeito era um visionário. Já naquela época, ele anteviu que a forma como as pessoas, as famílias em particular, estavam se alimentando não era a mais adequada, que não daria muito certo, não seria a mais saudável para o nosso organismo.

O movimento nasceu para ser um contraponto ao aumento do fast food e o desaparecimento das tradições familiares, que leva ao desinteresse das pessoas pela origem da comida, seu sabor e como nossas escolhas afetam o meio ambiente.

“O Slow Food opõe-se à tendência de padronização do alimento no mundo e defende a necessidade de que os consumidores estejam bem informados, se tornando co-produtores”, diz o movimento no site brasileiro.

Desde a sua criação, o movimento só ganhou força e cresceu, se espalhando mundo afora, mostrando que há muita gente a fim de desacelerar, descomplicar ecomer comida boa. O Slow Food criou documentos, promoveu congressos, feiras e grupos de discussão. Em 2008, Carlo figurou na lista das 50 Pessoas que Podem Salvar o Mundo feita pelo jornal inglês The Guardian.

Para o movimento, o alimento deve ser bom, limpo e justo. “O que comemos deve ter bom sabor; deve ser cultivado de maneira limpa, sem prejudicar nossa saúde, o meio ambiente ou os animais; e os produtores devem receber o que é justo pelo seu trabalho.”

Eu pratico Slow Food (e também Comfort Food). Muito provavelmente você também! Se ainda não pratica, veja só algumas sugestões:

Vá mais devagar na sua vida

1. Compre ingredientes integrais. Cozinhe-os e coma.

2. Evite comida processada com longas listas de ingredientes. Coma comida de verdade.

3. Plante algo que você possa comer, mesmo que seja na sua janela.

4. Sempre que possível, conheça a história por trás do alimento que você compra.

5 . Compre comida local e descubra o que está em temporada!

Viu. Não é difícil praticar Slow Food! Para saber mais, visite o Slow Food Brasil.



Fonte: Patrícia Cerqueira.
Patrícia é jornalista, atuou principalmente em saúde e educação, em veículos como Crescer, Marie Claire, Folha de S.Paulo e Época. Escreve sobre alimentação infantil e da família desde 2009, quando montou o blog Comer para Crescer. Mantém um diário virtual, o Comida Boa Muda Tudo, onde escreve suas reflexões e descobertas a respeito da culinária e do comportamento do ser humano à mesa, durante as refeições. Mãe do Samuel, 14 anos, e do Miguel, 10 anos.
http://disneybabble.uol.com.br/br/rede-babble/cozinha/voc%C3%AA-conhece-o-slow-food

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Dicas para não se dar mal na Black Friday

Para não errar nas compras de sexta-feira, internauta precisa analisar com lupa as ofertas e a reputação dos vendedores

Cada vez mais sólida no calendário do comércio, a Black Friday, que ocorre na sexta-feira, promete descontos imbatíveis — mas impõe aos internautas o desafio de analisar com lupa as ofertas e a reputação dos vendedores.
No ano passado, o Portal Reclame Aqui registrou 12 mil queixas durante o já tradicional dia de ofertas. Foram frequentes as reclamações por descontos enganosos, erros nos sites na hora de concluir a compra e falhas na entrega.

Como fazer render o 13º salário
— Os casos mais preocupantes foram de “maquiagem” de preços. Algumas lojas aumentam o valor do produto antes da Black Friday e retornam ao preço original na data anunciando descontos — aponta a diretora do Procon-RS, Flávia do Canto Pereira.
Para escapar da armadilha, é preciso se cercar de referências, recomenda:
— Quem já vem pesquisando um produto há mais tempo e conhece seu valor médio terá mais facilidade para identificar ofertas falsas. Os demais precisam redobrar o cuidado.

Saber diferenciar impulso do essencial
Para quem arregaça as mangas e compara promoções, a data pode revelar bons negócios. A Black Friday promete economia de até 80% em itens mais baratos, como livros e roupas, em torno de 40% para artigos mais sofisticados, como tablets, celulares e eletrodomésticos.
— Os descontos são atraentes, mas a pessoa precisa diferenciar o que é impulso do que é realmente necessário e, assim, evitar gastar mais do que precisa — sugere o consultor financeiro Alfredo Meneghetti Neto. — A dica é anotar hoje mesmo o que se deseja comprar, e, se até sexta-feira a vontade continuar, fazer a compra.

Novo Código de Defesa do Consumidor deve prever negócios pela internet
De acordo com os organizadores do evento, a edição deste ano deve movimentar R$ 978 milhões, 12% a mais do que em 2014. Clientes de Porto Alegre vão gastar R$ 23 milhões na data — a mesma proporção do crescimento nacional.
— A alta é relevante em um ano de economia complicada. A previsão é de que o consumidor valorize mais seu dinheiro, pesquisando as ofertas — projeta Juliano Motta, diretor da BlackFriday.com.br.

10 DICAS PARA APROVEITAR AS PROMOÇÕES

  1. Faça uma pesquisa prévia dos produtos que pretende comprar, para saber se os descontos que serão anuciados são verdadeiros – escapando da chamada maquiagem de preços.
  2. Pesquise a reputação da loja em sites de reclamações, fóruns de consumidores, Procons e site do Tribunal de Justiça do Estado.
  3. Desconfie de ofertas muito tentadoras. É estranho um site vender um produto muito mais barato do que a concorrência – principalmente eletroeletrônicos.
  4. Prefira lojas conhecidas, com CNPJ, número para contato telefônico e endereço físico.
  5. Prefira pagar com o cartão de crédito, em vez de boleto, ou por transferência bancária. Fica mais fácil de cancelar o pagamento caso haja problema na entrega.
  6. Faça cópias de tela em cada etapa da compra – desde o anúncio até a conclusão do pagamento e o prazo de entrega.
  7. Mesmo que as ofertas valham a pena, tome cuidado com as compras para não exceder o orçamento e passar aperto para pagar.
  8. Para não comprar por impulso, a sugestão é escrever em uma lista quais produtos você realmente pretende comprar na data, e focar neles sua pesquisa.
  9. Se chegar um produto diferente daquele escolhido, lembre-se de que poderá desistir da compra e devolver o item no prazo de sete dias.
  10. Observe o selo do Busca Descontos do Reclame Aqui nos sites com melhor reputação. A marca estará presente em lojas que tenham avaliação boa ou ótima.

