Open post

Falta de tempo e alta no preço muda hábito do consumidor e cria oportunidades aos supermercados

Rotina movimentada e alta nos preços de alguns alimentos faz com que consumidores adotem novos hábitos em sua alimentação e cria oportunidade para o Mercado atacadista de alimentação.

Sem tempo para sentar à mesa e comer com calma, o brasileiro que, nos anos 70 tinha uma média de duas horas por refeição, hoje não passa mais que 15 minutos. Junto à isso temos a ala no preço dos produtos industrializados que fez com que o consumidor começasse a optar por alimentos mais saudáveis, trocando o snacks e refrigerantes por frutas e cereais.

Essa mudança de hábitos fez com que o supermercados passassem a repensar a maneira como lidar com a arquitetura física do varejo, oferecendo alimentos complementares, facilitando a busca do consumidor e permitindo que ele passe menos tempo nas lojas. Além disso, oferecer preços mais atraentes os supermercadista tem hoje a missão de reinventar suas ofertas, lançar novos  serviços e estar mais atento às variáveis que influenciam Mercado, como tecnologia, otimização dos recursos, capacitação profissional, sustentabilidade e mudanças demográficas.

O atual panorama do setor exige atenção ao cliente, que passou a consumir alimentos mais saudáveis e práticos. Todas as classes estão em busca de mais praticidade no dia a dia e passaram a optar por produtos que oferecem melhor qualidade. Essa mudança de perfil é revelada em uma pesquisa divulgada pela APAS (Associação Paulista de Supermercados): nos últimos anos, alimentos frescos ganharam importância na cesta do brasileiro. A análise observou um crescimento no consumo de produtos de açougue, hortifrúti e padaria. 11% dos entrevistados afirmaram que, se os preços dos alimentos subissem, passariam a comprar mais frutas e/ou vegetais frescos ou congelados, enquanto 10% optariam por cereais a granel. Isso representa uma nova oportunidade de negócios para varejistas do setor.

 

Open post

BC prevê estouro da meta de inflação em 2015 e possível recessão (G1)

O Banco Central admitiu nesta quinta-feira (26), pela primeira vez, que a inflação deve estourar a meta este ano, e que a economia brasileira deve ter retração. Em seu relatório de inflação do primeiro trimestre, o BC mostra que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em quase 8%. Já o Produto Interno Bruto (PIB) deve encolher 0,5%.

A previsão do Banco Central para o PIB de 2015, apesar de negativa, ainda está melhor do que a dos economistas do mercado financeiro, cuja expectativa é de uma contração de 0,83% no PIB. Se confirmado, será o maior recuo desde 1990 – ou seja, em 25 anos, quando a economia teve contração de 4,39%

Segundo analistas, a alta do dólar e dos preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros) pressionam fortemente os preços em 2015. Além disso, a inflação de serviços, impulsionada pelos ganhos reais de salários, segue elevada.

Em 2016, ainda de acordo com a autoridade monetária, a probabilidade de estouro do teto de 6,5% do sistema de metas de inflação meta é de 12% a 15%.

Quando a inflação fica mais alta do que o teto de 6,5% do sistema de metas brasileiro, o presidente do Banco Central precisa escrever uma carta aberta ao ministro da Fazenda explicando as razões que motivaram o “estouro” da meta formal. A última vez em que isso aconteceu foi em 2003, ou seja, há mais de dez anos, e o documento foi assinado pelo então presidente da autoridade monetária, Henrique Meirelles.

Leia mais em http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/03/bc-preve-estouro-da-meta-de-inflacao-em-2015-e-encolhimento-do-pib.html

Open post

Comércio de SP diz que Procon não pode notificar por cobrança de sacola (UOL)

Notificar os comerciantes de São Paulo por estarem cobrando pelas novas sacolinhas plásticas é ilegal, segundo a Fecomercio-SP, associação que representa os comerciantes no Estado.

Desde que passou a valer a lei que substitui as sacolinhas pelo novos modelos padronizados, vários estabelecimentos em São Paulo passaram a cobrar pelo item, que antes era distribuído gratuitamente.

Os preços pela unidade da nova sacolinha (mais resistente e produzida com um plástico diferente) vão de R$ 0,08 até R$ 0,15 na capital.

Criada em 2011, pelo ex-prefeito Gilberto Kassab, a lei das sacolinhas (lei municipal nº 15.374) só foi regulamentada em novembro do ano passado, após longa polêmica e disputas na Justiça.

Leia mais em: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/04/16/comerciantes-dizem-que-procon-nao-pode-notificar-por-cobranca-de-sacola.htm

Open post

ABRAS. Cuidando do setor de Supermercados.

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) é uma entidade dinâmica e moderna, que atua firme em sua missão de representar, defender, integrar, impulsionar e desenvolver o setor supermercadista no País.

A Abras, com sede em São Paulo (SP) e escritório em Brasília (DF), representa o setor de autosserviço no Brasil, que responde por cerca de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) do País.

Para o cumprimento integral de suas ações de responsabilidades social, cultural e educacional a Abras constituiu em 2001 a Fundação Abras – um instituto reconhecido por sua excelência na formação de alianças com a iniciativa pública e de múltiplas parcerias com conceituadas universidades e centros de pesquisa do Brasil. A Fundação Abras agrega também um dos maiores centros de referência técnica educacional do País, a Escola Nacional de Supermercados (ENS).

Posts navigation

1 2