O que é a Black Friday
A “Sexta-Feira Negra” tem origem nos Estados Unidos, onde os lojistas derrubam preços para esvaziar estoques e se preparar para as vendas de final de ano. Ocorre na última sexta-feira de novembro, após o feriado de Ação de Graças. Há algumas versões para a origem do termo – a mais conhecida é que as vendas deixam a última linha do balanço preta (indicando lucro), e não  vermelha (sinônimo de prejuízo).
No Brasil, a Black Friday ocorre desde 2010 e movimenta principalmente o e-commerce.

Fonte: Erik Farina. O repórter Erik Farina produz as matérias da série Encare a Crise.
http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2015/11/dicas-para-nao-se-dar-mal-na-black-friday-4912923.html

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Procura-se: rede de supermercado oferece emprego para desatar nós de luzes de natal

Candidato precisa ter a habilidade de desenrolar três metros de fios em três minutos

Não adianta fugir de uma das piores coisas sobre o Natal: o temido trabalho de desembaraçar metros e metros de luzinhas coloridas. Mesmo quando você acha que vale a pena investir em uma caixa nova, dali a 11 meses não há como escapar da tarefa. Pois não é que uma das maiores redes varejistas do Reino Unido resolveu contratar alguém para fazer o trabalho sujo? O Tesco anunciou três novas vagas específicas para a temporada pré-natal: desembaraçadores de fios.

A rede de supermercados Tesco pretende usar esse serviço como chamariz para atrair novos clientes para suas lojas. Ao oferecer o serviço para desatar os nós da luzes de natal, o cliente tem à sua disposição corredores e mais corredores de produtos — e zero trabalho.Mas o posto não é para qualquer um. Entre os requisitos, o Tesco diz que os candidatos devem ser capazes de desembaraçar três metros de fio em menos de três minutos. O serviço oferecido aos clientes será gratuito.

Aqueles que quiserem ficar com a vaga vão ganhar um salário comparável a de outros assistentes ao cliente da loja, de mínimo de 7,02 libras por hora (cerca de R$ 40), segundo o jornal Daily Mail. Inicialmente, o Tesco testará o serviço em um supermercado de Wrexham, no País de Gales — para depois expandir para os outros supermercados. É a primeira vez que esse “serviço inovador” está sendo oferecido no Reino Unido. “Para ajudar consumidores a apreciarem a época festiva e aliviar algumas das tensões associadas frequentemente com a temporada natalina, o Tesco está em busca de pessoas que irão realizar uma das tarefas mais frustrantes de Natal”, afirmou um porta-voz da empresa. O trabalho temporário durará as quatro primeiras semanas que antecendem o Natal, de terça à sábado das 11h às 19h30.

Abaixo, confira os requisitos para a vaga:

– A posição exige uma atitude amigável e “útil”, grande quantidade de paciência e, claro, a habilidade inata para desembaraçar até mesmo os fios mais entrelaçados
– O candidato escolhido irá trabalhar em tempo integral até o Natal, emprestando seus dedos ágeis para desembaraçar fios, enquanto clientes fazem compras
– Os candidatos interessados devem ser verdadeiramente apaixonados pelo Natal, ter habilidades de comunicação fortes e a capacidade de desenrolar três metros de luzes da árvore de Natal em menos de três minutos
– Um dia típico poderia envolver o trabalho de desembaraçar até 60 conjuntos de luzes

A empresa espera ter pelo menos uma pessoa no cargo antes do final de novembro. Alguém se habilita?

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Curiosidades/noticia/2015/11/procura-se-rede-de-supermercado-oferece-emprego-para-desatar-nos-de-luzes-de-natal.html

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Supermercados ingleses reduzem desperdício alimentar em 20.000 toneladas num ano

Asda, Co-operative Food, Marks and Spencer, Morrissons, Sainsbury’s, Teso e Waitrose, os sete principais supermercados britânicos, reduziram o seu desperdício alimentar em 20.000 toneladas no último ano, de 200.000 para 180.000 toneladas.

De acordo com um novo estudo da British Retail Consortium (BRC), o novo número representa apenas 1% do desperdício global britânico, avaliado em 15 milhões de toneladas. O estudo admite ainda que a posição privilegiada destas empresas no centro da cadeia de fornecimento poderá influenciar e potencialmente reduzir não apenas a quantidade de alimentos desperdiçados nas lojas mas também nas casas das pessoas.

“Damos as boas-vindas ao facto de os níveis de desperdício alimentar da indústria do retalho estarem a descer, mas é também importante continuar a focar a nossa atenção e esforços no local onde a maior parte da redução do desperdício alimentar pode ser feita: na cadeia de fornecimento e nas casas dos consumidores”, explicou ao Edie Andrew Opie, director de comida e sustentabilidade da BRC.

“Como indústria temos uma enorme contribuição a fazer e vamos continuar a trabalhar com os fornecedores e clientes para prosseguir os progressos que têm sido conseguidos”, concluiu.

Com as informações Green Savers

Fonte: http://meioambienterio.com/2015/11/11121/supermercados-ingleses-reduzem-desperdicio-alimentar-em-20-000-toneladas-num-ano/